25 de abril em Portimão

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XIII Corrida da Liberdade Prova de atletismo de estrada com a presença de 500 atletas de diversos escalões Masculinos e Femininos.  Local: Zona Ribeirinha de Portimão junto ao Coreto

Torneio de Xadrez: Junto à antiga lota – inscrições até às 15.30.

No dia 20 de Abril, às 21h30, realiza-se na Casa Manuel Teixeira Gomes o Recital “José Afonso – in memoriam” por Afonso Dias, em homenagem ao poeta, compositor e cantor.

No dia 21, o espetáculo “Portugal Não é Um País Pequeno” de André Amálio, reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, através dos testemunhos de antigos colonos portugueses.

vivaportimao2017/Abr/PROGRAMA-FINAL

Professores: escrutinados, cansados mas motivados

http://observador.pt/opiniao/professores-escrutinados-cansados-mas-motivados/

“Somos uma classe cansada e desiludida pela forma como temos vindo a ser tratados. Quão bem a opinião pública conhece uma classe profissional a que tanto deve e na qual o poder político tanto bate?

A classe docente é uma classe emblematicamente escrutinada pela opinião pública e que todos se sentem competentes para criticar. Somos criticados por fazer e por não fazer, mas também o seremos se fizermos algo que se situe entre esses dois polos. Mas quão bem a opinião pública conhece uma classe profissional a que tanto deve e na qual o poder político tanto bate?” […]

As Contas do Insucesso (mas com Sentido)

Há vários anos que discordo abertamente das contas que por cá se apresentam sobre o custo financeiro do insucesso escolar. Não falo das questões sociais, psicológicas ou pedagógicas. Refiro-me à demagogia desenfreada que, independentemente da cor dos governantes ou especialistas, assalta quem fala disto com contas mal feitas. Arranjam um valor médio por aluno e multiplicam-no pelos “chumbos” e acham um valor que praticamente ninguém questiona (e a comunicação social amplifica de forma acrítica), excepto este ou aquele idiota como eu a quem esse tipo de contas cheira a esturro. 

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Fonte: As Contas do Insucesso (mas com Sentido)

O xadrez na escola

 O xadrez é um jogo de estímulos e respostas para problemas, desenvolvendo assim a capacidade cognitiva do jogador. Pedagogicamente, o xadrez faz parte do currículo escolar básico de dezenas de países.

o Grande Mestre Internacional GARRY KASPAROV que  numa entrevista cedida à revista Veja comenta: “o xadrez ajuda a melhorar a atenção, a disciplina, o pensamento lógico e a imaginação. Não é por acaso que, nas 13.000 escolas americanas onde se ensina xadrez, as crianças têm melhores desempenhos em disciplinas como, matemática e português. Elas também demonstram ser mais responsáveis ”

Os alunos,  num primeiro momento, aprendem a concentrar-se e saber os movimentos de cada peça assim como as regras gerais do jogo e o seu objetivo final, o xeque mate. Depois, vem o exercício da estratégia, pensar em jogadas possíveis.

Paralelamente ao jogo propriamente dito, existem dezenas de possibilidades para trabalhar, na matemática, no português, e na história. O imenso mérito do xadrez é que ele responde às preocupações fundamentais do ensino moderno: a interdisciplinaridade e a possibilidade de cada aluno progredir segundo seu próprio ritmo, valorizando assim a motivação pessoal.

O tabuleiro, o nome das peças, os seus movimentos, as colunas e as linhas, são instrumentos preciosos para estimular os alunos na resolução de problemas, com todas as variantes que a nossa imaginação permitir, ou para os alunos desenvolverem o gosto pela escrita de frases, ou textos consoante o seu grau de desenvolvimento.

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Na elaboração de projeto pedagógico do qual todos os alunos pudessem participar ativamente, surgiu a ideia de montar um grande tabuleiro de xadrez no pátio da escola (foto: arquivo da EE Mário Gomes de Barros)

Maratona Final

O ano letivo está a umas semanas do seu final, contudo o cansaço generizado está instalado na maioria dos professores com tarefas letivas, com especial  relevância para os que cumprem mais de 25 horas letivas com a mesma turma.

Para dificultar ainda mais esta maratona, surgem uns obstáculos finais, em forma de aferições, a disciplinas despromovidas pelo anterior governo, a exigir um esforço, e um folgo que nem todos ainda têm.

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Santana Castilho – Tirando a casca ao discurso do Governo

Fonte: Público8bd79-31-dez-2010

1. Quando se inquirem os portugueses relativamente à confiança que depositam nos diferentes grupos profissionais, os professores figuram nos lugares cimeiros. Em sentido inverso funciona a confiança dos professores nos políticos que os tutelam. Ontem, isso mesmo ficou patente no seu protesto público. Tirando a casca ao discurso do Governo, resulta o vazio do que já devia ter sido feito.

Os normativos que regulam a carreira docente estão inertes em matéria de direitos. Urge regular as ilegalidades que foram acumuladas ao longo dos tempos e assegurar a contagem de todo o tempo de serviço prestado pelos docentes. Urge assumir que o congelamento da progressão na carreira cessa a partir do início do próximo ano. Urge deixar de classificar como trabalho não lectivo o trabalho que é efectivamente lectivo e estripar do dia-a-dia da docência a inutilidade de milhentas tarefas burocráticas estúpidas, que apenas funcionam como elementos de subjugação a favor de chefias inaptas. Por outro lado, cerca de metade das situações de contratação precária por parte do Estado dizem respeito a docentes. Neste contexto, é imperioso que o Governo cumpra, sem truques, a Directiva 1999/70 da Comissão Europeia.

No quadro mais restrito da gestão das escolas, três vertentes são incontornáveis: reversão da enormidade dos agrupamentos, alteração do modelo de gestão e garantia de que a chamada descentralização de competências passa pelo aumento da sua autonomia, que não pela entrega às autarquias de responsabilidades que pertencem às escolas.

Rogério – sobre as manifestações

Bom dia,
A minha maior indignação é o facto dos sindicatos compactuarem com o governo, ao fazerem manifestações por docentes e não docentes da escola pública, estão a admitir a diferença entre Docentes do público e do privado.
Deveriam reivindicar condições para os Professores e as Escolas, sem discriminar porque assim estão a aceitar que existam condições diferentes.
Os Docentes das escolas não públicas também são sócios dos sindicatos e pagam como os outros. Para a mesma profissão direitos e deveres iguais, tal como consta na Constituição da Republica Portuguesa.

Hoje é dia de greve

Este medir de forças dos professores com o governo vai, na próxima sexta-feira, dia 21 de abril, estender-se aos trabalhadores não docentes das escolas públicas, já que a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas (também afeta à CGTP) tem marcada para aquela data uma concentração seguida de desfile até ao Ministério.

Esta luta em fatias não me agrada nada! Uma concentração como a do dia 18, num dia sem aulas serve exatamente para quê? Apresentar armas? Convencer os fiéis de uma capacidade de luta não  perdida, ou verificar a óbvia  divisão no seio dos professores e optar por outros cenários?

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António na caixa de comentários do ARLINDO

Eu e muito colegas não estivemos lá não por não irmos à luta, alias, vamos à luta sem o apoio do sindicato que aprovou e aprova as vinculações extraordinárias que vieram desregular os concursos de professor e que permitiu que as vagas a concurso deste ano aprisionem os docentes de quadro de escola por não haver uma única vaga de QZP disponível para estes poderem mudar de lugar de quadro. A FENPROF não defende nenhum professor, defende-se a si mesma, se o governo não tocar nos estatutos do sindicato tudo passa, passa com a má cara do sindicato, mas passa. Ainda me lembro dos protestos contra a Maria de Lurdes Rodrigues e contra a avaliação, assim que a ministra deixou cair a clausula que obrigava os sindicalistas professores a terem que dar aulas pelo menos um ano para serem avaliados (dar aula, valha-nos Deus), acabaram-se os protestos, a avaliação continuou e pronto. Os docentes de quadro de escola e de zona foram gravemente injustiçados com a abertura dos concursos externos-extraordinários, os próprios professores que entraram nos primeiros externos-extraordinários são agora injustiçados por não poderem concorrer às vagas de outros grupos onde, mais graduados que os que agora entram, ficariam melhor colocados. Neste momento estou com um grupo de professores a tentar travar este desnorte de vinculações extraordinárias com recurso aos tribunais, uma vez que o Sr. Mário Nogueira não considera gravoso que os docentes sejam a única classe de trabalhadores públicos sem direito à mobilidade na carreira para todas as vagas disponíveis. A desculpa dos anos que alguns docentes estão em contrato não cola, porque muitos não concorrem para todos os horários disponíveis e as escolas, após a colocação da MI abrem um sem número de horários para os quais os QE e QZP não podem concorrer, mais, muitos destes contratos foram indemnizados com subsidio por caducidade de contrato, a seu pedido, como pode então ser alegado, depois do dinheiro estar no bolso, que não houve caducidade de contrato? Só se houve burla, digo eu. O Sr. Mário Nogueira deveria voltar ao serviço público e largar os interesses particulares do sindicato, não estranha que apenas tenham conseguido juntar 1500 pessoas. Qual é o número de delegados sindicais e dirigentes afetos à FENPROF? Cheira-me que nem os próprios responsáveis querem aparecer nestas encenações.

Espero que as listas dos associados em cada sindicato seja pública, é que já fui sindicalizado em três e não sei se o meu nome continua a constar nos três apesar de não pagar quota (porque desisti formalmente) faz mais de três anos. Deveria haver um recenseamento nas escolas, feito pelo governo, do número de pessoas sindicalizadas, até podem usar o SIGRHE.

arlindovsky.net/2017/04/accao-da-fenprof-no-dia-de-ontem

O Espanto que é um “Espantalho” — ComRegras

“O Ministério da Educação admitiu, esta quinta-feira, que há escolas sem condições para lecionar a disciplina de Educação Física.” Quando li sobre o assunto ficou-me a vontade de escrever, de questionar, de perceber como foi possível- como É possível– que os pais, os Diretores, o Ministério…afirmem que desconheciam/desconhecem as condições físicas e humanas que os…

via O Espanto que é um “Espantalho” — ComRegras