Como será o próximo ano letivo?

Ninguém sabe, depende da evolução epidemiológica do país.

O ministério deve estar a preparar 2 ou 3 cenários diferentes. O mais importante seria conseguir empenho máximo dos professores. Tal será difícil, face ao afastamento que leva o atual ministro a ser apelidado pelos professores nas redes sociais “O inexistente”.

Já as direções de alguns agrupamentos parecem ter uma boa ligação com o secretário de estado da Educação João Costa, que depois de ter elogiado o E@D, o considerou um mal menor.

Os sindicatos parecem sedentos de protagonismo e estar por dentro das soluções. Parecem querer evitar exageros legislativos e salvaguardar alguns interesses que só acabamos por perceber à posterior.

No ComRegras fala-se no erro do prolongamento pouco racional do ano letivo até 26 de junho.

ESTAMOS FARTOS!

Não haverá aluno, professor ou encarregado de educação que não tenha pensado que as aulas já deviam ter acabado. Existe um clima de saturação muito grande, algo que costuma acontecer no formato presencial, mas que é atenuado nesta altura do ano pelas inúmeras atividades que ocorrem nas escolas e consequente convívio. (…)

https://www.comregras.com/foi-um-erro-prolongar-o-ensino-basico-ate-ao-dia-26-de-junho/