Esta greve demonstrou a maior dificuldade em cancelar um conselho de docentes do que um conselho de turma

 A importância fundamental dos Titulares de Turma foi reforçada,  eles decidem com direito a voto o futuro dos alunos. Os restantes elementos são apenas convocados na qualidade de convidados. Os professores reviram a legislação, procuraram o regimento do CD e verificaram-no, caso atualizado.

Se a greve no primeiro ciclo e pré foi pouco significativa deve-se ao fator apontado no título, mas ganhou-se na clarificação do funcionamento dos conselhos de docentes.

Carta aberta ao Presidente da Federação do meu sindicato (I) – Resposta ao questionário — ComRegras

Estimado Prof. Mário Nogueira, Ilustre Secretário-geral da FENPROF Quem lhe escreve está sindicalizado no Sindicato dos professores do Norte, membro da Federação que dirige. Escrevo-lhe porque me foi comunicado que quereria ouvir a minha opinião e dos restantes professores sobre as negociações que tem esperança de voltar a fazer com o Governo. 1.859 mais palavras

via Carta aberta ao Presidente da Federação do meu sindicato (I) – Resposta ao questionário — ComRegras

Carta aberta segunda parte

A Próxima Fase da Luta É O Bronze

Fica aqui o inquérito da Plataforma Sindical (CONSULTA AOS PROFESSORES) que, há que o reconhecer, assume que a luta é um processo que tem as suas pausas e prazos:

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Aproxima-se, porém, o período de férias dos professores e os seus sindicatos consideram que esse período de merecido descanso dos docentes não deve ser violado, razão por que a greve que convocaram, em limite, chegará a 13 de julho.

via A Próxima Fase da Luta É O Bronze

Descontos à greve das avaliações – Fenprof

 Esclarecimento

As formas de pressão sobre os professores não conhecem fronteiras e tudo serve para tentar enfraquecer uma greve que está fortíssima. Urge, por isso, manter atualizada a informação.

Um dos aspetos que agora têm sido colocados, procurando criar dúvidas nos professores, é o do desconto dos tempos de greve. Sobre isso não há qualquer dúvida. Desde 2013 que essa questão está clara, através de aditamento que, então, a DGEstE fez a um Esclarecimento enviado às escolas: o desconto é feito por tempos e cada hora corresponde a 1/7 do dia, tal como a FENPROF já divulgou.

Já datado do mês em curso (junho de 2018), o documento sobre Gestão de Pessoal e Vencimentos (GPV), relativo ao programa que existe nas escolas para registo dos vencimentos do pessoal, tem mesmo um capítulo sobre a ausência dos docentes por greve às avaliações, confirmando que o referido programa está preparado para o desconto por tempos.

E São Estas Criaturas Que Fazem As Leis do País? — O Meu Quintal

Deputados: é a “residência habitual” que conta para as ajudas de custo Se os deputados tiverem mais do que uma residência habitual, cabe-lhes indicar aos serviços da Assembleia da República “em cada momento” qual das residências deve ser considerada.

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Uma nova base negocial para evitar o beco sem saída?

“As 10 estruturas sindicais de professores que convocaram a greve às reuniões de avaliação que decorre desde 18 de Junho, (…), vão pôr à consideração de todos os seus associados se consideram que se deve manter a exigência de que o Governo contabilize todo o tempo de serviço que esteve congelado (nove anos, quatro meses e dois dias) ou se pensam que se pode partir para uma nova base negocial que não tenha como ponto de partida a contagem integral.”

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