BAJULAÇÃO, NÃO Rui Bebiano no facebook

 Desde pequeno detesto a bajulação. Ainda não sabia bem o que era isso, mas detestava. «Engraxar», «passar sabão», lisonjear, bajular, tudo sinais de calculismo e subserviência, é coisa que jamais fiz. E que se tornou ainda mais insuportável quando em algumas circunstâncias a passaram a fazer comigo. De vez em quando vejo disso também por aqui, nomeadamente em comentários aos posts de figuras públicas que, coitadas, não têm culpa alguma disso, calculando eu que na maioria dos casos também detestem que o façam com elas. Quando leio esses comentários bajuladores, sinto uma espécie de vergonha alheia. E também de pena pelo mau estado da coluna vertebral de quem o faz.

Como se ensina matemática

Explicam as metas de aprendizagem, põem os alunos a resolver exercícios até compreenderem os problemas e sumarizam os conteúdos. É assim que quase todos os professores ensinam matemática.

Como se ensina matemática

A antiga prova dos nove: extração dos nove do aditivo e do subtrativo + resto ou diferença são idênticas

Plano do dia – 4/2/2019

Português – O livro e o autor (páginas 80 e 81) – Serafim e Malacueco na corte de el -rei Escamas (páginas 82 e 83)

Matemática – Ângulos geométricos iguais,
ângulos verticalmente opostos e ângulos adjacentes (Páginas 70,71)

Estudo do Meio – O Estado Novo (páginas 52 e 53)

faltas: Bianca, Doriann, Rebeca, Gonçalo, Vitória, Mariana Novais e Martim