Quem se Lembra Disto?

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O Meu Quintal

Porque o mundo não começou ontem, embora não me admire que estejam quase por aí a “rebentar” uns “referenciais” ou “guias”.

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As reuniões com caráter de urgência são desculpas!

A Fenprof está com pressa e ameaça com um greve!  Será que o ME vai ceder em alguns pontos do seu caderno reivindicativo?

Qual a margem mínima de manobra, e cedências que considera necessárias para recuar, ninguém sabe. A transparência deste grupo é um mistério.

Talvez amanhã, na conferência de imprensa surja alguma novidade menor.

Entretenham-se em manifestação de sábado à tarde, que nós tratamos da vossa vida profissional.

Não, muito obrigado!

Contra a Coreografia…

… há o trabalho de casa, resultado do investimento em bases de dados fiáveis. O Arlindo consegue dar-nos um panorama da mistificação em curso na vinculação extraordinária e nas vagas a concurso, enquanto a Fenprof anda agora por aí com umas contas que deveria ter feito há muito tempo. Nada como informação rigorosa, em vez de propaganda, para que possamos formar opinião sobre as coisas. Há malta que ainda não se rendeu à situação com medo do bicho-papão.

Madeira

Fonte: Contra a Coreografia…

Este governo, até agora, só me tem decepcionado! Noémia Lança

As revisão dos programas de Português e especialmente o de Matemática, pela extensão e complexidade, pensava eu que seria uma das primeiras medidas a ser tomada, por este governo. A redução de alunos por sala de aula. Não haver AEC pelo meio das áreas curriculares. Respeitar o número de alunos com NEE, por sala. E que os alunos que não estudam, perturbam a sala de aula e não têm aproveitamento, ficassem retidos e mudassem de turma ou seja turmas distintas para cada ano. E para me chamarem “professora velha”… Retenções logo no 1º ano. Afinal este Governo passou-se completamente e implementou “uma macacada”! Uma perfeita loucura!
De facto já estou mesmo velha, trinta e nove anos é demasiado tempo a aturar tanta inovação e experiências de treta… A idade já me permite dizer o que me “vai na alma”!

Noémia Lança

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Maria Laranjinho sobre as provas do 2º ano

Estas provas podem provar, a quantidade de alunos que frequentam o 2º ano e que não sabem sequer ler uma pequena frase. É frequente falar-se da percentagem de retenções no 2º ano. Os jornais, os estudos, todos falam do assunto, apontando o erro em direção aos mesmos de sempre: os professores. Neste momento, olho para tudo isto com indiferença. Tanto me importo que façam provas no 1º ano, como ao 2º ano frequentado por alunos com desempenho de inicio de 1ºano. No lugar de termos nas escolas turmas só de um ano de escolaridade, turmas mais pequenas e com menos NEE por sala de aula, mais apoios, tanto de professores como outros técnicos, escolhem fazer provas de aferição aos pequenos. Se os resultados não lhes agradar, para o próximo ano, carregam a carga horária, com mais horas de apoio ao estudo, e mandam os professores, esses incompetentes e responsáveis pelo insucesso no 2º ano, fazerem formação. Só se fosse idiota, me preocupava com toda esta palhaçada…

Maria Laranjinho 

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Será desta…

A situação de desvalorização progressiva, a que professores do primeiro ciclo e educadores têm sido submetidos, pelos diversos governos.

A necessidade de ter opinião sobre os programas e orientações curriculares.

Tentar suavizar a brutalidade da falsa compensação, para as horas letivas a mais, ao longo da carreira. Legislação aprovada à revelia dos prejudicados, com um estranho silêncio sindical.

Criar uma associação de professores nova pode ser a solução!

Apoios

“O relógio era o orgulho da cidade. Estava no alto da torre (…)”, começa o texto do António Torrado, o segundo destas mercadorias. E a primeira pergunta que o professor imaginou, na sua mania de achar que as coisas deve começar por ser simples: “Onde fora colocado o relógio que era o orgulho da cidade?” Linha em branco, 5-10 minutos, olhares para o relógio. Pergunta-se… “não entendes a primeira pergunta?” Ouve-se… “Não sei.” Desacredita-se e questiona-se “Mas percebeste o texto, pelo menos o início?” Silêncio, hesitação, balbuceio. Que não, que é muito complicado. Que não deu para perceber, muito menos o ferreiro, o bom gigante quem é ou deixa de ser. Estão a terminar os primeiros anos de escolaridade, quase onze anos de vida e parece aquela música do veloso. Nem dá bem para perceber se é desinteresse se é que leva a ficha “para a explicação depois das 5 horas e faço lá”. Mas porquê, para quê e como, se sou eu o professor e estou ali no apoio, com material para ajudar – deve ser o meu erro, devo estar a “treiná-lo” para perceber o que lê, é algo ultrapassado desde que saiba “comunicar” por via digital – mas não há qualquer empenho, “faço depois, agora não me apetece, o texto é difícil”. Teve sucesso até agora, um percurso sem retenções, mas não entende as letras, que se encaracolam no papel, sabe dizer as palavras medianamente, mas não sabe o que significam. Faladas alto, talvez. Incompetência minha que não desperto a motivação. Não dou a explicação que, sendo paga, talvez seja levada a sério. 45 minutos perdidos em duas vidas. Ou não. Porque os meus ainda são recuperados em parte com a colega que percebeu “um bocadinho do texto, mas é confuso, é muito grande”. Ainda tenta, percebe onde o relógio estava, não sei se chega para mais de 45 minutos de coisa quase nenhuma. Continue reading “Apoios”

Afinal havia outros!

 

Sindicatos independentes de professores admitem recorrer à greve

ASPL, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SIPE, SIPPEB e SPLIU, seis estruturas sindicais independentes representativas de educadores e professores solicitaram uma reunião de urgência ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. “Os Sindicatos Independentes esperam reunir com o Sr. Ministro a curtíssimo prazo para obterem as necessárias respostas, esclarecimentos e compromissos em relação aos assuntos em apreço, sob pena de terem de ponderar outras formas de luta, entre as quais, o recurso à greve”, explicam os sindicatos em comunicado enviado às redações.

Municipalização só avança com garantias financeiras

Por mim ficava como está!

Em ano de eleições é uma grande prenda para as autarquias.
Pelas competências previstas haverá redução de poder dos diretores, já que vão perder competências.
Por outro lado, em todas as equipas do diretor há um adjunto quase exclusivamente com competências de gestão do ASE, transportes de visitas de estudo, cantinas, bufetes…outros adjuntos também têm competências na área de pessoal não docente tal como os coordenadores de estabelecimento.
Ora, perante o cenário que se prevê, adjuntos e coordenadores de estabelecimento ficarão com competências bastante esvaziadas! Haverá necessidade de alterar a legislação da gestão escolar e reduzir o número de adjuntos que ficarão quase só restritos à componente pedagógica. Até o papel dos diretores vai sofrer cortes de competências!
Mas isto pode não ficar por aqui, pois as autarquias irão querer “molhar o pão na sopa” e colocar gente nos órgãos das escolas tendo tantas competências atribuídas.

Como já se pode verificar em muitos casos, esta transferência de competências vai potenciar em larga escala o compadrio e os amigos da cor…