Balanço Breve Da Implementação do 54/2018, Após Dois Períodos De Work In Progress

O Meu Quintal

São raras as pessoas com quem falo que não me confirmam o seguinte panorama:

  • Multiplicação da papelada a usar, numa espécie de “grande farra” para os grelhadores de serviço.
  • Morosidade dos procedimentos, que vão e vêm e vão e vêm..
  • Tendência para as decisões críticas serem tomadas por quem nem vê os alunos, mas apenas grelhas e outros “registos”.
  • Tendência para as decisões a aprovar serem no sentido de manter os alunos numa resposta estruturada para o médio/longo prazo, desincentivando perspectivas de alteração das soluções propostas (o que significa que se fica um bocado como estava, mudando cabeçalhos), conforme a evolução dos alunos.

Ou seja, se o pomposamente chamado “Novo Regime Jurídico da Educação Inclusiva” tinha algumas vantagens em termos teóricos – sendo as maiores uma eventual maior celeridade do processo e a possibilidade de respostas permeáveis (o tal “multinível”) dinâmicas no tempo, isso está a ser destruído no concreto…

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A escola é um castigo?

Métodos e estratégias excelentes, não substituem os laços afetivos com os alunos. Porém, preparar bem as aulas, estar por inteiro na sala de aula, podem ser a chave para tornar a escola mais atraente.

Cada professor tem um estilo próprio, de que não deve abdicar em favor da moda do momento.

De ano para ano, a dificuldade crescente em manter a disciplina e o interesse das crianças vai alterando as prioridades do professor, dependendo muito das características da turma para efetuar o trabalho pretendido, ou substitui-lo por outro que lhe facilite a tarefa, ou seja mais fácil de gerir.

A individualização em turmas muito heterogéneas é fundamental. O desdobrar do professor em tarefas impossíveis torna-se uma fonte de frustração. Se a falta de regras na sala se soma à primeira dificuldade podemos estar perante um ato educativo falhado.