As Contas do Insucesso (mas com Sentido)

Há vários anos que discordo abertamente das contas que por cá se apresentam sobre o custo financeiro do insucesso escolar. Não falo das questões sociais, psicológicas ou pedagógicas. Refiro-me à demagogia desenfreada que, independentemente da cor dos governantes ou especialistas, assalta quem fala disto com contas mal feitas. Arranjam um valor médio por aluno e multiplicam-no pelos “chumbos” e acham um valor que praticamente ninguém questiona (e a comunicação social amplifica de forma acrítica), excepto este ou aquele idiota como eu a quem esse tipo de contas cheira a esturro. 

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Fonte: As Contas do Insucesso (mas com Sentido)

O xadrez na escola

 O xadrez é um jogo de estímulos e respostas para problemas, desenvolvendo assim a capacidade cognitiva do jogador. Pedagogicamente, o xadrez faz parte do currículo escolar básico de dezenas de países.

o Grande Mestre Internacional GARRY KASPAROV que  numa entrevista cedida à revista Veja comenta: “o xadrez ajuda a melhorar a atenção, a disciplina, o pensamento lógico e a imaginação. Não é por acaso que, nas 13.000 escolas americanas onde se ensina xadrez, as crianças têm melhores desempenhos em disciplinas como, matemática e português. Elas também demonstram ser mais responsáveis ”

Os alunos,  num primeiro momento, aprendem a concentrar-se e saber os movimentos de cada peça assim como as regras gerais do jogo e o seu objetivo final, o xeque mate. Depois, vem o exercício da estratégia, pensar em jogadas possíveis.

Paralelamente ao jogo propriamente dito, existem dezenas de possibilidades para trabalhar, na matemática, no português, e na história. O imenso mérito do xadrez é que ele responde às preocupações fundamentais do ensino moderno: a interdisciplinaridade e a possibilidade de cada aluno progredir segundo seu próprio ritmo, valorizando assim a motivação pessoal.

O tabuleiro, o nome das peças, os seus movimentos, as colunas e as linhas, são instrumentos preciosos para estimular os alunos na resolução de problemas, com todas as variantes que a nossa imaginação permitir, ou para os alunos desenvolverem o gosto pela escrita de frases, ou textos consoante o seu grau de desenvolvimento.

chess.com/play/computer

Maratona Final

O ano letivo está a umas semanas do seu final, contudo o cansaço generizado está instalado na maioria dos professores com tarefas letivas, com especial  relevância para os que cumprem mais de 25 horas letivas com a mesma turma.

Para dificultar ainda mais esta maratona, surgem uns obstáculos finais, em forma de aferições, a disciplinas despromovidas pelo anterior governo, a exigir um esforço, e um folgo que nem todos ainda têm.

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