“Como é que eu vou fazer exame se não tenho professor?” — ComRegras

A frase foi proferida por um aluno e a resposta é um redondo silêncio… O Sexta às 9 fez uma reportagem sobre a falta de professores, onde o Ministério da Educação aponta 4 causas para o efeito, sem no entanto apresentar qualquer solução. Na reportagem uma mãe conta que o seu filho teve apenas 2…

“Como é que eu vou fazer exame se não tenho professor?” — ComRegras

Um esforço nacional para combater a Covid19

Os “docentes sem componente letiva” entre os quais os do 1.° ciclo ao abrigo do art.° 79.° podem ser mobilizados. Publicado em Diário da República, o Despacho que determina a operacionalização do reforço da capacidade de rastreio das autoridades e serviços de saúde pública para a realização de inquéritos epidemiológicos, rastreio de contactos de doentes com COVID-19 e seguimento de pessoas em vigilância ativa, através da mobilização de docentes com ausência de componente letiva

Despacho n.º 11790-A/2020 – Diário da República n.º 232/2020, 2º Suplemento, Série II de 2020-11-27

Assim, nos termos do disposto no artigo 7.º do Decreto n.º 8/2020, de 8 de novembro, e dos artigos 21.º, 25.º, 26.º e 27.º do Decreto-Lei n.º 169-B/2019, de 3 de dezembro, determina-se:

1 – A Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, o Ministro da Educação, a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e a Ministra da Saúde garantem que cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada identifica os docentes com ausência de componente letiva.

2 – A Autoridade de Saúde Regional, com o apoio da Administração Regional de Saúde, I. P., territorialmente competente, contacta os docentes com ausência de componente letiva que considere melhor habilitados ao reforço da capacidade de rastreamento das autoridades e serviços de saúde pública e promove a sua formação.

3 – Os docentes com ausência de componente letiva que, com o evoluir da pandemia da doença COVID-19, se revelem efetivamente necessários ao reforço da capacidade de rastreamento das autoridades e serviços de saúde pública são contactados para este efeito pela Autoridade de Saúde Regional, com o apoio da Administração Regional de Saúde, I. P., territorialmente competente.

4 – A afetação dos docentes com ausência de componente letiva às funções referidas nos números anteriores deve ter em conta a respetiva formação e conteúdo funcional.

5 – Os docentes com ausência de componente letiva que sejam mobilizados ao abrigo deste regime mantêm todos os direitos inerentes ao lugar de origem e não podem ser prejudicados no desenvolvimento da sua carreira.

6 – As Autoridades de Saúde Nacional e Regional fornecem a cada trabalhador mobilizado a formação e os formulários, orientações e guias de inquéritos epidemiológicos, bem como os equipamentos necessários ao desenvolvimento das atividades, para rastreio de contactos de doentes com COVID-19 e seguimento de pessoas em vigilância ativa.

7 – A Autoridade de Saúde Regional afeta primacialmente os docentes com ausência de componente letiva com formação na área da saúde aos inquéritos epidemiológicos, para rastreio de contactos de doentes com COVID-19, e os restantes docentes ao seguimento de pessoas em vigilância ativa.8 – Sem prejuízo do disposto no número anterior, os docentes referidos no n.º 4 são sempre coordenados por um profissional da área da saúde pública.

9 – Os trabalhadores que venham a ser mobilizados nos termos e ao abrigo do artigo 7.º do Decreto n.º 8/2020, de 8 de novembro, e de acordo com o previsto no presente despacho, ficam sujeitos, no âmbito dos inquéritos epidemiológicos para rastreio de contactos de doentes com COVID-19 e do seguimento de pessoas em vigilância ativa, ao dever de sigilo, garantindo a confidencialidade da informação a que, decorrente do exercício destas funções, tenham acesso.

Greves | S.TO.P 30/11 a 4/12 – FENPROF a 11/12 — ComRegras

Será um dezembro agitado, tal como tinha referido no passado. Realço que a greve do S.TO.P inclui docentes e não docentes, enquanto que a greve da FENPROF destina-se apenas a docentes. GREVE POR SEGURANÇA E QUALIDADE NAS ESCOLAS (S.TO.P) FENPROF entrega pré-aviso de greve ao Primeiro-Ministro O conteúdo Greves | S.TO.P 30/11 a 4/12 –…

Greves | S.TO.P 30/11 a 4/12 – FENPROF a 11/12 — ComRegras

Um professor pode ter 30 anos e ser velho, como um professor pode ter 60 e ser novo — ComRegras

Correndo o risco de ver mísseis a serem disparados nas redes sociais, pois alguém, ainda por cima professor, ousou criticar a postura de alguns colegas, julgo que a forma como nos ligamos aos alunos é um tema que merece ser discutido e este espaço é exatamente para isso… Para refletir e opinar, com a educação…

Um professor pode ter 30 anos e ser velho, como um professor pode ter 60 e ser novo — ComRegras

Ninguém aprende de quem não se gosta, como ninguém aprende de quem não se quer estar.

A pandemia está a criar insegurança nas escolas e a afetar o ensino. — ComRegras

A vida nas escolas tem sido atribulada e insegura pelo que o presente ano letivo é diferente dos demais para pior, ainda que, reconheçamos, melhor que a experiência do ensino à distância do ano letivo anterior. 39 mais palavras

A pandemia está a criar insegurança nas escolas e a afetar o ensino. — ComRegras

Mind The GAP!

Escola Portuguesa

Aí estão eles de novo, vindos com pezinhos de lã e o apoio de uma instituição de peso – a Fundação Gulbenkian – que deveria, alvitro eu, seleccionar melhor as suas companhias. Para a Teach For Portugal, filial portuguesa de uma pouco recomendável multinacional de olho nos negócios da Educação, os efeitos nocivos da pandemia nos alunos mais vulneráveis são uma boa oportunidade para colocar os seus “mentores” e “voluntários” nas salas de aula, físicas ou virtuais. Para “ajudar”, evidentemente…

Claro que a falta de professores qualificados que nalgumas zonas do país já se começa a sentir é o resultado, não da pandemia, mas de políticas erradas que tardam em ser revertidas e que tornam a profissão docente pouco atractiva e certas ofertas de horários impossíveis de aceitar. Mas quando se governa sem estratégia nem rumo, a sobrevivência política baseia-se na fuga aos problemas. E é difícil resistir ao…

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A inércia sindical e a greve de um ou três dias em dezembro

Professores exaustos , ansiosos e desorientados. Trabalho do 1°período já consumado, eis que surge (se for avante) a greve sugerida e aprovada pela maioria dos sócios sindicais.

(acaba a 25 novembro a consulta)

https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2020-11-24-exaustos-ansiosos-e-desorientados-o-sentimento-dominante-de-professores-e-educadores-em-ano-de-pandemia/

https://duilios.wordpress.com/2020/11/23/noticias-sindicais-por-antonio-duarte/

Será que após orçamento aprovado o governo negoceia?