Para os alunos do 3° e 4° anos

3°ano Ciclo do ovo

O rato do monte e o rato da cidade

4°ano

Mania das Pressas – António Torrado ( já executado por + de 283 alunos de todo o país)

Conjugação de verbos

Enigma Irresolúvel

A noite em que a noite não chegou – José Fanha.

O corpo humano

Resolve problemas

Zé Troca Tintas Já executado por 90 alunos de todo o país.

Gramática

História de Portugal (revisão)

Caravela Portuguesa de Jacinto Palma (ex professor do Magistério)

novo: perímetro e área , graus dos adjetivos , Um circo especial e História de Portimão

tutoria para saber um pouco sobre classroom do google

Professores retomam greve ao sobretrabalho a partir de 27 de outubro — ComRegras

Uma greve perfeitamente justificada. Só lamento é que não comece mais cedo, pois há escolas que já estão com reuniões pós-laborais. Se querem mais professores, urge acabar com estes abusos constantes de trabalho em fora de horas e não remunerado. Os professores e as suas famílias merecem respeito! E nem me venham falar sobre as…

Professores retomam greve ao sobretrabalho a partir de 27 de outubro — ComRegras

A greve abrange o eventual serviço letivo que ultrapasse a componente letiva a que o docente esteja obrigado e, ainda, as reuniões de avaliação intercalar dos alunos, caso as atividades da escola não sejam interrompidas para o efeito, bem como outras reuniões [reuniões gerais de docentes, reuniões de conselho pedagógico, conselho de departamento, grupo de recrutamento, conselho de docentes, conselho de turma, coordenação de diretores de turma, conselho de curso do ensino profissional, reuniões de secretariado de provas de aferição ou de exames, bem como reuniões convocadas para a implementação do DL 54/2018 e do DL 55/2018, designadamente as que forem convocadas no âmbito da Portaria n.º 181/2019 (PIPP)], sempre que as mesmas não se encontrem expressamente previstas no horário de trabalho dos docentes.

Também abrange atividades da avaliação externa…

O ME não foi sequer capaz de SUSPENDER as aulas assistidas em plena pandemia, que coloca professores a circular por outras escolas e a permanecer em salas de aula que não as SUAS. Greve que para alguns já chega tarde. Em regra já todos corremos esse risco. Em Janeiro estão previstas reuniões de avaliadores internos/externos!

Começa a 27 de outubro…

Segunda temporada da “telescola” arrancou segunda-feira (em novembro é alargada ao secundário) — ComRegras

Depois do ano letivo 2019/2020 ter sido parcialmente lecionado à distância, com o apoio da chamada “telescola”, o Ministério da Educação, em parceria com a RTP, lança agora a segunda fase do “Estudo em Casa”. O objetivo é funcionar como uma ferramenta de “complemento à escola”, que pode servir de apoio não só aos alunos que…

Segunda temporada da “telescola” arranca segunda-feira (em novembro é alargada ao secundário) — ComRegras

Travar a covid-19 nas escolas: Fenprof exige mais informação, mais testes, mais profissionais

Escola Portuguesa

Perante uma pandemia, não pode haver secretismos: os casos têm de ser conhecidos localmente, para que cada um possa saber se esteve exposto a um contacto de risco. Quem esteve na mesma sala de aula onde se encontrava um aluno infectado, deve ser testado em tempo útil. E obviamente que, além de desinfectantes e equipamentos de protecção individual, as escolas precisam de ter todo o pessoal docente e não docente necessário para que possam dar resposta às muitas solicitações. Incluindo provavelmente, muito em breve, o confinamento de boa parte da população escolar. Estas são, em suma, as principais preocupações e exigências da Fenprof.

Para a FENPROF, todo o cuidado é pouco e todas as medidas são necessárias para garantir que as escolas vão continuar abertas e que o ensino continuará, por norma, a ser presencial. Nesse sentido, mas também com o objetivo de proteger todos os membros da comunidade…

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Os monodocentes perante a pandemia

Os sindicatos e algumas direções de agrupamento andam muito caladitos, na esperança que a pandemia lhe passe ao lado. Afinal são os que mais podem estar
resguardados nos gabinetes. Verdade que há exceções. A redução percentual de atividade letiva de alguns dirigentes ou de alguns elementos de direções diminuem o risco, mas não o afastam. Mesmo cumprindo todas as regras, os monodocentes ao estarem perante alunos sem máscara correm maiores riscos, sobretudo os mais velhos. A subida de 53% de casos em crianças de menos de 10 anos é muito preocupante.

2ª Feira — O Meu Quintal

Aquele “sentido profundo do dever cívico” está em clara erosão. Não falo apenas por mim, que o sinto a diminuir à medida que observo a sua ausência ou o manifesto “sentido profundo de desenrascar a vidinha à custa dos outros”. Sobre isso há articulistas que se deveriam informar e escrever e não andarem sempre a […]

2ª Feira — O Meu Quintal

Excelente texto de Carlos Santos

Num momento em que os casos de infetados pela pandemia atingiram números alarmantes, retirando importância ao assunto, o país tem a subtileza de falar sobre tudo e todos, menos das escolas e dos professores.
Ajuntamentos com mais de cinco pessoas são proibidos, exceto nas escolas.
Distanciamento de dois metros entre as pessoas é obrigatório, menos nas escolas.
Nas escolas, onde também se deveria zelar pela segurança de todos, temos salas de aula com perto de trinta pessoas em espaços de trinta metros quadrados, evidenciando as fragilidades escondidas debaixo do tapete durante anos por sucessivos governos e por uma sociedade que só tem visto a escola como um depósito para os filhos.

Todos os que lá estão, sobretudo os adultos, incluindo os professores que, pela idade avançada constituem um grupo de risco, sabem perfeitamente ao que vão, da falta de meios de proteção, mas têm de ir. Estão cientes de que, diariamente no seu local de trabalho, estão a colocar em jogo a própria vida numa lotaria do inferno. Têm a perfeita consciência de que todas essas regras de higiene e segurança se aplicam a todos os cidadãos, menos a eles e aos alunos (embora estes, na esmagadora maioria, assintomáticos).

Mas, perante esta situação, o que se diz diariamente sobre isso nas ruas e nos noticiários?
Nada.
Quando se discutem os riscos e a situação que existe em todo o lado, menos nas escolas, não me parece que o silêncio sobre o assunto seja inocente. De facto, não é preciso grande esforço para nos apercebermos de que ninguém fala nem quer falar do que efetivamente se passa nas escolas para não causar alarido nem pânico, indo ao encontro de um único interesse – o proveito próprio. Ninguém quer admiti-lo, pois é conveniente para todos que aquele – mais do que nunca – reservatório de crianças, continue a funcionar. É preciso que esteja de portas abertas a receber os seus filhos para os pais poderem ir trabalhar, para a economia não entrar em crise, para o país não colapsar (bem defendia eu durante anos que uma greve de alguns dias seguidos faria parar o país e, finalmente, a nossa voz seria ouvida).
Desde jornalistas à classe política, passando pelo cidadão em geral, todos eles têm interesse em ter as escolas a funcionar (seja em que condições for, nem que colocando em causa a integridade dos professores). O bem pessoal fala mais alto e nem uma palavra se ouve sobre o perigo daqueles que a frequentam, pois a premissa é fazer de conta que ali, onde se ensina, nada se passa de anormal.

Movidos por um ato de falsa cortesia e impura dose de reconhecimento que visa santificarem-se dos pecados da inveja e da calúnia reinantes noutrora, as pessoas pararam de falar mal dos professores. Num momento em que os docentes estão a arriscar a sua saúde e as suas vidas, a população, agindo em proveito próprio, preferiu calar-se e ignorá-los. Esta é a verdadeira máscara social que esconde uma elevada dose de hipocrisia e de oportunismo. As vozes que difamavam os professores, só se calaram para nada falarem quando estes estão a pôr a sua vida em risco em favor dos nossos jovens, da sociedade e da nação. Sempre foi assim neste cantito da europa… as pessoas só falam bem dos outros quando partem ou quando são recebidas algures na glória do Senhor, pois as suas bocas costumam estar demasiado ocupadas a injuriar e a ofender.
Só é pena que em tempos idos, quando precisavam de estar calados, não faltaram língua viperinas contra os professores e agora que era preciso escutar uma palavra de apreço ou preocupação, reine este doentio pacto de silêncio.

Disse para mim mesmo que não tenho ilusões quanto a uma mudança de mentalidades pois, as poucas vozes que hoje falam dos professores, são apenas para dizer que são uns afortunados por pertencerem à função pública e terem emprego assegurado. Mas sempre foi muito mais fácil odiarem os outros do que assumirem tudo aquilo que os incomoda e a responsabilidade nas falhas parentais que têm na educação dos filhos.
Talvez, por isso, vigore esta paz podre, pois aconteça o que acontecer àqueles que estão a colocar em risco a sua vida para que os filhos dos outros não percam aprendizagens e possam ter um futuro condigno, à sociedade, o que vale e interessa, é saber que amanhã o depósito voltará a estar aberto.
A isto se resume o sonho do homem moderno: um carro à porta, um telemóvel na mão, um televisor entupido com novelas e futebol e um armazém a funcionar a tempo inteiro onde possam depositar os filhos e irem levantá-los ao fim do dia, de preferência sem trabalhos de casa, com o banho tomado e de barriga cheia, prontos para irem para a cama.
Carlos Santos

Regresso às aulas sem teste negativo à covid-19. Já há pais preocupados — ComRegras

Assim que foi tornado público que os doentes assintomáticos ou com sintomas ligeiros da covid-19 podem regressar à comunidade ao fim de dez dias de quarentena, mediante determinadas condições, e sem a realização de um novo teste no final desse período, que os telefones da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)…

Regresso às aulas sem teste negativo à covid-19. Já há pais preocupados — ComRegras

Audições pela redução do número de alunos por turma. — ComRegras

Ocorreram duas audições no Parlamento, independentes uma da outra, pela redução do número de alunos por turma, uma por parte do sindicato S.TO.P, outra pela mãe e psicóloga Ana Rita Dias. Parabéns a ambos pela determinação e dedicação, esta é uma causa comum a todos os que se preocupam com a Educação. Carreguem nas imagens…

Audições pela redução do número de alunos por turma. — ComRegras