Astérix e o Grifo

A nova aventura, «Astérix e o Grifo» leva o nosso herói, acompanhado pelo seu inseparável companheiro Obélix, com o seu cão Ideafix e pelo druida Panoramix, numa longínqua viagem para paisagens desconhecidas, selvagens e geladas. O destino é o território dos Sármatas, situado muito a leste, em pleno Barbaricum.

Tudo começa com um sonho de Panoramix, onde velho amigo lhe pede ajuda…. está dado o mote para mais uma bela aventura, onde os vilões de serviço, são mais uma vez, os romanos, que querem capturar o Grifo, um animal meio águia meio leão, que é considerado sagrado para os sármatas

Quais as personagens da capa do livro?

Como se chamava o druida (os Druidas eram sacerdotes do antigo povo celta)?

Há quantos anos se passou esta história?

Como se chamava o imperador Romano?

Qual o nome da capital do império Romano?

O que pretendia o imperador Romano?

Onde se encontrava o animal pretendido por César?

Este livro é uma __________ __________ . A página 5 tem uma__________ quatro__________e seis______________ .

(prancha, banda desenhada, vinhetas e tiras)

Pássaro Amarelo – Olga de Dios

Quantos e quais os pássaros que estão no livro?

Qual a personagem principal da história?

Por que não podia voar o Pássaro Amarelo?

Mas era muito _______________________ conseguia ____________________________.

Mas o que mais gostava era de __________________ as suas ___________________________

Quem teve a ideia de construir uma coisa para o Pássaro Amarelo voar?

Por que partilhou o Pássaro Amarelo a sua invenção?

No primeiro voo o Pássaro Amarelo __________________a um _______________.

A que mais locais o Pássaro Amarelo chegou?

Qual aquele que mais gostou?

De lá, e tal como prometeu escreveu ao Timóteo!

Querido Timóteo

Se fosses tu o Pássaro Amarelo o que escreverias na carta?

Clica aqui para corrigir o teu trabalho

Hora do conto – O vampiro que bebia groselha de Ducla Soares

Quem é a personagem principal deste conto? E as personagens secundárias?

Por que ficou o Vampirinho sózinho na gruta?

Qual o primeiro animal que o Vampirinho encontrou?

No estádio qual o jogador que o Vampirinho mordeu?

Quem adaptou o Vampirinho para seu mascote?

Qual passou a ser a bebida favorita do Vampirinho?

Conta outras aventuras do Vampirinho no café!

Para os alunos do 3° e 4° anos

3°ano Ciclo do ovo

O rato do monte e o rato da cidade

A nuvem e o caracol António Torrado

A festa Sophia de Mello Andresen

O vampiro que bebia groselha Luisa Ducla Soares

4°ano

O rapaz de Bronze (Sophia de Mello Andresen)

Mania das Pressas – António Torrado ( já executado por + de 313 alunos de todo o país)

Conjugação de verbos

Enigma Irresolúvel

A noite em que a noite não chegou – José Fanha.

O corpo humano

Resolve problemas

Zé Troca Tintas Já executado por 90 alunos de todo o país.

Gramática

História de Portugal (revisão)

Caravela Portuguesa de Jacinto Palma (ex professor do Magistério)

novo: perímetro e área , graus dos adjetivos , Um circo especial e História de Portimão

Vem aí o tradicional dia de greve dos professores?

Estamos no momento crítico do ano para os docentes muito à frente. Enquanto uns só querem chegar ao último dia de aulas, o ministério decide as linhas mestres do novo ano letivo. Cuidado, porque é aí que se decide o que cada um vai fazer durante centenas de dias e as notícias de falta de professores são preocupantes. Fazem umas reuniões que geralmente decidem nada, perante um caderno reinvidicativo irrealista. A minha aposta vai para uma greve por regiões com os mais radicais a poder fazer vários dias! Assim a modos de escolha livre individual!

Perante as provocações do ministro apenas a blogosfera e o facebook reagiu, o que para quem tem o poder vale pouco. Veremos as cenas dos próximos capítulos.

Em breve será a minha vez de rir tal como o Astérix que vê o seu amigo Obélix carregar o fardo pesada da escola quase etena!

Um congresso feito por professores

I Congreso de Expertos Docentes realizou-se no passado sábado em Valência e distingue-se de outras iniciativas semelhantes porque, desta vez, os conferencistas convidados não foram catedráticos, políticos, gurus, empresários, economistas, peritos da OCDE, banqueiros, presidentes de fundações e de multinacionais. Todos os oradores eram, sem exceção, professores do ensino básico ou secundário no ativo. O que, a bem dizer, deveria ser a regra, e não a exceção: afinal de contas, são os professores, os que praticam no quotidiano esta ciência imperfeita mas sempre desafiante, os verdadeiros especialistas em Educação.

A menina do mar de Sophia Andresen

“Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas.

Nessa casa morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia.
Era uma praia muito grande e quase deserta onde havia rochedos maravilhosos. Mas durante a maré alta os rochedos estavam cobertos de água. Só se viam as ondas que vinham crescendo do longe até quebrarem na areia com barulho de palmas. Mas na maré vazia as rochas apareciam cobertas de limo, de búzios, de anémonas, de lapas, de algas e de ouriços. Havia poças de água, rios, caminhos, grutas, arcos, cascatas. Havia pedras de todas as cores e feitios, pequeninas e macias, polidas pelas ondas.”

  1. Descreve a casa.
  2. Que plantas cresciam no jardim?
  3. Quem morava nessa casa?
  4. O que fazia o rapazito durante o dia?
  5. Como era a praia?
  6. Que animais e plantas apareciam na praia na maré vazia?

Pessoas que trazem mantas na algibeira

A propósito de uma lenda antiga, quando um homem chegava a velho, era hábito inquestionável o seu filho levá-lo até ao cimo de uma montanha e dar-lhe uma manta para se abrigar do frio da noite, pois era assim, por costume, o fatal fim de todos os velhos. Contudo, desta vez, chegada a hora da despedida, o pai dissera ao filho para rasgar a manta ao meio e levar uma metade. Curioso com tão estranho pedido do pai, pergunta-lhe para que quer ele a metade que vai levar para casa. Consternado, mas cheio de sabedoria, o velho diz que essa metade serviria para o dia em que também o filho do seu filho o levasse à montanha e o abandonasse para ali morrer. Meditativo nas sábias palavras do pai, o filho, pegando-lhe no braço, ajudou-o a descer a montanha.
Sem particular consideração pelas pessoas mais velhas, o silêncio apagou-se e começou a soprar da boca da populaça um hálito pútrido de palavras hostis e ofensivas. Vazios de culpa e vergonha, não se inibiram em catalogar os menos novos de carinhosas expressões como “peste grisalha” que invadiu a sociedade tornando-se um obstáculo à sua ambição ou um encargo. “Eu tenho a vida à minha frente e tu já não és nada”, a isso se reduziu o essencial numa sociedade onde o dinheiro muda de mãos mais depressa do que a seriedade e os valores morais e éticos.
Assim como toda a gente no seu percurso existencial, também as pessoas com mais anos de vida já foram crianças e jovens e trabalharam muito contribuindo para as gerações vindouras. Contudo, porque já não contribuem com descontos, tornaram-se alvo fácil de discriminação de quem não as vê como gente que cooperou com muito, mas como um fardo improdutivo e uma despesa para a segurança social, não tendo qualquer pejo em fazer transparecer o desejo de os ver a trabalhar até ao dia de irem para a cova ou, se estiverem aposentados, morrerem tão depressa quanto possível para não constituírem um encargo para os restantes cidadãos. Símios que não se lembram que a qualidade de vida e os direitos e benefícios de que usufruem, devem-nos a muitos que trabalharam para que isso pudesse acontecer.
Uma purga de uma sociedade míope onde as pessoas são vistas como velhas aos 40 anos e aos 50 são transformadas em despojos humanos pressionadas a saírem se não quiserem ser descartadas.
Tudo isto diz muito da enorme crise de valores sociais e humanos, de falta de reconhecimento e de solidariedade que assolam uma sociedade materialista e umbiguista.
Pensamentos sociais formatados e pré-confecionados por estereótipos que invadiram as escolas, esse meio onde os professores estão marcados pelo desgaste do passar de muitas escolas, muitos alunos, muitas mudanças legislativas, muita burocracia, muita exigência e muito sacrifício pessoal, tornou-se terra fértil para o pensamento cobiçoso e malicioso.
No programa Prós e Contras de 17 de setembro de 2018, comparando o corpo docente com o de outros países, o então Secretário de Estado e hoje Ministro da Educação, João Costa, fazia notar: “Nós temos um problema sério de envelhecimento do corpo docente.” Por certo, de lá para cá, parece não ter aprendido nada. Por decreto, os governos limitaram-se a aumentar a idade da reforma dos professores em perto de uma década (quase 15 anos no caso da monodocência – 1º ciclo) sem aferir o que isso representaria para o sistema educativo; fizeram-no sem ter em conta a especificidade da profissão; tomaram essa medida sem medir o impacto que iria ter na qualidade das aprendizagens; decidiram sem calcular o profundo desgaste que iria ter na saúde dos professores; perseguiram, injuriaram e maltrataram os professores sobrecarregando-os de trabalho e instabilidade profissional sem avaliar o efeito dissuasor que isso teria na atração de novos candidatos à profissão. Fizeram-no sem ir ao terreno conhecer a realidade que se vive nas escolas cumprindo ditames com perfume a dinheiro impostos pelo ministério que tutela a Educação, o Ministério das Finanças. Este é o país extremamente responsável que gere o vital sistema educativo a partir de uma folha de Excel baseado na pedagogia da despesa. Ali, por essas bandas, tudo se resume a despesa sabiamente administrada com a mestria de alfaiate com uma tesoura na mão. E o resultado está aí à vista de todos, na falta de professores e escolas repletas de gente cansada.
Porém, nas escolas, inebriados pelo medo de que nos pudessem ultrapassar, aprendêramos que tudo nos era permitido pensar e fazer sobre os outros colegas para salvaguardar a nossa sobrevivência num barco a naufragar. Obcecados em arranjar um lugar no salva-vidas, não nos preocupámos com quem nos estava a afundar. Professores envelhecidos e desgastados pelo tempo, envoltos em sudários de crítica e inveja, fazem por ignorar olhares inquisitivos que lhes cospem na cara perguntas sem sentido. A fome de um lugar estável e a inveja, essa cegueira dos imprestáveis, corrompem o que resta da decência humana.
Não bastando a incompreensão dentro das escolas, essa gente muito experiente que está a passar um valor inestimável aos mais novos, foi quem trabalhou para sustentar toda essa horda de incompetentes e inúteis bem pagos que pouco ou nada fizeram na vida a não ser debitar alarvidades sobre os outros nos boletins noticiosos e novelescos. Creio que não se dá valor àquilo que os anos ensinaram.
Sem nada melhor para fazer, quase todos veem monstros nos outros, sobretudo em quem está doente, onde depositam o nojo e a desilusão do falhanço das suas próprias existências.
Longe da inocência, o fascínio pelo “eu” e a perfídia tomaram conta dos colegas de profissão que, conspurcados com o veneno da cobiça, também deixam antever mantas escondidas nas suas algibeiras prontas para, ciosamente, as entregarem aos que já cruzaram mais vezes os portões das escolas. Ainda assim, as minhas imperfeições humanas não me permitem compreender essa vontade alheia de desejar que outros aceitem o sacrifício de morrer em vida.
As escolas, que vão ficando situadas cada vez mais perto das montanhas, começam a estar repletas de mantas escondidas em algibeiras de gente sem escrúpulos, a quem se aconselha guardarem-nas para si, pois um dia ainda lhes irão fazer falta.
Carlos Santos

O Grande Líder Apresenta-se – 1

O Meu Quintal

João Costa chegou ao governo em finais de 2015. Eu tinha 50 anos. Chegou a ministro em inícios de 2022. Eu estava a fazer 57 anos. Em finais de 2015 eu sabia que em inícios de 2022 faria 57 anos. Apesar de ser de Letras, consigo somar números com poucos dígitos e usar um calendário. Aparentemente, o secretário agora ministro e a equipa do ME em 2015, apesar de incluir um cientista, não estava em condições de fazer somas.

Em finais de 2015, sabia-se que existia já um enorme desgaste na classe docente, que os problemas de saúde estavam a aumentar, assim como o mal-estar psicológico estava instalado. Nada ou pouco se fez a esse respeito e, quase sempre, o pouco provocou mais desânimo e irritação do que alguma melhoria, pois a sensação de injustiça permaneceu, para além de que qualquer questão relacionada com os professores vem sempre envolvida em…

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