Lá Consegui Achar Um JLetras — O Meu Quintal

E acho que talvez tenha descoberto a razão para ele ter desaparecido tão depressa das bancas. Traz duas páginas dedicadas ao que o SE Costa teve a partilhar com a tertúlia das Inquietações Pedagógicas da ESE de Lisboa e é provável que hordas de adeptos do MEM (versão século XXI) os tenham comprado todos para […]

Lá Consegui Achar Um JLetras — O Meu Quintal

Opinião – Maria Pereira

MARÇO 29, 2019 ÀS 8:51

Bem observado… muitos alunos arrastam-se pelas escolas, sem intenção de aprender o que quer que seja, consumindo tempo e recursos, com professores a fazer o papel de dinamizadores do vazio, implementando projetos de entretenimento sem substância… Estes alunos aprenderiam o mesmo com animadores socioculturais, que podem ser formados em massa, nos tais cursos às moscas…
A literacia verbal, matemática, científica, filosófica ficará para as privadas, definitivamente! Serão os pais a escolher o projeto educativo que querem, mas terão de o pagar. A escola pública, baratinha, com sucesso para todos , precisa, não de professores, mas de flexibilizadores, que garantam uma pauta limpinha só com notas boas, pois é isso que faz felizes alunos e governantes e também alguns pais que fazem tudo para ver a prole rebentar de felicidade diariamente…
Falando a sério, ninguém se preocupa com os alunos, os políticos preocupam-se, verdadeiramente, com a sua prole, que colocam em escolas privadas onde a inclusão não entra, as Escolas Superiores ou recebem tudo ou fecham a porta, estão preocupadas com a sua sobrevivência, o que é legitimo, pois os professores das escolas inferiores também vieram defender em massa a escolaridade de 18 anos, porque isso evitaria o desemprego dos professores em maior escala. Enfim, sempre os alunos, os nossos filhos e netos, nas mãos de hipócritas sem coluna vertebral, que não têm projeto nenhum para a educação, que se vão conformando com a mediocridade (principalmente se for barata) e satisfazendo clientelas que, em nome da sobrevivência, terraplanam tudo, comprometendo o futuro de milhares de jovens e do país. Desde 95 para cá, a educação vem-se enchendo com o tudo e o nada, o possível e o impossível, todos enchem a boca para falar dela, mas vão-na destruindo, paulatinamente, porque educar exige paciência, resiliência, tempo, esforço e, claro, dinheiro!

Aprender a pedalar vai fazer parte do currículo

Aprender a pedalar será, nos próximos anos, obrigatório para as crianças a partir do ensino básico.

“Todos os alunos terão a oportunidade de aprender a pedalar, num processo de formação faseado ao longo dos vários níveis de escolaridade”, lê-se na Estratégia Nacional para a Mobilidade Activa apresentada nesta quinta-feira. No 1º ciclo as aulas serão em contexto protegido, nos 2º, 3º ciclos e secundário haverá uma passagem para o espaço público.