Divulgação: Ponderar alternativas à avaliação do 2.º período

Escola Portuguesa

Tendo em conta que apenas três semanas do segundo período foram leccionadas em regime presencial, com as limitações que tal implica em termos de avaliação justa, rigorosa e transparente dos conhecimentos dos alunos, um grupo de professores do ensino secundário propõe que, a exemplo do que já sucede nas escolas com organização semestral do ano lectivo, também nas restantes escolas se reduzam a dois os momentos de avaliação quantitativa.

Publico a tomada de posição conjunta de dez professores da Escola Secundária Martins Sarmento devidamente identificados.

Excelentíssimos Senhores,

Face ao incompreensível silêncio por parte do Ministério da Educação relativamente ao processo de avaliação, matéria que tem sido tão entronizada nos últimos anos, de um período em que tudo indica que se reduzirá a três semanas de aulas presenciais, é expectável que os professores se sintam profundamente preocupados com as tremendas dificuldades que uma avaliação à distância comporta.

Atendendo a que presidem…

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Ninguém pára o Luís Braga e o Paulo Guinote

Cada um dos colegas citados tem expressado abundante crítica à má 9gestão da crise pandemia e ao aproveitamento da boa vontade dos professores. O Luís Braga mais no sentido da apropriação de bens pessoais (luz, pc, telefone e net) a favor do Estado. O Paulo Guinote em resposta a um grupo de iluminados, um “lobby” para forçar a reabertura prematura das escolas.

foto montagem de Luís Costa

As atividades extra curriculares não desapareceram em tempo de Covid

Como se não se passasse nada, abusando da boa vontade dos professores, algumas câmaras sugerem atividades para entreter os alunos oline.

Uma destas atividades seria ao sábado. Não foi aceite no meu grupo de trabalho, professor escaldado de água quente tem medo.

Dar nome ao boneco, a quem a máscara se transformou numa espécie de bigode mal feito é uma das atividades. Para mim só se pode chamar “?????”