Um ministério às apalpadelas

Foi assim com a experiência do Inglês, no 3.º ano e que se consolidou no 4º ano. Continua assim, de experiência, piloto em experiência piloto sempre na base da autonomia progressiva e da entrega de poder às câmaras. Planos e projectos diferentes por todo o lado, com autarquias de braços abertos e autarquias desinteressadas, por perceberem tratar-se de um presente envenenado. A falta de coragem de se impor o “sucesso total” é tão óbvia, que se procura transferir a responsabilidade para os professores e poder local.

O ano letivo de 2019/2020 será decisivo para se clarificar um caminho, ou será a continuação da indefinição e falta de coragem? Uma boa estratégia educacional não pode continuar a ser usada a gosto. As fragilidades do que até agora têm sido apresentado como um sucesso virão à tona, se não for estendido a todo o território nacional.