Artigo de Opinião de Rui Cardoso no Público — Blog DeAr Lindo

Trabalhadores motivados, com adequadas aptidões e ferramentas, operando num clima organizacional sustentável, são os ingredientes chave para melhorar os processos, trabalhar com limitações financeiras e, finalmente, satisfazer os clientes e conduzir ao sucesso da missão” (Niven 2003: 35). Não vejo nada disto nas escolas portuguesas… e cada vez menos.

Cabe ao “patrão” a cultura da meritocracia. Se ele não motiva, através de recompensas, os seus funcionários, eles não estarão dispostos a ser mais do que aquilo para que são pagos. Não vale a pena acrescentar tarefas às que usualmente fazem, porque só irão ser feitas de acordo com o que lhes pagam. No mundo empresarial todos sabem disso e se querem crescer aplicam-no. Um funcionário satisfeito é muito mais produtivo, está mais do que estudado e provado.

Na classe docente a meritocracia está disfarçada, chamam-lhe quotas. Não vou discutir se quem é contemplado com o “título de mérito” é ou não merecedor do mesmo, essa discussão há-de ser eterna. O que interessa são as quotas.

via Artigo de Opinião de Rui Cardoso no Público — Blog DeAr Lindo

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Assim se fez Portugal

Nos tempos em que os reis mandavam, numa noite escura, à entrada de dezembro, o rei veio à varanda do seu iluminado palácio e reparou que a cidade estava escura como breu.
Chamou o seu Chanceler-Mor e ordenou-lhe:
– Antes do natal quero ver a cidade toda iluminada.

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Toma lá 500 cruzados e trata já de resolver o problema.

O Chanceler-Mor chamou o Alcaide e ordenou-lhe:

– O nosso rei quer a cidade toda iluminada ainda antes do natal.

Toma lá 250 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.

O Alcaide chama o Meirinho e diz-lhe:

– O nosso rei ordenou que puséssemos a cidade toda iluminada para o natal.
Toma lá 100 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.

O Meirinho emite um edital a dizer:
“Por ordem do rei em todas as ruas e em todas as casas deve imediatamente ser colocada iluminação de natal. Quem não cumprir esta ordem será enforcado”.
Uns dias depois o rei veio à varanda e, ao ver a cidade profusamente iluminada, exclamou:
– Que lindo! Abençoado dinheiro que gastei. Valeu a pena.

… E foi assim que Portugal começou a funcionar …