António num comentário no Quintal

https://guinote.wordpress.com/2019/05/14/conversa-fiada-bora-la/#comments

De que falamos quando nos referimos a educação inclusiva?
1. Os professores darem pistas aos alunos sobre as respostas nos testes (porque não se fazer isso nos exames também?);
2. Os professores alertam os alunos para as respostas erradas até eles atinarem com a opção correta;
3. Os professores fazem um fato à medida de cada aluno, mesmo para aqueles alunos que querem apenas boxers e tronco nu;
4. Os professores permitem que os alunos consultem tudo o que lhes apetecer para resolverem as diferentes provas de avaliação.

Daqui a uns tempos vamos concluir que afinal nem todos aprenderam e que o fosso entre a elite e os desgraçadinhos se acentuou. Mas a do carvalho e todos os costas e brandões deste país estão a defercar (-se) para o assunto, porque o último interesse que têm na agenda são os alunos.

Eu tenho uma teoria absolutamente idiota: desde o final do século passado, grande parte da humanidade começou a regredir a todos os níveis. Alguns já nem nas cavernas estão.

O Manifesto Pela Verdade No Educare — O Meu Quintal

“A verdade e nada mais que a verdade”

Professores e autores dos principais blogues dedicados à Educação do país quiseram desmontar a narrativa instalada em torno da recuperação do tempo congelado aos professores. Juntaram-se num manifesto, não baixam os braços e dizem que o chumbo da lei é a negação da valorização da classe docente.



A Palavra a José Eduardo Lemos sobre o Manifesto – Pela Verdade dos Factos – 9A4M2D

“Manifesto Pela Verdade dos Factos” é o documento que reúne professores e autores dos principais blogues de Educação com o objetivo de desmontar a “vil e manipuladora campanha de intoxicação da opinião pública” à volta da lei de recuperação do tempo congelado aos professores, chumbada na última sexta-feira na Assembleia da República, com os votos contra do PS, PSD e CDS-PP. Os subscritores não retiram uma vírgula ao texto, explicam os seus motivos, e analisam os acontecimentos das últimas semanas, depois de o primeiro-ministro ter colocado a hipótese de demissão do Governo no horizonte – entretanto afastada com a reprovação da lei.
“José Eduardo Lemos, presidente do Conselho das Escolas (CE), não assinou o manifesto mas conhece o conteúdo. E aplaude a atitude. O manifesto, na sua perspetiva, é uma excelente iniciativa de professores-bloggers que, de uma forma certeira, “desmontaram uma série de falsidades ou, mais benignamente, de imposturas intelectuais, justificadas por interesses político-partidários e profusamente difundidas pelos órgãos de comunicação social e pelas redes sociais”. E vai mais longe. Em seu entender, os blogues prestaram um serviço público, “um serviço cívico que se impunha em favor da transparência e da verdade”. “Serviço que competia a outros, desde logo ao Governo e à comunicação social, mas que, nesta matéria, generalizadamente, intoxicaram a opinião pública com falsidades (mais até do que com meias-verdades), perseguindo fins políticos e não olhando a meios para os atingir”, refere EDUCARE.PT.
 “Este manifesto tem o condão de colocar a nu a farsa montada em torno da recuperação do tempo de serviços dos professores, trazendo à memória coletiva factos que ocorreram entre 2017 e a atualidade e que, indesmentivelmente, mostram quem é que tem andando às arrecuas, quem descaradamente tem mentido aos professores e à população, quem tem sentido de Estado e quem não o tem”, sublinha, dando os parabéns aos autores do manifesto.
O que, para si, está verdadeiramente em causa não é apenas a recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, é também “a velha arte de mentir no espaço público e o mau exemplo”. O presidente do CE lança uma pergunta e dá uma resposta: “Como se podem sentir os professores que ouviram responsáveis políticos declarar que recuperariam todo o tempo de serviço, que viram a Assembleia da República aprovar a Resolução 1/2018 e que leram os orçamentos de Estado de 2018 e de 2019? Diabolizados e enganados, obviamente!”
O responsável pelo CE olha para o caso como um episódio de “fake news”, com o efeito perverso de ter colocado os professores como vilões da história para, refere, “envenenar a opinião pública”. “Tal vem apenas confirmar a necessidade de formação em Literacia para os Media, que está a ser promovida pelo Ministério da Educação, e também oferecer uma interessante temática para debate nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento”, observa com alguma ironia.”

adjetivos

Adjetivo é toda palavra que se refere a um substantivo indicando-lhe um atributo. Flexionam-se em género, número e/ou grau. Os adjetivos distribuem-se por três subclasses, nomeadamente, adjetivo qualificativoadjetivo numeral e adjetivo relacional.

‘«Os valores relacional ou qualificativo que os adjetivos apresentam pode variar de acordo com o contexto: dantesco é um adjetivo relacional [= de Dante] mas pode ser usado qualificativamente, numa construção predicativa ou atributiva graduável [ex: “história (mais) dantesca (do que)”; “este assunto é dantesco*”].»

adjetivos numerais

  • primeiro
  • segundo
  • terceiro
  • quarto
  • quinto
  • sexto
  • sétimo
  • oitavo
  • nono
  • décimo

[…]

  • último
  • centésimo
  • ducentésimo
  • tricentésimo
  • quadringentésimo
  • quingentésimo
  • sexcentésimo
  • septingentésimo
  • octingentésimo

[…]

  • milésimo

Obs: É como escrever 1º, 2º, 3º, […] 1000º por extenso.