Aposentação dos monodocentes poderá ser antes dos 66 anos

 

A promessa de compensação  pelo tempo letivo excessivo  exercido ao longo da carreira, pelos monodocentes  terá  um diploma legal muito em breve.

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Oferta de trabalho – Lagos

O Colégio S. Gonçalo com sede na Luz – Lagos procura um Professor de 1º Ciclo para o próximo ano letivo.

Com o seguinte perfil:
 Licenciatura /Mestrado Ensino Básico – 1º ciclo
 Experiência efetiva na função (preferencial)
 Formação de Ensino Especial (preferencial)
 Domínio da língua inglesa
 Empatia
 Capacidade de Trabalho de Equipa
 Paixão por crianças
 Capacidade de comunicação
 Gosto pelas novas tecnologias de informação
 Dinâmico e flexível

Se possui estas competências consulte o nosso website – www.csgoncalo.pt e verifique se está identificado com a nossa cultura. Se sim e envie-nos o seu CV com foto para: rh@csgoncalo.pt

Professores do 1º ciclo, não cumpram o currículo! — ComRegras

“Sabemos, por exemplo, que houve uma antecipação de conteúdos e sabemos que estão a ser dados conteúdos aos alunos do 3.º ano que antes eram dados aos alunos do 5.º ano. E os alunos não estão preparados para isto” Secretário de Estado João Costa. Ninguém vos vai dizer isto oficialmente, mas nenhum professor do 1º ciclo deve cumprir aquilo que é aceite pela generalidade dos professores/pais como algo prejudicial ao desenvolvimento das crianças.[…]

via Professores do 1º ciclo, não cumpram o currículo! — ComRegras

Comentário

Pois, pois, Alexandre Henriques… Não cumprir os programas curriculares e, tal como no ano anterior, provas draconianas, mesmo , mesmo à séria, para miúdos do 2º ano de escolaridade… Os professores do 1º Ciclo não são estúpidos! E, volto a dizê-lo, acho os programas francamente desadequados…
Agora experimente , provavelmente, tê-lo-à feito, em analisar a “máquina” montada para as provas de aferição… Acha que a prova é mesmo só para ver se a “coisa” vai ”benzinho”? Não se tiram ilações sobre quem ensina?
Com o pormenor de que, na área, de Expressões, devem haver mesmo provas, à séria, … Não é?

Grupo de trabalho para perceber o que está a correr mal na matemática

O governo quer perceber o que vai mal no ensino de Matemática e o que motiva, ano após ano, os maus resultados dos alunos. Por isso, vai criar um grupo de trabalho para tentar chegar a uma conclusão.ant.png

“Ora bem, aqui fica o meu espanto por, a mais de meio do mandato, se perceber um problema com décadas, em grande parte nascido de todos os governos descobrirem o problema, decidirem tomar medidas urgente, alterarem pela enésima vez programas e recomendações pedagógicas e tudo se tornar um emaranhado que, logo à partida, desanima professores e desmotiva alunos. A urgência é uma recorrência nesta matéria, sendo que dá quase sempre em nada e quando dá em algo, se rasparmos o verniz da coisa, percebe-se que só mudaram os números do sucesso, martelados para melhorarem.” Paulo Guinote

Uma Quarta-Feira Qualquer – Paulo Guinote

Este tipo de conferências, debates, seminários, têm reforçado o seu carácter “fechado”, endogâmico, sem qualquer tipo de contraditório, funcionando como câmaras de eco, visando formatar uma elite que irá, depois, multiplicar o discurso ouvido do topo para a base, enquanto nas escolas se mantém um modelo de gestão que se baseia na hierarquia, nomeação e obediência acrítica às circulares, recomendações, portarias e decretos emanados da tutela, sem qualquer interesse em recuperar uma participação mais activa dos docentes na organização escolar. Defendem-se “práticas colaborativas”, desde que elas não se apliquem ao modelo de gestão. Postula-se a “autonomia” desde que ela se mantenha dentro dos limites definidos superiormente. Anuncia-se a “flexibilidade”, mas apenas se aceita a que corresponde a uma aceitação invertebrada de conceitos “inovadores” que já mostraram no passado a sua falência quando associadas a um desinvestimento real nos professores.

 

 

737882.jpgvia Uma Quarta-Feira Qualquer

“Escola Portuguesa” de António Duarte revela o terceiro compromisso da cimeira

Rejuvenescimento da classe docente

Mas parece que nem ele acredita! 13000276_1083659804990798_3539414545623651889_n1

” Contudo, o tom adequadamente vago do compromisso que o governo português, em conjunto com os restantes, assumiu, e a habilidade dos actuais governantes a virar o bico ao prego, fazendo o contrário do que anunciam, devem manter-nos desconfiados…”

 

Resultados | Quantos momentos de avaliação devem existir? — ComRegras

Conforme podem constatar a votação foi renhida. A opção de avaliar em apenas dois momentos venceu, provando a necessidade de um debate na comunidade educativa e quiçá o fim de um modelo que já tem décadas. As vantagens de reduzir para apenas dois momentos de avaliação são para mim óbvias. Essa alteração irá permitir uma…

via Resultados | Quantos momentos de avaliação devem existir? — ComRegras

De Acordo Com Esta Denúncia da Fenprof Sobre o Ensino Especial e a “Inclusão”

O Meu Quintal

Mais uma área em que parece que quem influencia a legislação, aparece depois a assegurar a formação (fornecida por convite) mesmo antes de haver formalmente lei.

ME promove formação contínua sobre quadro legal que não existe!

Que se pretende?!

Formatar profissionais para medidas que negam a própria inclusão?

(…)

Face a este quadro, a FENPROF entende que o Ministério da Educação deverá ser transparente, esclarecer os objetivos da formação que tem estado a ser promovida (para além de aproveitar o financiamento comunitário que obteve, claro), informar a comunidade educativa e a sociedade em geral sobre quais as alterações que, na sequência do debate público que promoveu, serão introduzidas no projeto que esteve em discussão e, eventualmente, recuar e retomar a discussão, até à consagração de um diploma que sirva verdadeiramente a frequência saudável no sistema educativo de todas crianças e jovens.

Money3

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