Professores ficam para o fim?

Escola Portuguesa

Na maioria dos planos nacionais de vacinação contra a covid-19, educadores e professores dos vários níveis de ensino têm estado a ser considerados entre os grupos prioritários para vacinação. Em regra, logo a seguir aos idosos e aos profissionais de saúde.

A ideia é acertada e faz todo o sentido a partir do momento em que se definiu, claramente, que todo o ensino deveria ser presencial. No seu quotidiano, os professores têm contacto próximo com dezenas, por vezes centenas de alunos, pertencentes a diferentes turmas. Serão dos profissionais mais expostos, não só ao risco do contágio, mas também à possibilidade de eles próprios se tornarem agentes transmissores da doença.

No entanto, se isto é entendido em quase todos os lados, por cá os professores continuam, aparentemente, a ser olhados com um misto de invisibilidade e de desprezo. Será que a classe docente é auto-imune e ninguém nos avisou? A verdade…

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