A excessiva visibilidade de diretores e dirigentes sindicais de topo

A greve dos professores argentinos  apoiados pela população é a prova que o protagonismo deve ser das bases, e não das cúpulas.

Já se percebeu que há uma aliança de forças políticas e sociais, umas declaradamente contra eles, outras manifestando-se a favor, mas na prática a aceitar  o que as primeiras decidem, no sentido de negar aos professores aquilo a que têm direito.  O orçamento surge folgado para alguns grupos mais próximos do poder político, os professores ficam em modo de espera!

A valorização do papel de dirigentes em sobreposição aos verdadeiros atores da construção da futura sociedade, não é benéfico à escola pública. Essa  valoração têm sido promovida por todos os ministro da educação desde Maria de Lurdes Rodrigues, e não parou.

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