Vamos ter professores do 1º ciclo com cargas letivas diferentes? — ComRegras

Mário Nogueira disse e foi publicado pelo blogue DeAr Lindo. Não haverá novo despacho de organização do próximo ano letivo, apenas alguns acertos. Se estivesse tudo bem, não havia problema, só que o 1º ciclo contínua com uma “pena” pesada quanto à carga letiva, quer a professores quer a alunos. Por isso levanto a questão que coloquei como tópico deste artigo. Se está prometida para as novas escolas-piloto, uma redução da carga letiva a alunos e professores do 1º ciclo, como será implementada sem novo DOAL?

via Vamos ter professores do 1º ciclo com cargas letivas diferentes? — ComRegras

Este ministro da educação é uma desilusão!

O Ministério tem de comunicar com 20 meses de antecedência qualquer alteração aos programas das disciplinas. Escolas voltam a tecer duras críticas às reformas de Brandão Rodrigues

Reformas adiadas por incompetência desta equipa ministerial?

Carga-Letiva_

E para agravar a situação:

Não Vai Haver DOAL Para 2017/2018

Apenas uma circular a clarificar o DOAL de 2016/2017.

Uma desgraça para o 1º ciclo nunca vem só. Este DOAL foi dos piores para nós!

Opiniões sobre a greve

Tem a expressividade que os professores lhe derem… em relação ao pré-aviso das federações parece-me apenas mais do mesmo, não me sinto “defendida” por eles. Talvez seja uma boa altura para perceberem o descontentamento dos docentes face à passividade que têm demonstrado nos últimos tempos (a “lei da concorrência” às vezes faz falta…).Joana Chaves 

Para ser honesta estou descrente face a tudo isto….. o ministro consegue ludibriar todos, mesmo sendo mais novo. Graciete Valente

Ninguém quer greves de um dia e a Fenprof e a FNE marcam precisamente isso, e para um período depois das aulas, já com as avaliações praticamente terminadas e com as provas e aferição que, dado não contarem para a nota, se não se fizerem nem se devem fazer depois. Os colegas do pré-escolar e do 1º ciclo ainda ficam mais indignados, pois já se queixam de raramente se lembrarem deles e agora têm de ser eles a fazerem a greve às aulas. Não auguro nada de bom.

Como se não bastasse, agora temos um conjunto de pequenos sindicatos, cheios de perspicácia, que para dar nas vistas vão fazer ainda pior; isto é, voltam a ter a mesma criatividade de fazer uma greve de um dia, 14 de junho (coisa a que os professores não estão dispostos) e a coroar o pouco discernimento, fazem antes do feriado, para os pais dizerem que a fazemos para irmos uns dias para a praia. Uma greve sem sentido numa altura em que não há testes nem conteúdos a lecionar, apenas afetando algumas atividades de encerramento do ano letivo, em que professores, pais e alunos se estão nas tintas.Carlos Santos

mesmo barco