Para os alunos do 3° e 4° anos

3°ano Ciclo do ovo

O rato do monte e o rato da cidade

A nuvem e o caracol

A festa

4°ano

O rapaz de Bronze

Mania das Pressas – António Torrado ( já executado por + de 303 alunos de todo o país)

Conjugação de verbos

Enigma Irresolúvel

A noite em que a noite não chegou – José Fanha.

O corpo humano

Resolve problemas

Zé Troca Tintas Já executado por 90 alunos de todo o país.

Gramática

História de Portugal (revisão)

Caravela Portuguesa de Jacinto Palma (ex professor do Magistério)

novo: perímetro e área , graus dos adjetivos , Um circo especial e História de Portimão

tutoria para saber um pouco sobre classroom do google

3 mil turmas com falta de professor

As contas são feitas pelos sindicatos e especialistas e mostram números preocupantes no arranque do ano letivo: menos 140 professores do que no ano passado, quase 700 horários por preencher e um desinvestimento (apesar de alguma evolução) numa área frequentemente pouco valorizada – a psicologia -, que faz bem mais pelos alunos do que orientá-los para o curso a seguir no futuro Novo ano letivo: há 3 mil turmas com falta de professores e psicólogos escolares a menos…

https://www.arlindovsky.net/…/3-mil-turmas-com-falta…/

Municipalização da educação: “dar o ouro ao bandido”…

Há alguns factos incontornáveis e que não devem ser escamoteados relativos ao tema da municipalização da Educação:

 O prazo de transferência das competências para as autarquias locais e para entidades intermunicipais no domínio da Educação foi prorrogado até 31 de Março de 2022, conforme o disposto no Decreto-Lei Nº 56/2020 de 12 de Agosto…

 Entretanto, passou-se um ano desde a publicação do anterior diploma legal e, a ser como aí está disposto, faltarão apenas cerca de seis meses para que se concretize a referida transferência de competências de forma massiva e previsivelmente irrevogável…

 E assim o tema da “municipalização da Educação” está de volta, mesmo que muitos considerem esse assunto como uma espécie de tabu, que não deve ser falado nem discutido… Outros, porventura, talvez ainda não se tenham dado conta que esse iminente e tenebroso desígnio não desaparecerá só porque não se fala dele, antes pelo contrário…

 Essa transferência de competências, um dos objectivos maiores do actual Governo, está, de resto, bem explícita e assumida no Comunicado do Conselho de Ministros de 8 de Novembro de 2018…

 Colocam-se, contudo, muitas reservas quanto à bondade e à virtude desse modelo de gestão e administração do sistema educativo, salientando-se desde logo o seguinte:

 – Num artigo publicado em 9 de Junho de 2019 pelo Jornal Diário de Notícias, intitulado “Metade dos casos de corrupção tem origem em autarquias”, referia-se que o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) analisou em 2018 um total de 604 casos relacionados com essa criminalidade: 48% ocorreram em autarquias, o que representava a maior percentagem de sempre, constatando-se também que os casos reportados relacionados com os municípios tinham vindo a subir: 32.9% em 2015, 35% em 2016, 44.6% em 2017 e 48% em 2018.

 Também de acordo com o referido artigo: “48% (num total de 288) estão relacionados com autarquias, a maioria provenientes de câmaras municipais (223), seguidos de juntas de freguesia (56) e de empresas municipais (9)”.

 Por outro lado, em notícia veiculada pelo Jornal Expresso em 16 de Março de 2021, referia-se que o Relatório do mesmo CPC, relativo aos dados reportados em 2020, “enfatiza que a área da Administração Local é, uma vez mais, a que surge mais representada, estando associada a mais de metade (51,8%) dos reportes judiciais”.

 Mais se afirmava que: as “autarquias lideram as queixas, mas mais de metade acabam em arquivamento. Corrupção e peculato dominam os motivos para abertura de Processos.”

 Na mesma notícia, referia-se ainda que a ausência de indícios ou elementos probatórios e as dificuldades na realização da investigação criminal para a recolha de indícios e provas nestes crimes económico-financeiros, foi a explicação dada pelo CPC para o arquivamento de 52% das queixas e para a condenação apenas de 10 processos abertos em tribunal…

 Perguntas decorrentes de tudo o anterior, independentemente da “cor política” dominante em cada autarquia:

 – Em termos gerais, é possível confiar na (suposta e exigível) idoneidade dos dirigentes do poder autárquico?

– Em termos gerais, terão esses dirigentes a aptidão ética e moral, necessária e imprescindível ao desempenho dos respectivos cargos?

 – Ainda que as condenações em Tribunal apresentem uma baixa percentagem, pelos motivos já apontados, como ignorar ou “apagar” as muitas suspeitas de corrupção, peculato, participação económica em negócio ou abuso de autoridade/poder, que recorrentemente são dadas a conhecer pelos meios de comunicação social, envolvendo titulares de cargos autárquicos?

 – Poderão os Profissionais de Educação, docentes ou não docentes, confiar em Dirigentes Máximos de Serviço que se encontrem sob as mais variadas suspeitas, ainda que não venham a ser legalmente sancionados? Nessas condições, que legitimidade institucional pode ser reconhecida a tais Dirigentes?

 Os cargos autárquicos parecem ser muito tentadores, mas nem sempre pelos melhores motivos ou pelos motivos certos… O estabelecimento de teias de relações duvidosas, obscuras e “perigosas”, alimentadas por interesses clientelistas e por lobbies burocráticos, parece ser uma prática comum ao nível do poder local, conhecida de praticamente todos os cidadãos, de qualquer autarquia do país…

 E perante isso, o que fazem os cidadãos? Os cidadãos limitam-se a comentar o tema em surdina ou a afirmar: “rouba, mas faz”, numa atitude de clara desculpabilização, de condescendência e até de alguma implícita empatia…  

 Os cidadãos, incluindo parte significativa dos próprios Profissionais de Educação, sobretudo pela sua inércia e indiferença, têm, afinal, os autarcas que merecem porque: “a impunidade é segura, quando a cumplicidade é geral” (Mariano José Pereira da Fonseca)…

 Vem aí borrasca, proporcionada por uma Democracia cada vez mais débil e anémica… Os Partidos Políticos com assento na Assembleia da República e os Sindicatos da Educação ou “assobiam para o lado” ou esboçam protestos indisfarçavelmente pueris, apesar desta pretensão do Governo significar um verdadeiro “xaque-mate” à Educação…

 E em plena campanha eleitoral para Eleições Autárquicas, e porque a Educação não pode depender de interesses sombrios, resta afirmar isto:

 Talvez seja aconselhável pensar muito bem a que “bandidos se vai dar o ouro” porque é bem possível que os que agora forem eleitos passem a gerir e a administrar parte significativa das vidas profissionais do pessoal docente e não docente, já a partir do próximo mês de Março…

 (Matilde)

A vez da política

Como Ricardo Araújo Pereira mostrou no domingo, no programa “Isto é gozar com quem trabalha”, qualquer cidadão menos dotado intelectualmente se acha no direito de participar em eleições. Mas não pensem que o fenómeno se esgota no “Chega”. Há por aí muito boa gente em listas de outros partidos e comissões de honra que faria a mesma figura se fosse questionada por um@ jornalista. O polvo partidário permite que o poder suba à cabeça de alguns, que não os melhores. O povo perde qualidade de vida com gente medíocre a dirigi-lo. Mas não sejamos ingénuos, este é o plano ideológico de alguns partidos, embora o escondam do eleitorado. O voto torna-se insignificante (apesar de a democracia em dias certos ser melhor que nada) para tanto gato escondido com a cauda de fora.

Resistência

João Costa no Expresso

https://expresso.pt/sociedade/2021-09-20-Recuperar-com-autonomia-e-recursos-20a6961e

O ano letivo 2021/2022 arranca com a certeza de que, pelo segundo ano consecutivo, estamos não apenas a cumprir a missão natural da escola, mas também a mitigar os efeitos da maior crise que assolou o nosso sistema educativo. A pandemia afetou os alunos nas suas aprendizagens, aumentou desigualdades e gerou ansiedade, perdas e instabilidade.

Consciente do enorme desafio, o Ministério da Educação alocou um conjunto significativo de recursos humanos para a recuperação das aprendizagens logo no ano letivo de 2020/2021. Previstos apenas para um ano, foram agora prorrogados e reforçados. O crédito horário das escolas, o conjunto de horas que as escolas dispõem para medidas de promoção do sucesso escolar, foi reforçado. Foram contratados mais de mil técnicos especializados (psicólogos, assistentes sociais, educadores) para a implementação de planos de desenvolvimento pessoal, social e comunitário, criados por cada uma das escolas. Foram atribuídas horas, este ano duplicadas, para a coordenação das Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva. Foi alargado o apoio às Escolas TEIP, com mais horas de trabalho e estendendo o programa às escolas com uma taxa relevante de alunos migrantes. O programa de tutorias, iniciado em 2016, foi alargado para incluir mais alunos, o que implicou um reforço significativo do número de professores tutores. As escolas têm, assim, desde 2020, um aumento de professores e técnicos para fazer face aos desafios colocados pela pandemia…

Greve do STOP continua até dia 22

………Vimos por este meio informar que, 20 setembro, às 8h30 os Profissionais da Educação encerrarão a Escola Básica 1 da Conchada (Coimbra) devido à sua adesão à greve.

Escola Portuguesa

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Uma afirmação desta gravidade exigia mais ação

O Secretário-geral da FENPROF sublinhou que, em Portugal, os professores são os protagonistas de um sistema em que o ministro não passa de um figurante. Por isso, a 5 de outubro, Dia Mundial do Professor, os docentes vão estar na rua para exigir melhores condições de trabalho e respeito pela profissão.

A rotina sindical que talvez adicione a esta jornada de luta uma greve a 4 de Outubro, já teve melhor dias! Honra seja feita ao S.TO.P que tem sido consequente com a gravidade da situação da atividade docente e não docente nas escolas.