O céu pode esperar

Inclusão . Guia

http://dererummundi.blogspot.com/2018/10/uma-nota-muito-inquietante-da-ficha.html?m=1

O ME ainda não atingiu a maioridade, logo estes atos não lhe são imputáveis… 😉
Por outro lado, pode ser lido de modo diferente: é a assunção do próprio ministério de que não confia no teor do guia… 😊

“Esta publicação reflete a perspetiva dos autores e o ME/DGE não pode ser responsabilizado pela utilização que possa ser feita das informações nela contida.”

O ministério tem sido pródigo em brindar-nos com variadas pérolas. Este é apenas mais um “tesourinho deprimente” para ‘enriquecer’ o seu patético e disparatado espólio…

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A difamação pública de uma classe

Mais de 20 mil professores acham que consomem medicação a mais

Há também 9000 docentes que revelam estar preocupados com o seu consumo de álcool ou drogas. Classe recorre a estas substâncias como doping para enfrentar o trabalho, diz estudo da Universidade Nova de Lisboa encomendado pela Fenprof.

 

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Ana Mascarenhas A pensar em como se elimina de uma vez a pouca dignidade que restava a uma classe e de como se tenta exterminar toda a classe com uma notícia hiperbólica, descontextualizada e difamatória:

“A difamação pública de uma classe”:

Bem, eu não faço parte desta estatística, não tomo substância alguma, ainda, nem sou alcoólatra! Mas bebo um copo, logo já devo estar a entrar num grupo de risco! Nestes últimos meses a campanha para desacreditar os professores tem sido profícua:
– somos dos mais bem pagos da Europa;
– trabalhamos pouco e mal;
– somos um bando de preguiçosos com muitas férias;
– somos uma classe que só tem direitos e não tem deveres;
-e, por último, somos uma classe de alcoólicos e de toxicodependentes!

Bem, parece que afinal não somos professores, deveremos ser gente da sétima arte: muita fama, dinheiro e muitos vícios! E eu que pensava que só era Professora!