Redução do número de alunos será uma realidade, mas de forma progressiva…

A questão é consensual, a redução do número de alunos por turma e por professor, trará benefícios quer ao nível disciplinar, quer ao nível das aprendizagens. A dúvida que existe é conhecer a dimensão da redução e se as escolas poderão “jogar” com o tamanho das turmas, não ultrapassando um determinado plafond. O Secretário de Estado João Costa,…

via Redução do número de alunos será uma realidade, mas de forma progressiva… — ComRegras

Ser professor, hoje, em Portugal,

Ana Rodrigues Martins  no facebook

Ser professor, hoje, em Portugal, é uma actividade deprimente e miserável.
Ser professor do 1° ciclo é-o com particular “afinco”.
Passar um dia inteiro com crianças que não têm autonomia, regras e educação. Tentar ensiná-las. Tentar domar a sua agressividade. Tentar que percebam como se convive, como se devem sentar, que se agasalhem, que não adormeçam, que não destruam o material próprio e alheio, que não se espanquem, que não insultem colegas e adultos, que comam, que não cuspam na sopa, que lavem as mãos, que consigam dar um recado simples, que não se espalhem ao descer as escadas e ainda ter que responder aos pais por causa de uma nódoa negra do tamanho de uma moeda de dois cêntimos, cuja origem não temos a mínima hipótese de conhecer, é insalubre, demencial, desumano.
Isto não é uma profissão, é um martírio. Dos que matam.

16112903_1610594655623859_7358516225558494880_o1

O retrato “doente” das nossas escolas

À exceção de uma pequena minoria de alunos, ainda respeitadora da escola e dos profissionais intervenientes no sistema educativo, é notável que, de ano para ano, cresce o número de alunos que revelam comportamentos desviantes e violentos. Entre as atitudes mais comuns de indisciplina podem referir-se as seguintes: uma postura de provocação constante, desobediência, desrespeito…

via O retrato “doente” das nossas escolas. — ComRegras

Balanço até ao Momento do Sucesso Burrrocrático

Como sabeis, sou pessoa de mais fígados e piores inclinações. Má língua como poucos seres ao cimo desta Terra e outras por perto. Mas, até ao momento, tirando o reforço de algumas práticas e a possibilidade de ter as coadjuvações, o que retiro dos planos de sucesso verdascados no início do ano é o aumento

da carga burrrocrática e papelenta, pois onde existia 1 ou 2 reuniões passaram a existir 3 (ou 4), onde existia 1 ou 2 relatórios passaram a existir 3 (ou 4) e onde existiam 6 impressos para @ professor@ justificar os seus actos passaram a existir entre 8 e 10…

via Balanço até ao Momento do Sucesso Burrrocrático — O Meu Quintal

mafalda_burocracia_1

 

Professores com mais de 60 um assunto delicado

Este ano fruto do despacho OAL, os professores do 1º ciclo, com mais de 60 anos, exerceram direito de escolha de integrar o Apoio Educativo, e usufruir de 5 horas de dispensa da componente letiva, ou ser Titular de turma e perder esse direito. Foi essa a leitura da maioria das direções.13000276_1083659804990798_3539414545623651889_n1

Já no que diz respeito ao pré escolar as interpretações variaram, umas Educadoras tiveram direito a dia livre, outras a tarde livre e outras nada, até porque não existe Apoio Educativo.

No próximo ano, admitindo que a legislação se mantém, existirão muitos mais professores nestas condições. Admitindo que num agrupamento existem mais professores com mais de 60 anos, do que os lugares de Apoio, com será a situação resolvida?

 

Resultados da municipalizacão das escolas são contraditórios

Mas porque haveriam de fazer um estudo sério sobre uma matéria que foi decidida politicamente há muito, numa ampla coligação de interesses no envelope financeiro que irá olear as finanças locais? Claro que os estudos feitos pelos próprios darão sempre resultados “positivos”. Com jeitinho até se verificará o aumento da “auto-estima” dos autarcas. Isto é […]

via O Habitual — O Meu Quintalclown