DA FLEXIBILIDADE AO ENVELHECIMENTO PRECOCE – Luís Costa

Muito se tem falado ―embora nem sempre com as melhores intenções ― do envelhecimento da classe docente. Todavia, há um envelhecimento ainda mais dramático: o do ensino.

Custa imenso ver a Escola Pública a definhar ainda mais do que o seu “tão envelhecido” corpo docente. Se envelhecer é, mais do que os anos acumulados, sobretudo uma questão de degenerescência geral, então o que está a acontecer à nossa Escola Pública é puro e acelerado envelhecimento. Tudo está a amolecer, a esbater-se, a tornar-se mais indefinido, menos rigoroso, menos exigente… É uma espécie de progéria geral: deterioração dos conhecimentos, dos valores, das atitudes, das relações interpessoais…

Mais do que os professores, do que os funcionários e do que os próprios edifícios escolares, envelhece tragicamente a Escola Pública. Aquilo a que, eufemisticamente, chamamos flexibilidade não passa de flacidez, frouxidão, osteoporose e demência.

plano do dia 14 de fevereiro

Inglês – Cartas de São Valentim

Expressão Plástica – Capa da avaliação de fevereiro

Português – Leitura do texto “amizade”

Biblioteca – Hora do conto

faltas: Bianca, Bruno I, Martim, Bruno C, Lara  , Gonçalo, Daniela, Mariana Calisto, Doriann, Anamar, Ema, Laura.