O Novo Prós E Prós Na TVI24

O Meu Quintal

Nem um pinguinho de contraditório. O SE Costa aborrece-se se alguém disser coisas fora do guião. Barafusta, clama por calúnia. Faz jantares e ceias de auto-exaltação. Assim tem ali ao lado quem garanta 99,9% de sucesso. E do outro uma “repórter” que parece saída do seu gabinete de comunicação, pois diz tudo o que se espera que diga qualquer assessora.

Parabéns!

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(phosga-se… a acabar de escrever isto ouço João Costa a dizer que “já temos muitas Finlândias entre nós” ou equivalente… e a seguir despejou as mesmas frases da entrevista ao Observador… a sério, consegui antecipar o que ele ia dizendo e foi a parte mais divertida do dia)

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Ministério usa portaria para acabar com os conselhos de turma


Reuniões de avaliação passam a estar sujeitas ao Código do Procedimento Administrativo e assim podem realizar-se apenas com um terço dos seus elementos. Até agora tinham de estar todos ou seja, os conselhos de turma passam a ser equiparados a “órgão colegiais” e por isso, à segunda convocatória, “podem deliberar desde que esteja presente um terço dos seus membros com direito a voto”

Os conselhos de turma têm sido “um pilar fundamental do processo de avaliação” precisamente por se “exigir a presença de todos os professores, de modo a que a avaliação dos alunos fosse discutida e partilhada entre os vários docentes da turma, que se responsabilizavam por igual” Manuel Pereira

Comentários no “Quintal”

António Alves Dezembro 18, 2018 às 12:09 pm

Tudo isto é muito miserável… Mas qual o objectivo do senhor Secretário de Estado? Melhorar a Escola Publica? Promover as aprendizagens dos alunos ? Não! Acabar com o ”chumbo” é um objectivo em si mesmo… Traduzindo é preciso poupar umas massas ; ficar bem na estatística e quebrar a espinha aos professores, ao retirar-lhe um das poucas prerrogativas que lhe restava : avaliar os alunos. Tudo combinado com a municipalização os professores não passarão de interpretes de uma ópera bufa… MLR sobrevive, apesar de tudo!

mario silva Dezembro 19, 2018 às 1:16 am

O 54 é o ‘cavalo de Troia’ da proibição da retenção: não se proíbe explicitamente por decreto mas subrepticiamente, através do avassalador vulcão burocrático que esmaga implacavelmente quem ousar atribuir um nivel 2 (o 1 já foi extinto de facto…). Perante tamanha besta, o docente contempla duas escolhas: o caminho da insanidade psico-emocional ou a colaboração para manter a sanidade, necessária para manter um certo nivel de produtividade até aos 70 anos, a idade a partir da qual poderá almejar a hipótese de uma aposentação (na perspetiva otimista…)…