Não era suposto a avaliação externa continuar como se estivéssemos em tempos normais

“…aqueles que arranjam as mais indigentes justificações para continuarem a fingir que o modelo de avaliação do desemprenho deve decorrer como se estivéssemos em tempos normais. Dos apáticos (“se somos convocados, temos de ir não é?”) aos emproados (“antes eu do que outr@ qualquer”), passando pelos bem-intencionados (“mas se não formos, @s colegas depois é que se prejudicam…”), há para todos os gostos, incluindo os que não se confessam predestinados para avaliar o trabalho alheio quando nem o seu fazem em condições, mesmo se isto implica que andemos a passear entre escolas de concelhos diferentes.” Paulo Guinote

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