O Congresso do PS de esquerda

Há um país que sofre, cheio de problemas estruturais, muitos vindos do passado distante, outros criados mais recentemente por sucessivos governos de alternância PS/PSD, que contrasta fortemente com os discursos celebratórios do actual PS.

PATRÍCULA ELEMENTAR

Congresso do PS, Batalha, Maio de 2018. Umas breves notas.

  1. O discurso de Pedro Nuno Santos (n. 1977), actual Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares (com inerente fundamental papel na coordenação do trabalho do PS junto dos partidos que constituem a chamada geringonça) foi sem dúvida um momento alto. Nesse discurso vejo o PS de esquerda que sempre soube que existia mas ao qual faltava gente mais nova, não proveniente das elites da capital, com preparação para fazer com firmeza (e necessariamente sem alianças à direita) a defesa dos mais fracos e oprimidos. Grande discurso, de afirmação do posicionamento do PS à esquerda, no País e na Europa, malgrado o quadro económico global, as bolhas que ainda aí vêm e as enormes dificuldades do Governo em honrar a expectativas de tantos.

  2. As anotações musicais que vi no XXII Congresso do PS, no contexto da homenagem que os congressistas prestam…

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António Carvalho sobre a greve proposta pelo S.TO.P.

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António Carvalho Cara Ondina Barralé, então acha que o 1.º ciclo não foi, outra vez, esquecido? Se a greve é entre 4 e 15 de junho e as aulas terminam a 22 para o 1.º ciclo, como querem que os docentes adiram? Afirma que “o 1º ciclo, normalmente, boicota a greve.” Por acaso, conhece os dados da adesão à última greve? Sabe que foram exatamente os docentes do 1.º Ciclo os que aderiram em maior número? E não havia na lista de reivindicações nenhum ponto específico em sua defesa. Afirma também “Para além disso eles consideram-se um caso à parte, lutam à parte e fazem questão de dizer que trabalham mais!”. O que acontece é que são colocados à parte pelo próprio ECD e OAL, que definem condições de trabalho diferentes para os mesmos, por via das quais são obrigados a trabalhar mais tempo do que os restantes docentes. E, certamente por isso, têm necessidade de expor esta discriminação. O que é pena é que muitos/as dos/as colegas (e até alguns sindicatos) não queiram ver o que está à vista de todos, como se isso lhes retirasse alguma coisa, e não se solidarizem com eles por forma a que todos usufruam dos mesmos direitos, contribuindo assim de forma significativa para a união da classe.

Dar aulas faz mal à saúde? in Visão

Só quem lá anda é que sabe…

Carla Machado

In Visão, 23-5-2018

Comentário no Com Regras

Proponho escola fofinha e o Eduardo Sá… os meninos não estão é motivados e, a escola, é arcaica… Não são os impúberes indisciplinados… mal educados… sem regras… sem limites… criados como prima-donas… Não! O professor é que não sabe lidar com criatividade a gestão da turma… Chamem, também, a Ariana Cosme e mostrem um dos maravilhosos vídeos, ou inovadores power-points, da Flexibilidade, que eles ficam como anjos…

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Topo e Fundo | O fim dos falsos consensos e o desprezo pelos professores — ComRegras

No Topo: O fim dos falsos consensos Quem olhar para o histórico dos relatórios, actas, estudos e debates promovidos pelas instituições do regime destinadas a promover os consensos em torno das grandes linhas de política educativa, designadamente o Conselho Nacional da Educação e o Conselho das Escolas, percebe que há, em geral, uma quase unanimidade…

No Fundo: Desconsideração e desprezo pelos professores

O governo que parece contar com os professores para mudar de alto a baixo os “paradigmas” da educação portuguesa é o mesmo que persiste numa política de completo desprezo pelos problemas e reivindicações da classe. E isso mesmo foi visível, esta semana, na ida da equipa ministerial ao Parlamento: incapaz de admitir os erros e a sua própria responsabilidade, a secretária de Estado Alexandra Leitão teve o desplante de classificar as trapalhadas dos concursos como um “não problema”.

via Topo e Fundo | O fim dos falsos consensos e o desprezo pelos professores — ComRegras

As Perdas Salariais Com Uma Recuperação Faseada do Tempo Congelado

O Meu Quintal

Nem é falar do que se perdeu e sabemos que não volta (ao contrário do que pensa aquela deputada do PS que parece ter sido “professora do Ensino Secundário” até 2015), mas sim o que se perderá sem uma recuperação integral do tempo de serviço em “tempo útil. Os cálculos são do Luís Braga, feitas em cima da tabela proposta da Fenprof. Existem, naturalmente, diferenças, conforme o tipo de contribuinte (casado ou não, nº de filhos) Coloco em imagem, mas o anexo em pdf fica aqui para melhor consulta: Tabela base para comparação de perdas.

TAbelaPerdas

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As Reformas Deles — O Meu Quintal

Anuncia-se que o Conselho de Ministros aprovou a nova lei relativa à Educação Inclusiva (o título do Público ainda remete para o velho “paradigma”) e também, de uma penada, a Flexibilidade Curricular. Ainda não é a publicação de qualquer lei… que ainda deverá demorar uns tempos, sendo que num dos casos, nem sequer se sabe que ainda deverá demorar uns tempos, sendo que num dos casos, nem sequer se sabe como será exactamente, pois “ainda não é conhecida a versão final da lei que foi aprovada pelo Conselho de Ministros”, como se refere na peça.[…]

via As Reformas Deles — O Meu Quintal

ADSE – O roubo?

Caros Colegas,
Venho por este meio manifestar a minha indignação. Houve alterações nas tabelas de comparticipação, no entanto, fui apanhada de surpresa. Uma consulta de (especialista) 3,99 euros passou para 12,96. Um exame que tive de fazer chamado “Mapa”, na altura, nem 10 euros paguei. Deixou de ser comparticipado e, agora, custa quase 90. Outro, aos olhos, ficava à volta de (OCT) 30 por cada um. Neste momento: 150 por cada. Simultaneamente, há exames em que temos de pagar a totalidade e só depois somos reembolsados. E avisaram-me que, no dia 1 de junho, voltarão a alterar, pois o processo ainda não terminou. Alguém me pode explicar como é possível?