Opinião – Ana Bela Braga

22 de Julho às 01:26

Neste momento o que é grave não é o governo não querer ceder em relação aos 9 anos, 4 meses e dois dias. O que é dramático é o governo atirar para ferir atingindo gravemente a democracia. Já é a segunda vez que assisto à desgraça de ver o PS a golpear direitos fundamentais. Da primeira vez o governo socialista tinha à sua frente alguém que a História veio a mostrar que no topo da sua hierarquia não estaria a defesa intransigente de valores democráticos, mas desta vez não seria de esperar que se possa ser tortuoso ao ponto de contornar a Lei, esvaziando direitos, de modo a mostrar que quem ordena dita e quer, pode e manda.

De forma que o PS consegue, outra vez, reptilineamente transformar um problema laboral numa questão política atingindo não apenas os professores mas sobretudo o que de mais precioso Portugal tem: a democracia. Imperdoável, fundamentalmente para quem já tinha castigado o PS nas urnas mas tinha voltado a acreditar. Caso para dizer que, se a democracia sobreviver até às próximas eleições, apesar da orfandade política em que quem costuma votar rosa ficará (por exemplo, eu tenho dificuldade em ter alternativa ao PS) o Partido Socialista deve voltar a ser castigado.

Ana Bela Braga

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Os Resultados dos Concursos

O Meu Quintal

Concurso Interno Antecipado – Listas definitivas

Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário – Listas Definitivas

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, exclusão, desistência e retirados do Concurso Externo Ordinário e Concurso Externo Extraordinário para o ano escolar 2018/2019.

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A um exército não basta o número, também precisa dos mais bravos

Não vou escrever nomes para não ferir suscetibilidades. Os colegas que frequentam a net sabem de quem se trata.

Transformar a guerra em batalhas fingidas, seguidas de negociação, já funcionou no passado.

Perante as derrotas sucessivas, a estratégia esgotou-se e os mais combativos preferem um pequeno grupo, a guerrilha, a integrar um exército quase sempre derrotado.

Aconteceu que  a trégua foi declarada, mas muitos soldados do grande exército ficam na luta, apoiando os do pequeno grupo que antes do tempo apontado pelos generais, abriu as hostilidades.

Esta história continua amanhã, e depois de amanhã, em setembro e tem um final imprevisto.

Carga

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