Comentário no ArLindo sobre a manisfestação

Já o escrevi noutro tópico, vou escrevê-lo de outra perspetiva, da que me sugere este texto. Os canais de TV, tal como outras empresas, ou mesmo pessoas singulares, olham pelos seus interesses, que não têm nada a ver com a manipulação disto ou daquilo, mas antes com o dar aos «clientes o produto que procuram», só assim conseguem «vender»… e o que é que as pessoas querem ver? o que se passa no Sporting ou uma manifestação de professores? Todos lutam pelos seus interesses, os canais de TV apenas fazem o mesmo que todos…
Se querem que alguma greve ou manifestação produza algum efeito têm de conquistar as «audiências», a opinião pública. Como é que isso se faz? Talvez não seja a pessoa mais indicada para fazer sugestões sobre o assunto, ainda assim vou arriscar dizer qualquer coisa.
Na minha opinião há duas hipóteses: A primeira seria a mais desejável mas demoraria uma eternidade a produzir efeitos. Passaria por conseguir aproximar a sociedade dos professores, ou o contrário, muita coisa teria de mudar nas escolas sobretudo no relacionamento com os encarregados de educação e muita coisa teria de ser feita para que os portugueses percebessem, de uma forma generalizada, a real situação dos professores; a segunda passaria por uma luta a sério, greves a exames, avaliações ou «por tempo indeterminado, até estarem dispostos a negociar a sério», como fizeram há uns anos no Chile… pois, esta ninguém quer, um dia sem vencimento já há poucos a aderir, por mais que isso deviam aderir dois ou três… sem sacrifícios a sério não se consegue nada, sem perceber o que se passa muito menos ainda!

Futebol: o reservatório da violência alimentado pelo dinheiro, pelos media e pela complacência de todos — A Estátua de Sal

(Pacheco Pereira, in Público, 19/05/2018) Têm razão, são de facto coisas do futebol. Ou, dito doutra maneira, são coisas onde circulam legal e ilegalmente muitos milhões, muito mais milhões do que em 90% das empresas portuguesas. São um maná para uma comunicação social que não sabe viver sem futebol, ou melhor sem “este” futebol, o dos Brunos, dos Pintos, dos Vieiras, dos No Name Boys, dos Super Dragões, da Juve Leo e quejandos, que parece que tem um espasmo para não lhe chamar outra coisa, sempre que há um “derby”. São um maná para o poder político que precisa de circo quando não há pão e onde Centeno e os seus antecessores abrem os cordões à bolsa para que haja sempre surtos patrióticos a propósito da bola, cheios de bandeiras e bandeirinhas, cachecóis e varandas engalanadas, cheios de Portugal gritado a plenos pulmões, quando ninguém mexe uma palha num país que perde soberania todos os dias.

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Comentário no post do ComRegras sobre a manifestação

 “Eu ouvi o Mário Nogueira dizer que se após a reunião de dia 4 com o ministro, não houvesse soluções, ir-se-ia para a luta.
As aulas dos anos de exame terminam no dia 6 de junho. A partir de dia 7, haverá reuniões de avaliação e era para essas reuniões de anos de exame que deveriam ser marcadas as greves, em sistema rotativo, como já se fez um ano e que causaria impacto pois atrasaria todo o processo de exames. É essa greve, pelo que oiço, que todos os professores estão dispostos a fazer.
Falar em greve aos exames quando sabem que serão decretados serviços mínimos?

Os sindicatos que façam já o pré aviso para as reuniões a partir de dia 6. Não esperem por dia 4. Para cancelar, há tempo. Já foi dado demasiado tempo. Há 3 anos que andamos nisto. BASTA!”

A minha nota: Os monodocentes são desnecessários?

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O Alfa e Ómega da Formação Sobre Educação Inclusiva

“O ramalhete final de tudo isto: há verbas europeias para subsidiar esta verdadeira “banha da cobra” e há quem ande a aproveitar o que pode, mesmo se nada está aprovado e pode ser assim ou não.” Paulo Guinote

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O Meu Quintal

Recebi mais materiais de uma outra formação a norte do Douro sobre Educação Inclusiva. Desta vez, porque já acho que os disparates se andam a multiplicar em excesso, coloco a página de rosto da apresentação dada aos formadores, ocultando o nome dos seus autores, pois não são eles que dão a formação em causa. Ou seja, andam por aí powerpoints à solta, muitos deles com os mesmos slides e imagens, como se fosse uma espécie de praga.

Inclusiva

Pior, em meu escasso entendimento, numa formação para professores… acham que o máximo da modernidade é abrirem a sessão com uma música dos Pink Floyd que já no 9º ano achava estúpida, porque a larga maioria dos professores nunca me fez mal e eu nunca me senti um martelo. Isto para não destacar a forma como no próprio vídeo os professores são apresentados de forma caricatural e estereotipada para sublinhar a sua insensibilidade…

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Parlamento chumba concursos anuais de professores — ComRegras

Reparem como o PS se junta cada vez mais à Direita… PSD, PS e CDS-PP chumbaram nesta sexta-feira um projecto de lei do PCP para alterar os concursos e formas de vinculação dos professores às escolas e um projecto de resolução do BE pela valorização das carreiras docentes. A iniciativa legislativa comunista centrava-se no “regime de recrutamento…

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87 agressões a professores valem menos que as agressões aos jogadores do SCP? — ComRegras

O que se passou na Academia do Sporting é lamentável a todos os níveis, mas infelizmente não surpreendeu ninguém que acompanha o fenómeno do futebol em Portugal. Apesar de termos no currículo o título de Campeões da Europa, internamente não passamos de uns arruaceiros sem o mínimo de ética desportiva, fair-play e pelos vistos honestidade.…

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Afinal, O Que Era… Não É? — O Meu Quintal

Recordemos: um dos argumentos de algumas organizações sindicatos contra a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a Recuperação do Tempo de Serviço Docente é que seria desnecessária ou redundante, pois já existiria “legislação”. Mas se lermos a página 29 do número mais recente (nº 282 de Abril de 2018) do jornal Escola-Informação do SPGL percebe-se que […]

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