Afinal continuamos a ir à escola

Declarações do Ministro da Educação

“O que está decretado é a interrupção das atividades lectivas e não lectivas durante 15 dias e depois teremos férias da Páscoa durante outros 15 dias. Quanto ao pessoal docente e não docente, os funcionários do Estado e da Administração pública não estão de férias, por isso o que são interrompidas são as atividades lectivas e não lectivas nas nossas escolas.”

Mais adiante, afirmou:

“Quanto ao trabalho dos professores, o trabalho pode naturalmente ser ajustado. Todos estaremos no nosso local de trabalho. Nesse sentido, é também importante entender que existem mecanismos que estão nestes normativos e que nos permitem o teletrabalho e outras formas de trabalho e de relação laboral que possam ser estabelecidas. Volto a dizer, ninguém está de férias.”

Na terceira intervenção, referiu…

“Como sabemos numa situação desta natureza, existem agora normativos que enquadram estas situações. Existirão ajustamentos nas rotinas de trabalho, existirá até a possibilidade de fazer teletrabalho. E tantos trabalhos pedagógicos que os docentes terão de fazer, como as reuniões, podem eventualmente ser feitas remotamente. Queria dizer que, obviamente, hoje falamos aqui da proteção das nossas crianças e jovens, mas falamos também da proteção de todos os trabalhadores, como é o caso do Ministério da Educação, mas também de todos os portugueses. Obviamente que a preocupação dos docentes e não docentes das nossas escolas é igualmente extremosa para nós e, nesse sentido, tudo faremos para que eles possam ter todas as condições para o tal distanciamento social. As escolas têm uma área considerável. Sabemos que, neste momento, não estão lá as crianças, por isso estão também reunidas mais condições para que possam trabalhar em segurança, com o distanciamento social que necessitam. E que obviamente tenham possibilidade também de aceder a estas outras formas, em coordenação com as direções das escolas, com os colegas e em articulação com as famílias. Por isso, estão criadas as condições para que a preocupação que temos com os docentes e não docentes possa aqui também ser preenchida.”

Cada um em sala separada para evitar contágio, certo! Quero uma sala só para mim!

Este tipo com motoristas e assessores à disposição ignora que professores vão correr riscos em transportes públicos, que outros têm familiares para apoiar nestes tempos difíceis, que estar isolado numa escola não faz sentido.

2 opiniões sobre “Afinal continuamos a ir à escola”

  1. Sem comentários, nem sei o que diga com tanta ignorância, quer dizer vimos para a escola os nossos filhos ficam em casa e quando chegarmos a casa não estamos em contacto com eles nem lhes transmitimos nada pk estivemos na escola sem crianças 🤔🤔🤔🤔

  2. Falou o ressuscitado sem conhecimento da realidade,não usa os transportes públicos para ir para o trabalho como eu e, tem um gabinete e computador só para si.

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