Segunda temporada da “telescola” arrancou segunda-feira (em novembro é alargada ao secundário) — ComRegras

Depois do ano letivo 2019/2020 ter sido parcialmente lecionado à distância, com o apoio da chamada “telescola”, o Ministério da Educação, em parceria com a RTP, lança agora a segunda fase do “Estudo em Casa”. O objetivo é funcionar como uma ferramenta de “complemento à escola”, que pode servir de apoio não só aos alunos que…

Segunda temporada da “telescola” arranca segunda-feira (em novembro é alargada ao secundário) — ComRegras

Travar a covid-19 nas escolas: Fenprof exige mais informação, mais testes, mais profissionais

Escola Portuguesa

Perante uma pandemia, não pode haver secretismos: os casos têm de ser conhecidos localmente, para que cada um possa saber se esteve exposto a um contacto de risco. Quem esteve na mesma sala de aula onde se encontrava um aluno infectado, deve ser testado em tempo útil. E obviamente que, além de desinfectantes e equipamentos de protecção individual, as escolas precisam de ter todo o pessoal docente e não docente necessário para que possam dar resposta às muitas solicitações. Incluindo provavelmente, muito em breve, o confinamento de boa parte da população escolar. Estas são, em suma, as principais preocupações e exigências da Fenprof.

Para a FENPROF, todo o cuidado é pouco e todas as medidas são necessárias para garantir que as escolas vão continuar abertas e que o ensino continuará, por norma, a ser presencial. Nesse sentido, mas também com o objetivo de proteger todos os membros da comunidade…

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Os monodocentes perante a pandemia

Os sindicatos e algumas direções de agrupamento andam muito caladitos, na esperança que a pandemia lhe passe ao lado. Afinal são os que mais podem estar
resguardados nos gabinetes. Verdade que há exceções. A redução percentual de atividade letiva de alguns dirigentes ou de alguns elementos de direções diminuem o risco, mas não o afastam. Mesmo cumprindo todas as regras, os monodocentes ao estarem perante alunos sem máscara correm maiores riscos, sobretudo os mais velhos. A subida de 53% de casos em crianças de menos de 10 anos é muito preocupante.