O Shôr Ministro Tiago Manda Dizer Que A Sentença Já Está Dada, Antes Do Apuramento Dos Factos — O Meu Quintal

Este senhor doutor investigador ministro parece-me tão versado em leis como aqueloutro secretário em ciência da estupidez aviária. E, para quem se cala tanto, mais valia assim continuar. “A professora diz ter sido agredida nas costas e não viu por quem, mas outras pessoas que estavam no corredor identificaram o aluno”, descreveu, à Lusa, fonte […]

O Shôr Ministro Tiago Manda Dizer Que A Sentença Já Está Dada, Antes Do Apuramento Dos Factos — O Meu Quintal

Problemas

Num lago há uma mancha de nenúfares. Todos os dias a mancha duplica o tamanho. Se a mancha levar 48 dias a cobrir o lago inteiro. Quanto dias leva a cobrir metade do lago?

No 5° dia de trabalho uma cozinheira fez 48 bolos. Sabendo que duplicava todos os dias o número de bolo que fabricava. Quantos bolos fabricou no 1°dia?

Postal Aos Pseudo-“Novos”

O Meu Quintal

(que em muitos casos estão longe de o ser… tomara que fossem, como eu já fui, mas sem a parte da inveja e da pequenez de vistas…)

A quem anda por aí a fazer o frete ao ME de desunir ainda mais os professores com base na idade e nos escalões salariais, abrindo caminho para o aplainamento da mesma, gostaria de perguntar se achariam justo que se voltasse a pagar com base no grau académico actual ou de ingresso inicial na carreira. Ou que, por exemplo, fossemos escavar a habilitação de muita gente para os grupos de docência que leccionam. Porque podemos sempre arranjar “injustiças”, bastando a forma de olhar para as coisas.

Segundo o Cipolla, na sua terceira “lei” sobre o assunto, a estupidez define-se por se causar mal a outrem sem se ganhar nada com isso.

É estúpido aquele que causa danos a um outro indivíduo ou um…

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Carta ao Ministro de Educação | A diferença de vencimento nos professores. — ComRegras

Esta é uma questão sensível mas que está bem presente nos meandros dos professores. Em vez de ignorarmos o problema, sou apologista de olharmos de frente a situação mas conscientes que não ganhamos nada apontando o dedo uns aos outros… Publico esta carta respeitando o anonimato solicitado. Sou professor há 20 anos. Estou colocado, desde 2005 no

 2º escalão. O meu vencimento líquido é de 1200 euros. Frequentei um mestrado cuja tese me falta entregar, por falta de motivação para a concluir e porque me custa dar o valor das propinas, sabendo que o efeito da entrega da tese e da sua defesa não é nenhum, em termos de carreira docente.

Salvo alguns períodos muito curtos, a verdade é que me encontro no mesmo escalão, há mais de 10 anos, vendo o meu vencimento diminuir quase todos os anos. Este último ano voltaram a cortar-me mais 60 euros do ordenado, pois com a “subida” do vencimento (reposição dos cortes????) subi de escalão de IRS. Encontro-me num escalão onde estão muitos colegas meus, casados e com filhos. As contas ao fim de mês são sempre difíceis de fazer e é preciso andarmos sempre com engenharias para conseguir pagar todas as despesas. Os colegas mais velhos da profissão estão igualmente congelados, mas em escalões de topo (7º, 8º e 9º). Pergunto se é justo, nos mesmos anos de congelamento, uns professores estarem congelados em escalões inferiores e outros estarem congelados em escalões de topo? A diferença nos vencimentos é muitíssimo grande, numa profissão onde fazemos todos o mesmo e onde os mais velhos ainda têm as reduções de horário, para além de estarem ao pé de casa e escolherem os horários e as turmas com que querem trabalhar. Não é ressabiamento mas é justiça. Não é justo em mais de 10 anos de congelamento uns estarem congelados no 9 escalão e outros no 1º ou 2º, pois os primeiros, não podem progredir mais. Venho por este meio pedir ao Sr. Ministro que considere o descongelamento, principalmente para os professores que estão nos escalões inferiores. No meu caso estou posicionado no 2º escalão, como se tivesse cerca da 7 anos de serviço. Na escola informaram-me que depois do descongelamento, ainda teria que estar mais 1 ano no mesmo escalão. Isto parece uma piada de mau gosto. Tenho 43 anos e tenho um vencimento de alguém com cerca de 7 anos de serviço; nunca pensei que o nível de desmotivação que vivemos fosse tão grande. Esta injustiça está a tornar-se cada vez mais evidentes para os colegas quarentões, pois os colegas mais velhos trabalham menos e ganham bastante mais. Um deles disse-me que ganhava tanto como um deputado municipal e que por isso não se podia queixar. Neste momento, nas escolas, existe uma dualidade de vencimentos que não se compreende e que está a originar revolta e frustração. Obrigado pela vossa atenção. Penso que no fim quem fica a perder são os nossos alunos e o país pois a qualidade da educação prestada não é a melhor devido à desmotivação por não se sentir que o nosso trabalho é valorizado e reconhecido.

Professor

Carta ao Ministro de Educação | A diferença de vencimento nos professores. — ComRegras

Mário Nogueira aponta o dedo a Costa: “Não há ministro para a educação”

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, subiu ao palco do congresso da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), no Seixal, para acusar o ministro Tiago Brandão Rodrigues de ser intransigente e de não querer negociar com os sindicatos dos professores. E, disparando contra o que diz ser a falta de investimento do Governo na “defesa da escola pública”, sentenciou: “Verdadeiramente, não há ministro para a educação.”

Pedro Crisóstomo no Público

montagem de Luís Costa ex “quadro negro”

Ensinar A Programar Será A Nova Alfabetização? – Mafalda G. Moutinho — ComRegras

 Ao longo dos séculos o ser humano foi adaptando aquilo que foi necessário aprender e posteriormente ensinar. Nos séculos XIX e XX decidimos colocar cada disciplina numa caixa individual, desenvolvendo indivíduos super especializados numa determinada área e não no seu todo, como era apanágio desde a Roma Antiga, passando pelo Renascimento.

Fizemos da prática de decorar conhecimentos uma autêntica arte, arte essa que é, na maioria das vezes, um factor de decisão para se ser bem-sucedido num cenário de avaliação de conhecimentos. A alfabetização tradicional percorreu o mundo, mas agora deve adaptar-se à nova linguagem do século XXI.

Vivemos na era da tecnologia, do software, dos smartphones, da Internet. O mundo mudou e nós mudamos com ele e não podemos esperar que os nossos nativos digitais, as nossas crianças, sejam apenas meros usuários da tecnologia como acabamos por ser todos nós adultos, uma espécie de emigrantes digitais.

Ensinar A Programar Será A Nova Alfabetização? – Mafalda G. Moutinho — ComRegras

O triunfo dos impares – Paulo Guinote

Custa-me perceber que, quando tanto se fala em “inclusão”, se cristalizam novos “cadeirões” e se voltam a enquistar feudos e coutos pelas escolas,

em que alguns decidem por todos e os mecanismos de “trabalho colaborativo” não passam de colocar correias de transmissão em engrenagens de sentido único. Fala-se muito em “cidadania” e de combate aos “populismos”, mas pratica-se muito pouco uma real responsabilização e muito menos a confiança. E quanto aos “cadeirões” há muitos que parecem tronos.

https://www.publico.pt/2020/02/15/sociedade/opiniao/triunfo-impares-1903520

Embora se enalteça o trabalho entre pares, o que na verdade se premeia são, os ímpares!