O protagonismo dos dirigentes

 O protagonismo voltou ao ME e sindicatos com o braço de ferro do reposicionamento na carreira. Esquecemos as turmas numerosas em desconformidade com a lei, e a dureza do nosso trabalho de sala de aula?

Não, devemos manter a crítica à lentidão da diminuição de alunos por turma. No próximo ano passa para 24 alunos  no primeiro ano.  Turmas com vários anos de escolaridade e NEE precisam de ser redistribuídas. A democracia e o diálogo deve voltar aos agrupamentos,  para um trabalho de equipa, com empenho de todos.

Aplaudo o que se tem conseguido, após o retrocesso dos ministros MLR e Crato, mas muito está ainda por fazer.

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Uma opinião sobre “O protagonismo dos dirigentes”

  1. O braço de ferro não é só sobre as carreiras.
    As negociações continuam em outras frentes:
    – repensar regras de aposentação
    – o que é lectivo e não lectivo
    – dimensão das turmas
    – mais profissionais especializados para alunos com NEE
    – mais apoios em melhores condições

    etc.

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