Opinião – Mário Silva

Factos:
– não há apoio parlamentar para a satisfação das reivindicações docentes, nomeadamente, da fação (PS/PCP/BE) que defendia a reversão e reposição de direitos;
– a organização do ano letivo manteve-se idêntica aos anos anteriores, e portanto, este ano com a flexibilidade curricular, vai aumentar a componente não letiva, de trabalho no estabelecimento, com reuniões pedagógicas de equipas educativas (periodicidade semanal), sem estar explicita a devida compensação;
– fica a perceção do esvaziamento funcional dos sindicatos, dado o insucesso negocial a todos os níveis (de carreira e organização do trabalho);
– todas as formas de luta encetadas não provocaram mudança na gestão governativa, extinguindo o poder reivindicativo de uma classe;
– qualquer reposição de tempo de serviço, beneficiará apenas uma percentagem dos docentes, porque a sua implementação faseada não garante a sua execução por outros governos e será bloqueada pelas quotas de vagas de acesso aos 5º e 7º escalões. …

Flecha-alvo

 

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