Ana Rodrigues Martins

É verdade, continuo a financiar esta agremiação.
Por muito que a minha natureza ideológica acredite na necessidade de estarmos unidos na defesa dos nossos interesses profissionais, há muito que deixei de acreditar num “sindicato” que perdeu o Norte, considera uma parte substancial dos seus associados (financiadores) uma espécie de profissionais de segunda e tem como dirigentes máximos pessoas sem capacidade para os cargos que ocupam.
A pergunta é por que diabo hei-de continuar a largar 200 € para os financiar?
E a resposta é, em parte porque sou idiota e em parte ( uma parte importante) porque conheci naquela casa funcionários excelentes, cujo vencimento é pago também pelas quotas dos associados.
Virá o dia, mais cedo ou mais tarde, em que tudo isso me esquecerá. Até lá, pago.

“A escola não se pode dar ao luxo de ser permissiva, negligente, permitindo comportamentos desviantes e criminais”

Embora seja de extrema importância, urgente e bem-vinda a reestruturação curricular, de pouco irá valer se não se apostar em soluções efetivas para pôr cobro à indisciplina e violência escolar, se não for restabelecida a autoridade e a valorização da escola pública e dos seus profissionais. A escola evoluiu, a escolaridade foi alargada, multiplicaram-se os…

via “A escola não se pode dar ao luxo de ser permissiva, negligente, permitindo comportamentos desviantes e criminais” — ComRegras

Opinião – Clara Camilo Tojal Dionísio

«Igualdade nunca haverá, mas é muito descabido termos uma lei que chama uma hora 60min para o o 1ºciclo e 50min para os outros…Assim como a carga horária semanal dos professores da Educação Especial ser bastante inferior…todas as responsabilidades recaem sobre si: reuniões vigilância,supervisão, encaminhamentos, papelada, atas, avaliação, vigilância aos exames…Criar desigualdades é indigno e leva a fricções entre profissionais que deveriam trabalhar em cooperação mútua.»
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Objeção de consciência

Um dos vetores mais marcantes da última década, no que ao ensino diz respeito, é, sem dúvida, a progressiva proletarização da classe docente deste país. Reduzir os professores ao estatuto de serviçais pedagógicos tem sido o lema inconfessado dos sucessivos elencos ministeriais, desde Lurdes Rodrigues até à atualidade. É o braço do Estado — enquanto…

via Objeção de consciência — ComRegras