Recenseamento inútil?

Ultima tentativa… Vou tentar explicar-lhes para que serve o recenseamento docente. Para NADA. 😁
Por certo ja repararam que os nossos colegas ‘bloggers’ (ainda são uns poucos 😉) costumam ter uns artigos catitas sobre vários aspetos da nossa profissão. 😉 Não têm nenhum em que expliquem em que consiste este disparate. Por quê? Porque não existe qualquer decreto, portaria, despacho… sobre a coisa e, portanto, nada há a explicar, a não ser o prazo (😁😁). 😉
Aliás… Se lerem a nota informativa ou o manual de instruções (sim, porque nós somos tão idiotas que precisamos de instruções para tudo… (bem, alguns precisam mesmo… 😇😁), verificação que o recenseamento docente visa o “levantamento de informação pessoal e profissional relativa a todos os docentes”… que se encontrem em exercicio de funções, a data do mesmo. Em momento algum a nota e/ou o manual remetem para legislação relacionada com o disparate… obviamente. 😁😂 TRADUÇÃO: o recenseamento é para fins estatisticos. Ponto.
E perguntam vocês: mas o que acontece caso nao verifique e/ou não submeta os dados? Mais uma vez: NADA. Eu, que detesto “achismos” e stress, no ano passado nao submeti e nada me aconteceu… nadica de nada. Simplesmente presumem-se corretos os dados inseridos pelas escolas (que tragédia 😂😂😂). So podia, visto aparecer uma mensagem no final (reparei há 2 anos) que diz assim: “deseja reverter a submissão”? 😂😂 Ou seja, nada daquilo é vinculativo. Pudera, se fosse vinculativo, quando chegasse o concurso daqui a umas semanas, só teriam de inserir códigos de QZP, pois, tudo o resto estaria preenchido. Para alem disso, vocês, contratados, até poderão ja estar noutra escola. De facto, a razão do recenseamento ser uma coisa que nao serve para nada somos NÓS, os contratados (que até podem estar desempregados à data do disparate). Leio (e ouço) colegas do quadro preocupados com o recenseamento por causa da mudanca de escalão. 😂😂😂😂😂 A progressão tem uma aplicacao própria na qual, mais uma vez, lá terão de verificar tudinho… E é essa que conta, por ser aquela que está legislada. 😉
Agora toca a verificarem tudinho como se isso contasse para alguma coisa, enquanto eu bebo umas minis!

P.S. Cheguei a dizer-lhes que, ao reunir estas informações estatísticas numa aplicação, o governo sabe melhor como nos lixar? 😉 Basta pensarem no tipo de dados que estão a submeter e de que forma podem ser usados para fazer mudanças – desafio aos meus colegas bloggers… algum? 😜 – (sim, sim, o recenseamento surgiu quando começou a falar-se da falta de professores). 😉 E o governo até conta com o facto dos professores serem umas baratas tontas que fazem tudo o que lhes aparece à frente. 😁😁😂😂

Duarte Gonçalves

FENPROF Apresenta Propostas No Ministério Da Educação Sobre Carreira, Concursos, Horários E Aposentação — ComRegras

FENPROF apresenta propostas fundamentadas no Ministério da Educação sobre carreira docente, concursos, horários de trabalho e aposentação. Nos termos da lei, iniciam-se, desta forma, os correspondentes processos negociais Lisboa, 2 de março (segunda-feira), pelas 15 horas A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (Lei n.º 35/2014), adiante designada LTFP, prevê, no seu artigo 351.º,…

FENPROF Apresenta Propostas No Ministério Da Educação Sobre Carreira, Concursos, Horários E Aposentação — ComRegras
  1. Carreira docente (recuperação do tempo de serviço, progressão aos 5.º e 7.º escalões e eliminação das ultrapassagens) – alínea c) do artigo 350.º da LTFP;
  2. Concursos (eliminação de procedimentos que provocam injustiças e estabilização do corpo docente) – alínea b) do artigo 350.º da LTFP;
  3. Horários e outras condições de trabalho (fim dos abusos e ilegalidades nos horários de trabalho) – alíneas c), d) e h) do artigo 350.º da LTFP;
  4. Aposentação (rejuvenescimento do corpo docente das escolas) – alíneas c) e l) do artigo 350.º da LTFP.

Algarve recebe Projeto Literacia para os Media e Jornalismo a partir de Março

Por Sul Informação • 26 de Fevereiro de 2020 – 13:04

A inscrição na formação pode ser feita clicando aqui, até 25 de Fevereiro, e as escolas que vão acolher a formação podem ser encontradas neste link. Lagos

Este ano, as inscrições para a formação estão abertas a todos os professores interessados.

Nada de novo na coreografia sindical da fenprof

Chuva de postais e uma manifestação de ocasião para o ato.

Se houvesse coragem de inovar a contestação teria que ser ao governo em geral e não a um ministro que alguns duvidam que exista, ou se existiu. Por exemplo, se um dirigente sindical iniciasse uma greve de fome a coisa teria outro impacto.

E esta ministra que vai entregar os professores ao poder local deve ficar?

Via do infante mais barata a partir de julho para utilizadores frequentes

Os descontos nas classes 1 e 2 vão variar conforme a utilização mensal: nos primeiros seis dias, é pago o valor integral das portagens; entre o 7º e o 15º dia, o desconto é de 20%; a partir do 16º dia, a redução é de 40%. Quem utilizar a autoestrada 22 dias por mês tem um desconto médio de 20%; quem circular 30 dias por mês, tem um desconto médio de 25%, beneficiando os residentes, trabalhadores e visitantes frequentes destes locais.

Hipotéticos Caminhos Que O ME Poderá Seguir Para Combater A Falta De Professores — ComRegras

E fazer uma reunificação da verdadeira tarefa do professor? (professores há, mas estão demasiados em trabalhos paralelos) O folclore e o improviso têm raízes profundas na sociedade portuguesa. O poder vem fomentado e apoiado esta vertente, tal como a escola em full time. Até quando?

Quanto mais cedo assumirmos que não vamos ter professores suficientes, mais cedo vamos começar a encontrar soluções para o que aí vem. Neste momento as Universidades não conseguem dar resposta à saída em massa prevista, não por falta de cursos via ensino, mas sim pela falta de candidatos a professores. Melhorar as carreiras dos professores…

Hipotéticos Caminhos Que O ME Poderá Seguir Para Combater A Falta De Professores — ComRegras

Isabel Camarinha lider da inter sindical

O conteúdo é exclusivo para assinantes, mas vale a pena ler a análise. Muito curiosas duas referências aos professores e, nomeadamente, uma a Mário Nogueira, que, diz o jornalista, não figurou na lista de potenciais lideres por ser dentro da CGTP “como o principal responsável pela derrota da luta dos professores contra o anterior Governo.” De resto, o texto consolida a ideia da fragilidade sindical por erros próprios e alheios.

O pior de Portugal

https://sol.sapo.pt/artigo/686962/tvi-reage-a-grande-entrevista-de-ana-leal-ao-sol

Segundo declarações do canal a vários orgãos de comunicação social, “esta entrevista foi dada sem autorização da direção de informação e as declarações da jornalista só a comprometem a ela”. “A TVI não decide criar ou acabar com programas em função de pressões externas. No que respeita a este caso concreto, o diretor Sérgio Figueiredo já recebeu muitos telefonemas por causa daquele espaço de investigação, mas nenhum deles até a data partiu do primeiro-ministro ou de quem com ele trabalha”, afirmam, negando assim as declarações de Ana Leal ao SOL.

Cinco desembargadores na teia da corrupção da Relação de Lisboa

Suspeitas de corrupção na Quercus

Municípios do litoral alentejano defendem adiamento da descentralização —

Os cinco autarcas que compõem a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL) estiveram reunidos com a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública para debater o processo de transferência de competências. O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL), Vítor Proença, defendeu recentemente o adiamento do processo de transferência de competências da […]

Municípios do litoral alentejano defendem adiamento da descentralização —

Não têm pão? Comam brioche! Santana Castilho

Há momentos na Assembleia da República em que a política fede a hipocrisia infinita.

1. Mesmo que as palavras sejam graves e as proclamações venham ensaiadas com solenidade, há momentos na Assembleia da República em que a política fede a hipocrisia infinita.

Uma petição e dois projectos justos, do BE e do PCP, foram ignorados por partidos hipócritas, num Parlamento dominado por um PS que odeia gratuitamente os professores. Falo de mais de cinco mil docentes, eternamente precários, com horários incompletos, que vão continuar a contabilizar em cada mês menos de 30 dias para a Segurança Social, apesar de os próprios tribunais já terem reconhecido, em duas sentenças transitadas em julgado, que a situação é ilegal. Esclareço brevemente os menos avisados: o horário de um professor não são apenas as horas lectivas; os professores contratados têm de assegurar o mesmo tempo de componente não lectiva que os restantes, pelo que nenhum horário pode ser tomado como part-time (como o tribunal, repito, já reconheceu); acresce que um docente com um horário de 16 horas lectivas num agrupamento vê contabilizados 30 dias, enquanto outro, que acumule o mesmo número de horas divididas por dois agrupamentos, não vê. O PSD, que defendeu em plenário a iniquidade da situação, absteve-se na votação. O CDS e o IL ficaram calados e fizeram o mesmo. O PS pôde, assim, destilar o ódio habitual e cobrir com um manto de ignomínia a sua falta de ética mínima. Com raiva a crescer nos dentes, admito que nos apoiantes que fizeram multiplicar por cinco as intenções de voto no Chega passem agora a figurar alguns professores, tocados por um sentimento antipolíticos. É o risco que se corre quando, a quem pede pão, se manda comer brioche.

Pelo mesmo diapasão afinou o coro insólito contra o IVA da electricidade. O PCP avançou com uma proposta que sabia que a direita não aceitaria e o PSD fez depender a sua de contrapartidas que sabia que PCP e BE rejeitariam. Numa palavra, todos redigiram propostas prenhes do desejo inconfessado de que fossem reprovadas. Porque sabendo-se que só o PS era contrário ao que todos defendiam, ninguém foi suficientemente livre para se libertar das convenções que impedem de votar ao lado dos “inimigos” intestinos, ou porque depois de o Governo fazer o costumado número baixo de ameaçar com uma crise política, ninguém a quis abrir. […]