Manisfestação Nacional

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O Grande Hotel de António Torrado

Eu não sei ao certo, mas suspeito que, em tempo de férias, os bichos do Jardim Zoológico também não ficam em casa. Se não é tal e qual assim, podia bem ser, o que vai quase dar ao mesmo…
O hipopótamo, por exemplo, decidiu-se por um hotel simpático e com piscina.
Indispensável a piscina, já se vê!
– Não quero o meu quarto num dos últimos andares – recomendou ele ao rececionista
do hotel. – É que eu costumo ter algumas dificuldades com os elevadores.
– Mas Vossa Excelência pode, sem desprimor, utilizar o monta-cargas, muito mais amplo
e resistente – observou-lhe o rececionista, sempre atencioso.
– A propósito de resistência – lembrou o hipopótamo. – Quero uma cama de casal para
pessoa só.
– Perfeitamente – registou o rececionista, sempre atencioso. – E Vossa Excelência toma
o pequeno-almoço no quarto?
– Nunca tomo pequenos-almoços – respondeu-lhe o hipopótamo. – Só grandes-almoços.
Exclusivamente saladas…
O rececionista, sempre atencioso, anotou mais esta recomendação.
Foram umas férias muito agradáveis. Praticamente passou-as todas na piscina. Os outros hóspedes reclamaram:
– Não temos espaço para mergulhar. Está lá sempre aquele monstro. Ou aumentam a piscina ou nunca mais cá voltamos.
Nunca mais lá voltaram. Mas, no ano seguinte – aliás, neste verão –, o hotel não ficou vazio. Uma nova clientela, atraída pelas boas referências que o hipopótamo dera, ocupou os quartos, as salas e os salões do tal hotel simpático.

Lê com atenção e escreve no teu caderno.

Esta história é sobre _______ ________________ _____ ___________ _______ ____________.

Ordena, de 1 a 4, as seguintes ações do hipopótamo e reescreve-as no teu caderno.
a) O hipopótamo passou as férias todas na piscina.
b) O hipopótamo disse ao rececionista que tinha dificuldades com elevadores.
c) O hipopótamo chegou ao hotel.
d) O hipopótamo disse ao rececionista que só toma grandes-almoços.

No texto, a repetição da expressão «sempre atencioso» mostra que o rececionista era __________ ________________.

O hipopótamo não ficaria satisfeito com um quarto _____ ___________ __________ .

Para o hipopótamo, «Foram umas férias muito agradáveis.»
Será que os outros hóspedes pensaram o mesmo? Justifica a tua resposta

Escreve uma frase que apresente a ideia principal do último parágrafo do texto.

Indica três alimentos que o hipopótamo come.

O rececionista queria resolver o problema das reclamações apresentadas pelos hóspedes do seu hotel.
Apresenta duas propostas que possam ajudar a resolver a situação.

Vais agora escrever uma história.
Imagina que um dia, inesperadamente, chegavam alguns pinguins ao hotel.
Que aventura poderiam viver os pinguins naquele lugar?

clic aqui para corrigir o trabalho

A menina do mar de Sophie Andersen

Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas. Nessa casa morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia.

1. Descreve a casa.

2. Que plantas cresciam no jardim?

3. Quem morava nessa casa?

4. O que fazia o rapazito durante o dia?

Astérix e o Grifo

A nova aventura, «Astérix e o Grifo» leva o nosso herói, acompanhado pelo seu inseparável companheiro Obélix, com o seu cão Ideafix e pelo druida Panoramix, numa longínqua viagem para paisagens desconhecidas, selvagens e geladas. O destino é o território dos Sármatas, situado muito a leste, em pleno Barbaricum.

Tudo começa com um sonho de Panoramix, onde velho amigo lhe pede ajuda…. está dado o mote para mais uma bela aventura, onde os vilões de serviço, são mais uma vez, os romanos, que querem capturar o Grifo, um animal meio águia meio leão, que é considerado sagrado para os sármatas

Quais as personagens da capa do livro?

Como se chamava o druida (os Druidas eram sacerdotes do antigo povo celta)?

Há quantos anos se passou esta história?

Como se chamava o imperador Romano?

Qual o nome da capital do império Romano?

O que pretendia o imperador Romano?

Onde se encontrava o animal pretendido por César?

Este livro é uma __________ __________ . A página 5 tem uma__________ quatro__________e seis______________ .

(prancha, banda desenhada, vinhetas e tiras)

Pássaro Amarelo – Olga de Dios

Quantos e quais os pássaros que estão no livro?

Qual a personagem principal da história?

Por que não podia voar o Pássaro Amarelo?

Mas era muito _______________________ conseguia ____________________________.

Mas o que mais gostava era de __________________ as suas ___________________________

Quem teve a ideia de construir uma coisa para o Pássaro Amarelo voar?

Por que partilhou o Pássaro Amarelo a sua invenção?

No primeiro voo o Pássaro Amarelo __________________a um _______________.

A que mais locais o Pássaro Amarelo chegou?

Qual aquele que mais gostou?

De lá, e tal como prometeu escreveu ao Timóteo!

Querido Timóteo

Se fosses tu o Pássaro Amarelo o que escreverias na carta?

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Hora do conto – O vampiro que bebia groselha de Ducla Soares

Quem é a personagem principal deste conto? E as personagens secundárias?

Por que ficou o Vampirinho sózinho na gruta?

Qual o primeiro animal que o Vampirinho encontrou?

No estádio qual o jogador que o Vampirinho mordeu?

Quem adaptou o Vampirinho para seu mascote?

Qual passou a ser a bebida favorita do Vampirinho?

Conta outras aventuras do Vampirinho no café!

Uma história para os todos os alunos

  1. Quem é a personagem principal deste conto? E as personagens secundárias?
  2. Como conheceu o Ogre a Bruxa?
  3. O que combinaram?
  4. Por que razão o Ogre não reconheceu a Bruxa?
  5. Como era a Bruxa antes de se arranjar com a varinha?
  6. Ela desmanchou o feitiço e acabou almoçando com o Ogre? Qual a ementa?

Correção da história “Bonita”

Para os alunos do 3° e 4° anos

3°ano Ciclo do ovo

O rato do monte e o rato da cidade

A nuvem e o caracol António Torrado

A festa Sophia de Mello Andresen

O vampiro que bebia groselha Luisa Ducla Soares

4°ano

O rapaz de Bronze (Sophia de Mello Andresen)

Mania das Pressas – António Torrado ( já executado por + de 313 alunos de todo o país)

Conjugação de verbos

Enigma Irresolúvel

A noite em que a noite não chegou – José Fanha.

O corpo humano

Resolve problemas

Zé Troca Tintas Já executado por 90 alunos de todo o país.

Gramática

História de Portugal (revisão)

Caravela Portuguesa de Jacinto Palma (ex professor do Magistério)

novo: perímetro e área , graus dos adjetivos , Um circo especial e História de Portimão

Imagens Dos Protestos “Anarco-Sindicalistas” (Versão Santos Silva) De Ontem

………Com o seu passado (Santos Silva), classificar como anarco-sindical o movimento de protesto dos professores é apenas patético

O Meu Quintal

Imagens recolhidas pelo Paulo Fazenda.

Águas Santas, Chaves (marcha), Famalicão (D. Sancho I), Mesão Frio, Santa Maria da Feira. Viana do Castelo (Monte da Ola), Vale de Milhaços (encerrada), Vila Real (concentração), Famalicão (C. C. Branco), Pombal (Gualdim Pais), Santo André (nº 2), Fajões…

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Sou Alentejano…

“Os alentejanos são apaixonados, por isso perigosos. O alentejano é um sentimental, que ama e odeia com a mesma força. E quando se sente picado…”

“É um povo com muito sentido de humor. Não há nenhum almoço alentejano que não acabe com alentejanos a contar anedotas e a cantar canções alentejanas” Nicolau (actor, natural de Serpa)

…nascido e criado em Beja, com alguns anos pelo meio em Baleizão.

Galeria de horrores da Educação portuguesa

Escola Portuguesa

Um soberbo trabalho do nosso colega Paulo Salvador Lopes, este álbum de família que foi crescendo na página do Facebook do autor em sucessivas versões, com a inclusão dos mais notórios coveiros da Educação e da escola pública portuguesas.

Larga predominância de pessoal político do PS, o que se justifica não só com a preponderância política deste partido desde 2005 mas também com a especial sanha que este partido vem nutrindo contra os professores.

Para quem tenha dúvidas na interpretação da imagem, nela estão representados os antigos ministros: a sinistra Lurdes Rodrigues, Isabel «uma Aventura» Alçada, Nuno Crato e Tiago «Nulo» Rodrigues, bem como os secretários de Estado Valter «Já Demos» e Alexandra Leitão.

Na primeira fila, o trio maravilha que em união de esforços para conter o protesto e a revolta dos professores, o presidente Marcelo e a dupla de Costas, acolitados pelo…

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MANIFESTO EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA


Há 17 anos, a Escola Pública, em Portugal, mudou radicalmente de rumo. E se
é verdade que esse novo caminho nos trouxe a renovação arquitetónica e
tecnológica de muitos edifícios escolares, também é verdade que essa mudança
significou o encerramento de muitas escolas do interior do país e um inexorável
incentivo ao despovoamento de muitas aldeias. No âmbito profissional e
pedagógico, esse vórtice reformista arrastou consigo um amplo conjunto de
direitos dos professores, sobre os quais foram lançados vários anátemas, que
geraram, contra eles, um clima social de desconfiança, de culpabilização, de
descredibilização e falta de respeito. Simultaneamente, foi ganhando corpo uma
escola caracterizada pela sobreocupação dos professores, pela inflamação do
tempo burocrático, em detrimento do tempo pedagógico, pela progressiva
desresponsabilização dos alunos, pela desvalorização do conhecimento e do
esforço, pela degeneração progressiva da exigência académica.
Estes anos de violenta mudança — invariavelmente construída sem os
professores, apesar dos professores e contra os professores — desembocaram
numa escola na qual nem professores nem alunos se reveem, onde já ninguém
se sente verdadeiramente realizado, verdadeiramente feliz. É um escola que nos
cansa, nos absorve, nos ocupa, de forma omnipresente; uma escola que nos
obriga a conviver com um crescente vórtice de funções e de tarefas; uma escola
que temos de levar para casa, quando não é ela que invade o nosso lar,
roubando-nos o sossego, o repouso, o salutar afastamento, o tempo familiar e
social; uma escola que nos impõe, quotidianamente, a frustrante sensação de
não estarmos a fazer o nosso melhor, porque há uma força que nos impele num
sentido muito diferente daquele que nós seguiríamos; uma escola que,
infelizmente, semeia e cultiva diariamente, em nós, fundamentadas dúvidas
sobre o futuro que estamos a preparar.
É desolador o quadro que, atualmente, se oferece a professores e alunos. As
novas, e infindáveis, vagas que assolam constantemente as escolas trazem
autênticas enxurradas de novas práticas, imediatamente instaladas no
quotidiano pedagógico, de novos instrumentos, que se multiplicam
descontroladamente e que são, por natureza, testemunhos de um conhecimento
mais efémero, que não teve de ultrapassar a barreira do tempo, que não teve
tempo de sobreviver às vicissitudes do esquecimento. É, em suma, a cultura da
superficialidade, dado que esta autêntica vertigem não dá a ninguém,
professores e alunos, o necessário tempo para ponderar devidamente, para
amadurecer as ideias, para aprofundar as aprendizagens. Tudo é feito no
instante e, cada vez mais, para o instante. Não pode ser luminoso o destino. É
este o miolo do mais profundo descontentamento dos professores, o fortíssimo
impulso da sua determinada e irreversível contestação.
O que contestam, então, os professores?

  • este regime de gestão, nada democrático nem capaz de educar para a
    democracia, bem pelo contrário, uma vez que, semeando múltiplos medos e
    freguesias afetivas nas escolas, é antítese de muitos dos valores ensinados na
    cidadania e nos tão queridos projetos que o ministro da Educação vai
    apadrinhando;
  • este anunciado (e já proposto) Conselho Local de Diretores, que é a cereja no
    topo do bolo deste cinzento regime de gestão, uma vez que vem reforçar os
    poderes daquelas figuras que a democracia não vê com bons olhos, atribuindolhes ainda mais capacidade de controlo dos subordinados, dando-lhes ainda
    mais poder discricionário; tornando-os ainda mais temíveis;
  • a subtração de seis anos, seis meses e 23 dias de trabalho árduo, sofrido;
  • o injusto estrangulamento do acesso ao 5.º e ao 7.º escalões;
  • a absurda e injusta avaliação docente, que transforma, administrativamente,
    um “Excelente” num “Muito Bom”, ou num “Bom”;
  • uma vida inteira de trabalho precário, com contratos sucessivos, sem
    vinculação, muitas vezes longe de casa, a troco de salários miseráveis, que não
    dão para as despesas;
  • anos e anos de perda de poder de compra, enquanto acumulam trabalho,
    incontáveis horas de serviço roubadas ao tempo social e familiar;
  • a exploração resultante das ditas horas da componente não letiva de
    estabelecimento de ensino, também essas sonegadas à redução efetiva do
    horário semanal em resultado da idade (a redução, agora, é apenas exploração
    e sinónimo de desgaste físico e psicológico, o que é contra natura);
  • a generalizada falta de pessoal não docente, sobretudo de técnicos
    operacionais, o que degrada a qualidade do serviço por eles prestado — de
    apoio ao ensino e não só — e a própria segurança dos alunos, fora das salas de
    aula;
  • a escassez de psicólogos e de professores de Educação Especial, em nome
    de uma escola efetivamente inclusiva;
  • o facilitismo crescente, que torna os alunos cada vez menos ambiciosos, menos
    empenhados, menos capazes de superação e menos autónomos;
  • a desresponsabilização crescente dos alunos, quer nas faltas (de todos os
    tipos), quer no seu processo de aprendizagem;
  • toda a burocracia inútil que lhes tem vindo a ser imposta, roubando-lhes tempo
    e paciência, desviando-os constantemente da sua missão pedagógica, do seu
    labor em prol dos alunos;
  • a sobreocupação de professores e alunos, na escola e em casa, com um semnúmero de pequenas inutilidades que cansam, saturam, muitas vezes
    inutilmente, sem a devida compensação a nível das aprendizagens;
  • todo este universo de fatores que contribuem para que, atualmente, já muito
    poucos jovens queiram ser professores, já pouca gente queira trabalhar nas
    escolas; para que haja cada vez mais turmas sem docentes, a cada vez mais
    disciplinas;
  • esta escola que prejudica os mais pobres, os mais vulneráveis, em vez atenuar
    ou corrigir desigualdades sociais, dado que transmite aos alunos o facilitismo, a
    falta de ambição; dado que não lhes transmite o valor da disciplina, da
    capacidade de sacrifício, do respeito; dado que não os prepara para a vida, que
    é cada vez mais dura, mais exigente, mais instável e mais precária.
    Professores e alunos, todos nos movemos numa espécie de mundo às avessas,
    onde a nossa inteligência e a nossa autonomia contam cada vez menos.
    Andamos no verso da nossa vontade e da nossa clarividência. Parecemos
    marionetas de um tempo que nos banaliza. Os alunos não, mas nós, os
    professores, temos uma enorme responsabilidade sobre os ombros e uma culpa
    que, inclementemente, nos espera. Por eles e por nós, temos a obrigação de sair
    desta masmorra, porque nós somos professores. Somos professores! Os alunos
    não, mas nós temos a obrigação de lutar, de lutar até a nossas forças e a nossa
    inteligência se esgotarem, para mudar este rumo, para termos uma escola
    melhor, que sirva efetivamente os interesses e as legítimas expectativas
    daqueles que dão pleno sentido à nossa existência. Por nós, pelos alunos, por
    Portugal, temos esse dever!
    Braga, 03 de fevereiro de 2023

Luís Fernando Ribeiro da Costa,Professor do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado, Braga
luisfernandoribeirodacosta@gmail.com
Lídia da Conceição Capelas Fernandes Costa, Professora do Agrupamento de Escolas de Prado, Vila Verde, Braga
lidiacfc@gmail.com

Acordo de princípios com os sindicatos – a proposta do ME

Escola Portuguesa

O documento não foi apresentado na reunião aos sindicatos, mas apareceu entretanto a circular nas redes sociais. Publico-o sob reserva, pois não o encontrei ainda divulgado por nenhum dos intervenientes nas negociações.

Atente-se nos pontos 9 e 10, onde a dança interconcelhia de professores do quadro, sob a batuta do conselho de directores, fica legalmente consagrada. A moeda de troca para a vinculação de 10 mil contratados é a possibilidade de mobilidade forçada para 100 mil docentes do quadro.

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