Um radical no plenário da Fenprof?

A  improvável aprovação da proposta de Carlos Santos (greve sem termo + manifestação) poderia causar danos no governo, e obriga-lo  a ceder?  A incerteza da duração da greve (mesmo com 50% dos professores) iria trazer vantagens aos professores?

Nada disto foi aprovado, e apenas poderemos especular.

Agora na agenda, já se prevê que a greve de março pode não funcionar!

Iniciar, desde já, o debate com os professores, sobre a possibilidade de realizar uma Manifestação Nacional de Professores e Educadores e o eventual recurso, de novo, à Greve, a concretizar no 3º período letivo, 

Um problema é partir do princípio que não vai resultar. E quem garante que uma greve como a que está agora prevista é melhor?…” António Carvalho 

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