A minha preocupação são os alunos que chegam ao 3º ano a soletrar e a escrever com muitos erros

“Não cumprem, ponto. Alguns acusam-me que estou a ser injusto para com os professores do 1º ciclo, mas a minha preocupação não é para com os professores, desculpem a frontalidade, a minha preocupação é para com os alunos que “queimam” um ciclo inteiro sem assimilar conteúdos essenciais para o seu desenvolvimento físico, social e cognitivo.”  Alexandre Henriques

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Que se lixem as provas de aferição, o problema está no antes e no depois. — ComRegras

O título deste artigo reflete a minha impaciência e revolta para algo que esconde a verdadeira realidade. Já o ano passado os diretores queixaram-se que as escolas não tinham material para aplicar as provas de aferição do 1º ciclo. A resposta do Ministério da Educação foi e muito bem “Então como é que cumprem o…Não cumprem, ponto. Alguns acusam-me que estou a ser injusto para com os professores do 1º ciclo, mas a minha preocupação não é para com os professores, desculpem a frontalidade, a minha preocupação é para com os alunos que “queimam” um ciclo inteiro sem assimilar conteúdos essenciais para o seu desenvolvimento físico, social e cognitivo.

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Silves – Árabe

Praça do-rei-poeta-Al-Mutamid

Al’Mutamid, o rei poeta nascido em Beja, viveu em Silves, rei em Sevilha, agrilhoado em Marrocos.

 

A Taifa de Silves foi um pequeno emirato muçulmano surgido em Alandalus em 1027 a partir da desintegração do Califado de Córdova e que perdurou até 1063, quando foi absorvido pela Taifa de Sevilha. A taifa de Silves ocupava a área mais ocidental da atual região portuguesa de Algarve…

A criança deve ingressar no 1º ciclo aos 5,6 ou 7 anos de idade? — ComRegras

Ser facultativo. Esse carimbo que lança muitas dúvidas aos pais pode trazer momentos de verdadeira angústia. Acreditem que sei do que estou a falar, a Educadora da minha criança era 200% favorável à sua integração no 1º ciclo com 5 anos. Os argumentos foram a maturidade e o continuar com o grupo onde estava inserida,…

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Pela Manhã

O Meu Quintal

CM27Abr18

Correio da Manhã, 27 de Abril de 2018

Entretanto, eu estava pronto para dizer que a Fenprof tinha reagido pela 3ª vez à iniciativa (phosga-se, que aflição), mas afinal o Mário Nogueira (no Jornal da Federação) apenas recita, em forma de eco, o comunicado do dia anterior. PArece mesmo trabalho de cola e tesoura, espalhando ipsis verbis o conteúdo do comunicado pelas várias pseudo-perguntas/respostas.

Anote-se, contudo, a forma como trabalham já a um ritmo quase diário para tentar bloquear a iniciativa. A ver quem sai tosquiado… pelo governo/ME/PS já se viu que têm uma certa praxis adquirida…

JFEntão, para a FENPROF, esta iniciativa apresenta riscos que não devem ser corridos, é isso?

MN: É isso mesmo. A FENPROF não defende posições nem promove iniciativas que se possam virar contra os professores e não mereçam o acordo dos seus Sindicatos. É o tal dizer popular que…

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ILC… Acabem lá com este disparate!!! — ComRegras

Anda a circular por aí uma Iniciativa e dizem os entendidos, que não se percebe nem porquê nem para quê. Pelos vistos, alguns professores, feitos chicos-espertos, completamente desocupados e a precisar de atenção resolveram acabar com a tranquilidade da classe docente e criaram um projeto-lei para exigir a contagem integral do tempo de serviço. […]

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A Fenprof Volta a Reagir! 1 – Os “Argumentos”

“Este é um argumento político que nos diz que a resolução 1/2008 foi feita apenas para iludir os papalvos e para preencher agenda, pois, pelos vistos, não há a garantia de “qualquer grupo parlamentar” apoiar a concretização do que prometeram. Sublinho a expressão porque se percebe que, afinal, eles são mesmo “todos Centeno” e a submissão à lógica orçamental sobre os direitos laborais é aceite por todos os partidos representados na Assembleia da República. É isto que a Fenprof diz. Se fosse em outros tempos, este tipo de argumento usado pela FNE ou por um partido de “Direita” levaria a rasgarem as vestes e a dizerem o pior possível de tal pragmatismo político resultante da “obsessão” com a disciplina orçamental.” Paulo Guinote

O Meu Quintal

Vou directo ao que passa por ser a “substância” da nova resposta da Fenprof a uma iniciativa que parece estar a incomodá-los mais do que seria de esperar. Com o título de “Falar claro!” faz mais por baralhar os colegas do que por esclarecê-los. Por isso mesmo, vou primeiro ao que são apresentadas como “as razões por que a FENPROF não apoia a iniciativa legislativa de cidadãos sobre a recuperação do tempo de serviço”. Mais tarde, com natural delícia, irei ao resto do texto que é muito revelador sobre a perceptível falta de capacidade política da Fenprof influenciar seja o que for de relevante para a carreira dos professores que ainda pensam tê.la.

“Argumento” 1:

Um é exigir que a contagem integral e consequente reposicionamento tenham lugar em 2019. Só por si, inviabilizaria a aprovação da contagem de todo o tempo, pois dificilmente contaria com o apoio de qualquer…

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