A Portaria 119/2018 e o apagão de 6,5 anos

“Esta recomposição vai agravar as injustiças gritantes de que somos alvo. Assim:
1. A Portaria 119/2018 vai fazer com que os docentes sejam reposicionados 3 ou 4 anos à frente de quem estava na carreira antes de 2011;
2. Pela Nota Informativa, começam a receber desde o dia 1 de janeiro de 2018 pelo escalão em que são reposicionados. Como exemplo, um professor com 12 anos de tempo de serviço, que teve observação de aulas e tem formação, é reposicionado no 4º escalão, recebendo por inteiro desde o dia 1 de janeiro de 2018; um que estivesse na carreira, estaria no 5º escalão em 2007, transitando para o 2º escalão da nova carreira com 1 ano e progredindo ao 3º escalão em 1 de janeiro de 2018, recebendo apenas 25% do aumento nessa data e 50 % a partir de setembro. JUSTO, não?
3. Este diploma fará com que quem está atrás passe à frente. Exemplo: um professor mudou para o 6º escalão em março de 2018. Só no 7º escalão, para onde só poderá mudar em março de 2022 se tiver vaga ou MB ou Exc, vai recuperar o tempo, passando ao 8º em dezembro de 2023. Um professor que mude para o 6º escalão em março de 2019 (menos um ano de tempo de serviço que o anterior), mudará para o 7º em dezembro de 2020(se tiver vaga), ficando nitidamente à frente do anterior.
Mais uma vez, os nossos defensores (Sindicatos) andam a dormir e, em vez de negociarem como deve de ser, deixam todas estas situações acontecerem.
Há que denunciar isto antes que o decreto-lei seja publicado.” António Castel-Branco

 

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