Lista das escolas em greve às reuniões de avaliação entre 4 e 15 de junho — ComRegras

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Ponto prévio. Não pertenço ao S.TO.P e não estou ligado a qualquer sindicado e assim continuarei. O ComRegras é um espaço independente, plural e de liberdade. É verdade que tenho falado com os dirigentes do S.TO.P, porque concordo com a greve que está a decorrer e tenho gostado da sua frontalidade e transparência. Sei também…

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Algum Sindicalismo Perdido no Seu Labirinto

O Meu Quintal

A sério, ando meio chateado porque se antes mal eu abria a boca me falavam logo no Mário Nogueira, agora com aquela barba estamos cada vez mais iguais em quase tudo. Menos no imenso quase que tem a ver com o desnorte da Fenprof em relação à greve do S.TO.P. (que nem sequer têm a dignidade de nomear).

No início desta semana, enquanto o aposentado “zédoboné” de campolide (também designável como vargas das arroteias para a malta que o conhece de pequenino e pouco rabino) andava pelo faceprof a dizer o pior da greve em causa, que era ilegal e que não sei quê – parecia aquele comunicado sobre a ILC a anunciar demónios que afinal lhes serviram à mesa no dia 4 – andavam operacionais a mandar sms e a perguntar nas salas dos professores quem iria aderir, fazendo uma espécie de avaliação à insatisfação não enquadrada por plataformas.

Agora…

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Puro Habano – O Meu Quintal

O Centeno é como o Gato das Botas, anda a fingir que está ali para ajudar o príncipe a meter-se debaixo dos lençóis com a princesa.

Ao estado profundo interessa que este Syriza à portuguesa — um arregimentar da esquerda que assegura simultâneamente a sobrevivência do regime — funcione como lubrificante para a segunda fase do processo de destruição das classes médias.

Sintoma da eficácia deste tipo de estratégias, seguidas por esse mundo fora, é o ressurgimento dos partidos autoritários e a sua chegada ao poder. Quando as classes médias engordam o poder dilui-se. Neste caso, os super-ricos, com o seu trauma ancestral, receiam que lhes venham a falar os escassos recursos do planeta e decidiram concentrar o poder. Por isso querem virar os mais pobres contra a classe média, o que se faz em duas fases: insemina-se a ideia de os mais pobres nunca subirão à classe média e acusa-se esta de querer manter níveis de rendimentos moralmente injustificados.

Neste contexto os professores  eram descartáveis, uma vez que a Nova Idade Média encontrou os seus depositários do saber numa qualquer ordem de obediência estrita, sedeada nos mosteiros dedicados à nova divindade da cyberfinança. Tudo em redor será terraplanado para que possa florescer de novo o Éden que só a elite deve disfrutar. Porque depois de acabar com a classe média, os mais pobres, entregues a si mesmos, por sua vez levarão a cabo a sua autodestruição.

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A coragem dos professores no blogue “Escola Portuguesa”

Quando escrevo estas linhas estou a faltar a um conselho de turma que, com a minha ausência, não se realizou. E amanhã, tal como sucedeu ontem lá para os meus lados, outros colegas assegurarão, aderindo por sua vez à greve, o adiamento das reuniões de avaliação. Pelo que vou lendo na página do S.TO.P., o […]

via Estou em greve! E a Fenprof também deveria estar… — Escola Portuguesa

Vale A Pena Explicar-lhes? — O Meu Quintal

O Carlos Andrade titubeia quando o Jorge Coelho – que, como sabemos, nunca fez parte de um governo – afirma que é “há muitos anos” contra os “automatismos” nas progressões da Administração Pública e o Lobo Xavier se arma de sorrisos quanto à avaliação dos professores. Ninguém lhes explica – quando o Coelhone afirma que […]

via Vale A Pena Explicar-lhes? — O Meu Quintal