O que irá mudar em 2018?

Foto de Gonçalo Pacheco.

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O receio da deserção sindical e a defesa nas redes sociais

A fraca expectativa de melhoria salarial a curto prazo, após dois dias de greve, leva a que muitos professores questionem a sua associação. O Paulo que se representa a si mesmo, apresenta contas e lamenta tão fraco aumento. Outros tentam afirmar nas a importância destes dias e  o bom desempenho das instituições que representam. Esperar para ver, depois de um congelamento tão prolongado, se umas migalhas a médio prazo para todos, fortalece ou enfraquece as forças sindicais.

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Uma injustiça é sempre uma injustiça por milhões de justificações que se apresentem

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Injustiça também, na questão da compensação facultativa de dois anos sem atividade letiva, no primeiro ciclo. Verifico que muitos colegas preferem passar ao lado. Eu só usei um ano, pois pelo meu tempo de serviço, quando saiu a lei, já tinha passado a primeira hipótese. Nesse ano fiquei como coordenador de bibliotecas do agrupamento, apesar de não lecionar apoios.

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Ultrapassagens 

A intoxicação da opinião pública começou — Escola Portuguesa

Quase um quarto dos professores chegaria ao topo da carreira no próximo ano se o tempo de serviço congelado nos últimos sete anos for tido em conta, disse fonte do Governo à Agência Lusa. Segundo a mesma fonte, dos cerca de 99 mil professores que existem no Ministério da Educação, cerca de 22.300 atingiriam o […]

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Balanço de dez horas de reunião: compromisso sem acordo — Escola Portuguesa

Há compromisso, mas não há acordo. E as negociações entre ME e sindicatos, a retomar a partir de 15 de Dezembro, sobre a recuperação do tempo de serviço congelado, não terão incidência sobre as progressões a ocorrer em 2018, que se farão nos moldes previstos. Entretanto, a abertura negocial da parte do governo deverá permitir […]

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De que vale a voz do Professor? – Manuel Alho

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Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.» Foi este o pensamento de Augusto Cury que serviu – e muito bem! – de mote às IV Jornadas do Professor, promovidas pela Câmara Municipal. Mesmo antes de este tipo de iniciativas se tornar um marco incontornável da nossa agenda, ainda que posteriormente tenha conhecido outra designação, sempre defendi o imperativo de, em Albergaria, a edilidade patrocinar um evento que favorecesse o encontro, a partilha e a reflexão entre todos os agentes da comunidade educativa. Daí que fosse aconselhável que a autarquia criasse, a cada ano, a sua própria base de dados com os professores em exercício de funções no Concelho, para assim ter a certeza que a divulgação das Jornadas chegaria, efetivamente, a todos os docentes…

 

Por Uma Avaliação a Sério do Desempenho Jornalístico

O Meu Quintal

Nota prévia: neste texto refiro-me ao que eu considero “operacionais” de projectos que têm muito mais de político ou económico (ou de vaidade pessoal) do que efectivamente de “jornalístico” e que circulam pelas direcções e chefias de órgãos de comunicação social como se fossem uma espécie de jogadores de futebol em circulação por clubes associados aos interesses de agentes do “mercado”. Não falo de quem , nas redacções faz o seu trabalho o melhor que sabe e lhe deixam, procurando sobreviver na selva.

Para que fique ainda mais claro falo dos baldaias, dinis, fernandes ou, no caso das vaidades, de um certo tavares protegido de alguém que não se importa da sua cegueira em relação ao que levou milhares de milhões ao erário público, mas a quem confunde muito que um professor ganhe mais 100 euros ao fim do mês.

(nem sequer incluo aqui aquele tipo que adorava as boalchinhas…

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