Oração ao E@D para rezar para rezar pela manhã antes do apagão

Avé Classroom, cheio de E@D, Os pressôres estão convosco. Maldito sois vós, entre as plataformas, Fruto do El Corona, vírus. Santos pressôres, mártires das iluminações, Rogai por uma mesa digitalizadora, Bendita é a graça do sinal da Internet, Online. Glória ao Meet, ao Zoom e ao Teams, Assim como era na escola, agora e sempre, Passem toda a gente. Ámen!

Oração ao E@D (a rezar pela manhã, antes do apagão)

Queixas de pais e diretores

Segundo Rui Martins, uns não conseguem entrar nas plataformas onde estão a ser dadas as aulas, enquanto outros deixam de repente de ouvir professores e colegas, perdendo o fio condutor da matéria que está a ser ensinada. A situação também preocupa professores, que acabam por perder muito tempo à espera que todos os alunos “entrem” nas aulas, lembrou por seu turno o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO — ComRegras

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO A Federação Nacional dos Professores pediu a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) para fiscalizar a situação dos professores e educadores que estão a suportar todas as despesas relativas ao teletrabalho. A decisão da federação surge depois de realizado um inquérito, ao qual responderam mais de…

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO — ComRegras

By Emanuel Vicente – 18 fevereiro, 2021 196 1

A Federação Nacional dos Professores pediu a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) para fiscalizar a situação dos professores e educadores que estão a suportar todas as despesas relativas ao teletrabalho.

A decisão da federação surge depois de realizado um inquérito, ao qual responderam mais de quatro mil docentes e que revelaram que a generalidade dos docentes em teletrabalho estava a pagar do seu bolso os custos relativos a despesas do seu trabalho.

A Fenprof anunciou hoje que se dirigiu “à Inspetora-Geral da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) requerendo a sua intervenção na fiscalização desta situação”.

No ofício dirigido à ACT, a federação lembra que o Código de Trabalho estabelece normas do regime de teletrabalho, tais como “a obrigação de a entidade empregadora disponibilizar, instalar e manter os equipamentos necessários ao exercício do trabalho por meios telemáticos (teletrabalho) e assumir as despesas inerentes ao mesmo”, sublinha a Fenprof.

Desde o dia 8 de fevereiro, os alunos voltaram a ter aulas à distância devido ao agravamento da pandemia e a generalidade dos docentes passou a ensinar a partir de casa.

Segundo o inquérito da Fenprof, 95% das pessoas que responderam revelaram que as entidades empregadoras não estavam a respeitar o Código de Trabalho: “Os computadores são dos docentes, tal como os telemóveis (instrumento fundamental para a atividade assíncrona) e as despesas com Internet de banda larga (necessária para suportar as plataformas em que se desenvolve a atividade síncrona), bem como com operadoras de telecomunicações são, igualmente, asseguradas pelos professores e educadores”, alertou.

Os sindicatos dos profissionais de educação têm vindo a solicitar que os custos dos docentes passem a ser suportados pela tutela, mas até ao momento a situação mantem-se inalterada.