A Nova Sigla É “Brilhante”

O Meu Quintal

SAPIE – O Sistema de Alerta Precoce do Insucesso Escolar – SAPIE foi desenvolvido pela Associação Tempos Brilhantes em parceria com várias entidades.

Atentem às parcerias, à equipa, à coordenação “científica”… ao resto, em especial ao resto, que vou designar como marketing para autarquias. Só para implementar o software, Olhão pagou 30.000 euritos a uma outra empresa, a mesma que cobrou mais de 60.000 à Câmara de Odemira, Mas penso que é um novelo que ainda está para ser desenrolado.

Brilhante negócio. Com chancela, lá pelo meio, da DGE.CAixaReg

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Inspecção Geral de Educação Investiga Suposta Agressão De Professora A Aluno Na Golegã — ComRegras

Por Alberto Veronesi – 29 Junho, 2019 

 Que se investigue idoneamente, e se puna se for caso disso mas, no caso de não se confirmar a agressão, que se puna o queixoso!


O caso passou-se na EB 2, 3 Mestre Martins Correia. A Inspecção Geral de Educação e Ciência já questionou o agrupamento sobre as diligências efectuadas. A mãe da criança apresentou queixa contra a professora na GNR.

A Inspecção Geral de Educação e Ciência (IGEC) está a investigar uma suposta agressão por parte de uma professora a um aluno de 11 anos, que frequenta o 5º ano da Escola Básica 2,3 Mestre Martins Correia, na Golegã. A autoridade solicitou por e-mail ao Agrupamento de Escolas da Golegã, Azinhaga e Pombalinho informações sobre as “diligências tomadas para apurar os factos” e as “medidas entretanto tomadas” sobre o caso. O e-mail, a que O MIRANTE teve acesso, foi enviado no dia 11 de Junho, com carácter de “urgência”.

O aluno queixa-se de ter sido agredido pela professora de Ciências Naturais e impedido de voltar a entrar na sala de aula, no dia 3 de Junho, depois de se ter ausentado para ir à casa-de-banho com o consentimento da docente. No regresso terá sido questionado pela docente, onde tinha ido, o aluno terá respondido que tinha ido à casa-de-banho, tal como lhe tinha pedido. Segundo referiu a O MIRANTE Catarina Duarte, mãe da criança, a docente terá agarrado o aluno pelo braço “agressivamente” e colocou-o fora da sala de aula, pegou nos cadernos e na mochila que terá atirado para fora da sala de aula.

Catarina Duarte referiu que o filho chegou nesse dia a casa marcado num braço e com alguns pertences danificados, nomeadamente um telemóvel. Durante todo o dia nada foi comunicado à mãe. “Ninguém me avisou do que se tinha passado, só soube ao fim da tarde quando o meu filho chegou a casa e me contou”, referiu Catarina Duarte.