Espero que o governo não os ouça

Prioridade à escola

Um grupo de médicos, cientistas, académicos e profissionais de outras áreas apela ao Governo que reabra as escolas, com segurança e de forma contínua, a partir do início de Março, começando pelos mais novos.

Especialistas apelam à abertura das escolas em março

Estudantes. “Acho que todos já pensamos pôr termo à vida”

https://sol.sapo.pt/artigo/725490/estudantes-acho-que-todos-ja-pensamos-em-colocar-termo-a-vida

Mais de 70% dos estudantes da Universidade de Coimbra pensaram em desistir do curso durante o primeiro confinamento. A seu lado, 20% ponderaram pôr fim à vida. Ana, Filipe, Francisca, Joel e Luísa expõem os seus anseios.

As aulas vistas por uma “Professora Primária”

Nicola Mendes é uma das muitas professoras que está, pela segunda vez, a dar aulas à distância. O conceito já não é novo, mas ainda assim os desafios de ensinar crianças de apenas 7 anos sem os ter por perto continuam a ser grandes.

“Esta forma de ensinar tem as suas especificidades… É estranho quando uma criança tem uma dificuldade e não a conseguimos perceber porque em aula presencial posso circular junto deles e corrigir um exercício ou ajudar numa dúvida. Desta forma, isso não acontece”, começa por explicar, ao Mundo Atual.

Professora num Colégio Privado, Nicola Mendes admite ser “privilegiada” porque os alunos têm todas as condições de aprendizagem em casa, mas revela que há outras “particularidades” que acabam por tornar o trabalho mais “exigente”.

O “distanciamento” entre professora e alunos é a maior dificuldade do ensino não presencial porque “para além de não conseguir ver todos os meninos no écran, não consigo corrigir comportamentos ou perceber os níveis de concentração”.

Por isso, Nicola Mendes faz uma “avaliação semanal” para conseguir, de forma mais regular, “perceber a aprendizagem dos conteúdos lecionados” e “colmatar as fragilidades” que possam existir relativamente às matérias.

A docente revela ainda que com as aulas online há também diferenças na preparação das mesmas já que utiliza “recursos mais apelativos e dinâmicos” que sejam “igualmente esclarecedores”.

Um esboço do início do desconfinamento com reabertura das escolas até ao 2°ciclo

Desconfinem por região. Ponham todos a trabalhar no direto com turmas desmultiplicadas (médicos administrativos baixaram às enfermarias) usando os espaços deixados pelos alunos em E@D . Nada disto será feito. É mais simples sacrificar sempre os mesmos. Confap vota contra a diminuição de alunos por turma…o ME concorda, os dirigentes da Rede Bibliotecas Escolares concordam, as cúpulas da Educação Especial concordam, os dirigentes sindicais fingem que não concordam, não vão lembrar-se de uma inovação que neste tempo de Pandemia faria sentido.

Tenho um enorme respeito pela Educação Especial, principalmente pelos professores que continuaram na escola com os alunos. Mas, depois da generalização dos cursos, para alguns que trabalham apenas 50min por semana com cada aluno, uma fuga à turma e às dificuldades inerentes. Tem horário melhor que os monodocentes como se a sua atividade fosse mais difícil.

Sábado – Dia 13

O Meu Quintal

Na sala de aula tradicional, o contacto é imediato, assim como a interacção é estabelecida sem uma mediação que a torna mais lenta. Sinto uma maior capacidade de intervenção em tempo útil, junto dos alunos, quando estou perante eles. A aula física é uma aula a três dimensões, enquanto a aula virtual é 2D nos seus melhores momentos e quando as condições não são limitadas pelos contrangimentos da rede ou dos equipamentos.

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Oração ao E@D para rezar para rezar pela manhã antes do apagão

Avé Classroom, cheio de E@D, Os pressôres estão convosco. Maldito sois vós, entre as plataformas, Fruto do El Corona, vírus. Santos pressôres, mártires das iluminações, Rogai por uma mesa digitalizadora, Bendita é a graça do sinal da Internet, Online. Glória ao Meet, ao Zoom e ao Teams, Assim como era na escola, agora e sempre, Passem toda a gente. Ámen!

Oração ao E@D (a rezar pela manhã, antes do apagão)

Queixas de pais e diretores

Segundo Rui Martins, uns não conseguem entrar nas plataformas onde estão a ser dadas as aulas, enquanto outros deixam de repente de ouvir professores e colegas, perdendo o fio condutor da matéria que está a ser ensinada. A situação também preocupa professores, que acabam por perder muito tempo à espera que todos os alunos “entrem” nas aulas, lembrou por seu turno o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO — ComRegras

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO A Federação Nacional dos Professores pediu a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) para fiscalizar a situação dos professores e educadores que estão a suportar todas as despesas relativas ao teletrabalho. A decisão da federação surge depois de realizado um inquérito, ao qual responderam mais de…

DOCENTES PEDEM INTERVENÇÃO DA AUTORIDADE DO TRABALHO — ComRegras

By Emanuel Vicente – 18 fevereiro, 2021 196 1

A Federação Nacional dos Professores pediu a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) para fiscalizar a situação dos professores e educadores que estão a suportar todas as despesas relativas ao teletrabalho.

A decisão da federação surge depois de realizado um inquérito, ao qual responderam mais de quatro mil docentes e que revelaram que a generalidade dos docentes em teletrabalho estava a pagar do seu bolso os custos relativos a despesas do seu trabalho.

A Fenprof anunciou hoje que se dirigiu “à Inspetora-Geral da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) requerendo a sua intervenção na fiscalização desta situação”.

No ofício dirigido à ACT, a federação lembra que o Código de Trabalho estabelece normas do regime de teletrabalho, tais como “a obrigação de a entidade empregadora disponibilizar, instalar e manter os equipamentos necessários ao exercício do trabalho por meios telemáticos (teletrabalho) e assumir as despesas inerentes ao mesmo”, sublinha a Fenprof.

Desde o dia 8 de fevereiro, os alunos voltaram a ter aulas à distância devido ao agravamento da pandemia e a generalidade dos docentes passou a ensinar a partir de casa.

Segundo o inquérito da Fenprof, 95% das pessoas que responderam revelaram que as entidades empregadoras não estavam a respeitar o Código de Trabalho: “Os computadores são dos docentes, tal como os telemóveis (instrumento fundamental para a atividade assíncrona) e as despesas com Internet de banda larga (necessária para suportar as plataformas em que se desenvolve a atividade síncrona), bem como com operadoras de telecomunicações são, igualmente, asseguradas pelos professores e educadores”, alertou.

Os sindicatos dos profissionais de educação têm vindo a solicitar que os custos dos docentes passem a ser suportados pela tutela, mas até ao momento a situação mantem-se inalterada.