Alexandre Lima é o novo delegado regional de Educação no Algarve

c3adndice.jpgAlexandre Martins Lima é o novo delegado regional de Educação, depois da exoneração de Francisco Marques desta Direção de Serviços da Região do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).

Francisco Manuel Marques, nomeado em 16 de Fevereiro de 2015, mantinha-se em funções de forma ilegal há um ano e nove meses, depois de o concurso que o selecionou ter sido anulado. Na mesma situação ilegal, estava o delegado regional do Alentejo, Manuel Barroso, igualmente exonerado agora pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

O anterior delegado do Algarve estava a ser alvo de dois processos disciplinares por alegado comportamento indevido e por uso indevido de viatura para fins pessoais, abertos pela Inspeção-Geral da Educação, mas não terá sido essa a razão direta da sua exoneração.

No site da DGEstE, um despacho da diretora-geral explica que, ao novo concurso, houve 10 candidatos, «tendo ficado provido no cargo o Mestre Alexandre Martins Lima, com efeitos a 10 de outubro de 2018».

Ontem, o novo delegado regional de Educação esteve presente na cerimónia de receção aos professores do concelho de Portimão, que contou com a presença da secretária de Estado Adjunta e da Educação. Na ocasião, Alexandra Leitão aproveitou para saudar o recém nomeado responsável regional.

Opinião – A remodelação que não chegou à Educação – Santana Castilho — Blog DeAr Lindo

A remodelação que não chegou à Educação Que mostra a remodelação, para além de António Costa pensar que com ela atirou para o limbo do secundário Pedrogão Grande, Tancos, Infarmed, ERSE, professores e demais instrumentalizações impúdicas de quem já se julga o novo dono disto tudo? Os factos asseveram que quanto mais explícito for o apoio de António Costa a qualquer ministro, maior é a possibilidade de rapidamente ser cuspido do Governo. Com efeito, dois dias depois de lhe manifestar apoio público (apesar do estrondoso falhanço da protecção civil, cifrado em mais de 100 mortos), Costa atirou Constança Urbano de Sousa pela borda fora.

Pouco tempo volvido sobre a recomendação categórica para que tirássemos “o cavalinho da chuva”, veio a vaquinha voadora da remodelação e Adalberto Campos Fernandes foi nas águas, solidário com o patusco Azeredo Lopes que, horas antes, tinha sido classificado por António Costa como um “activo importante” do Governo.

A saída do secretário de Estado da energia, Jorge Seguro Sanches, que exigiu à EDP a devolução de 285 milhões de rendas excessivas (contratos CMEC) e criou uma taxa sobre as renováveis, aliviou providencialmente o “irritante” com a China Three Gorges.

Trocando os superiores interesses do Estado pelos inferiores interesses da política partidária, António Costa manteve em funções Tiago Brandão Rodrigues, o pior ministro do Governo. Perdeu, assim, a última oportunidade na legislatura para tranquilizar o sector, dotando-o com um ministro que soubesse organizar e gerir a confusão actual, definindo políticas sérias e adequadas, com os professores e nunca contra os professores. António Costa, que fala abundantemente da qualificação dos portugueses, voltou a ignorar que o serviço público da Educação depende criticamente do respeito que ele, o Governo e o país tenham pelos seus professores…

via Opinião – A remodelação que não chegou à Educação – Santana Castilho — Blog DeAr Lindo

“Antes de se realizarem todas as ideias são utópicas” Sartre

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Nas escolas há meninos que se pensa impossível aprenderem a ler. Pode ser insuficiente a estratégia utilizada perante as dificuldades. A burocracia, a pompa e circunstância das identidades escolares que circundam as salas de aula da escola portuguesa, afastam a colaboração direta de quem tem a experiência, não lhe dão o tempo necessário de produzir pequenos milagres.