E Se…

… os resultados das provas de aferição do 2º ano não derem os resultados “esperados” numa determinada (e cobiçada) área? Parece que se as coisas não correrem muito mal em termos desempenho a culpa é dos professores que treinaram os alunos para as provas porque lhes deram as “perguntas” antes (mas, afinal, quem decidiu “dar as perguntas” uns dias antes?). Se correrem mal é porque os professores não cumprem o programa.Com “amigos” assim de que inimigos precisam os professores do 1º ciclo?

Fonte: E Se…

E Se… – Paulo Guinote

… os resultados das provas de aferição do 2º ano não derem os resultados “esperados” numa determinada (e cobiçada) área? Parece que se as coisas não correrem muito mal em ternos desempenho a culpa é dos professores que treinaram os alunos para as provas porque lhes deram as “perguntas” antes (mas, afinal, quem decidiu “dar as perguntas” uns dias antes?). Se correrem mal é porque os professores não cumprem o programa.Com “amigos” assim de que inimigos precisam os professores do 1º ciclo?

Fonte: E Se…

Escola do insucesso – Luís Braga

Detesto…. abomino essa expressão: escolas DO insucesso. É uma injustiça para quem trabalha nelas. Escolas com insucesso, escolas com muito insucesso, etc, ainda se aceita. Agora escolas do insucesso é colar um carimbo. Ainda se fosse “de insucesso” soava a erudito…. Uns falavam da “celência” (e entendem-na mal, esquecendo a educativa para só falar da…

via Escolas DO insucesso? Batam na boca!!! — ComRegras

Mas Tudo Se Resolve – Paulo Guinote

Mesmo que as provas de aferição do 2º ano não tenham os resultados mais desejados por quem apoiou muito a sua produção e implementação, certamente se identificarão “áreas de melhoria” que justifiquem as medidas já anunciadas pela tutela na base das “impressões”. Claro que não está em causa descomprovar as conclusões já tiradas pelos experts […]

via Mas Tudo se Resolve — O Meu Quintal

A Festa!

Portugal foi quem mais usou fundos europeus para a Educação, mas não se ponham com ideias… quem ficou com a carninha quase toda foram os oleodutos financeiros (administrativos ou empresariais) criados para o efeito. Ou acham que, por exemplo, o dinheirinho para as NO não foi algo chorudo para uma clique de “especialistas”?

A Educação tornou-se um negócio. Há muito dinheiro por aí, mas a parcela que chega às salas de aula é ínfima, mesmo contando com os palácios disfuncionais da PE.

Fonte: A Festa!

Greve na Função Pública afeta bastante os hospitais e fecha escolas

A greve nacional da Função Pública a decorrer desde a meia-noite começou logo a ter impacto, sobretudo no setor da saúde e, de manhã, nas escolas, muitas encerradas. Perto do meio-dia, o balanço era de uma adesão a rondar os 90% a nível nacional,  segundo o dirigente sindical Artur Sequeira, da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

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O preço do fim das retenções – Eramá

Que os Justinos deste país, cujo cérebro funciona à base de algoritmos, venham a terreiro defender o fim das retenções, não me admira absolutamente nada. Para eles, é tudo uma questão de cifrões (e de coisas de gente pobre). Também já não fico muito chocado quando vejo professores titulares de disciplinas com 100% de sucesso…

via O preço do fim das retenções — Eramá

Não sei se é cansaço ou desistência?

A calendarização deste ano letivo provocou neste blog o maior pico de visualizações de  sempre (mais de 20000). Uma onda de solidariedade e desejos de luta.

Nos dias da discussão pública da  calendarização do próximo ano letivo, apenas se discute um dia de greve da Função Pública. Faz, não faz, quero lá saber!

Cada vez mais, cada um pensa no seu umbigo, e se puder sair do 110 melhor. O trabalho com alunos, principalmente com turmas de 26 alunos, ou de vários níveis está cada vez mais difícil.

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Imagem do blog Eramá