Pelo S.TO.P.

PESSOAL NÃO DOCENTE EM SÉRIO RISCO DE DESPEDIMENTO!?Muitos Assistentes Operacionais (A.O.), A. Técnicos (A.T) e Técnicos Especializados (T.E.) estão em sério risco de não verem os seus contratos renovados, nomeadamente devido à sua passagem do ME para as Autarquias. Na prática trata-se de um despedimento ignóbil – o que além de expressar um profundo desprezo por estes Profissionais que continuam a faltar nas escolas -, mais uma vez revela pouca consideração pelas nossas crianças/jovens que precisam cada vez mais destes Profissionais da Educação dada a pandemia que se continua a vivenciar, bem como, a necessidade de mais professores na Escola Pública. Relembramos o papel fulcral que também estes Profissionais da Educação (os 1500 que entraram no início deste ano letivo e todos os outros a trabalhar desde 2017/2018) tiveram em período de pandemia, mantendo as escolas a funcionar (inclusive nas escolas de acolhimento que não fecharam). O S.TO.P. estará mais uma vez ao lado desses Profissionais de Educação na defesa do seu trabalho, com direito a vínculo (porque representam necessidades permanentes) e pela sua valorização. Como diz uma faixa do S.TO.P. – BASTA DE LUXOS PARA BOYS E SALÁRIOS DE MISÉRIA PARA QUEM CUIDA DAS NOSSAS CRIANÇAS. A LUTA JÁ DEU FRUTOS NO PASSADO RECENTE. No início deste ano letivo, o ME garantia que “estavam reunidas todas as condições de segurança para a abertura das escolas aos alunos”, infelizmente isso não correspondia de todo à verdade nomeadamente pela falta crónica de A.O. situação essa que seria ainda mais agravada com o contexto de pandemia e as maiores exigências de limpeza e controle sanitário tanto nas entradas como no decorrer das atividades escolares ao longo do dia. Nesse sentido, o S.TO.P., mais uma vez sozinho, apesar dos convites que fizemos a outros sindicatos/federações, dinamizou uma sondagem em que a maioria dos colegas concordou com uma greve inédita no início das aulas. Curiosamente (ou não) no primeiro dia em que começaram a fechar escolas devido a essa greve (a 1.ª reivindicação era precisamente a contratação de mais A.O.), o próprio chefe do governo António Costa, dirigiu-se a uma escola para garantir a “contratação imediata de mais 1500 A.O.” Que não haja dúvidas, se não fosse essa LUTA/GREVE dinamizada pelo S.TO.P. (a única que existiu durante todo o mês de setembro) o governo não teria cedido. Obviamente que tínhamos reivindicações mais amplas, mas se tivesse havido ainda mais adesão à greve poderíamos ter conseguido ainda mais conquistas para quem trabalha (e estuda) nas escolas. ME NOVAMENTE TENTA SILENCIAR O SINDICATO MAIS INCÓMODO? Entretanto tivemos conhecimento que a Secretária de Estado Inês Ramires não convocou o S.TO.P. para uma recente reunião com os sindicatos que representam o pessoal não docente. Isso é totalmente incoerente com a conduta da própria Secretária de Estado ao convocar o S.TO.P. a 6 de janeiro de 2021 para uma reunião sobre o Pessoal Não Docente. Por isso este “esquecimento” é inadmissível e já exigimos esclarecimentos. Compreendemos que para o ME, o S.TO.P. tem sido particularmente inconveniente, levando muitas propostas de colegas que estão nas escolas e não tendo qualquer problema em “colocar o dedo na ferida”. No entanto, esperamos que esta situação não seja mais uma tentativa do ME tentar silenciar o S.TO.P. Relembramos que no passado, também por termos sido profundamente incómodos para o ME quando fomos o único sindicato a dinamizar uma prolongada greve às avaliações de forma consequente, o S.TO.P. foi o único sindicato a não ser convocado para as reuniões entre o ME e os sindicatos. É que mesmo após esses longos 18 meses de “castigo”, o S.TO.P. não cedeu a essa pressão, continuando a dinamizar lutas inovadoras e com uma construção democrática ímpar no sindicalismo na Educação em Portugal (ex: luta/greve vitoriosa contra o amianto escolar). NÃO NOS VERGARAM NO PASSADO E MAIS UMA VEZ CONTINUAREMOS EM DEFESA DE TODOS QUE TRABALHAM NAS ESCOLAS! A partilhar: JUNTOS SOMOS + FORTES!

Medidas contra o racismo

Governo cria 500 vagas no superior para alunos de escolas em zonas desfavorecidas

(…) Medida está prevista para o ano lectivo de 2022/2023 e integrada no Plano Nacional de Combate ao Racismo e à Discriminação, que é publicado esta quarta-feira em Diário da República

Secretária de Estado espera que em 2025 “sejamos capazes de compreender o racismo e a forma como impacta todas as pessoas e não apenas as pessoas discriminadas”.

Argumentos em defesa da união

“Caro colega, o pior para a nossa classe profissional/carreira é a divisão, que só serve a parte política. Também se poderia argumentar que quem domina os sindicatos são professores do primeiro ciclo e isso … e se debateres estes argumentos com um professor do 2º e 3º ciclos ou do Secundário eles têm outros argumentos no mínimo tão válidos quantos os teus. Por isso acho que se queremos conseguir alguma coisa teremos de nos unir e puxar todos para o mesmo lado.”

respondi : A diferença de horas letivas no final de carreira são o que são, e não são aceitáveis. As contrapartidas frágeis e facultativas. Os sindicatos temem perder sócios do 2º ciclo para cima. Para a maioria dos dirigentes sindicais a pré e 1ºciclo não têm capacidade de luta. A seu tempo mostraremos o contrário. A União só faz sentido quando é benéfica para todos.

Aluno da escola Major David Neto vence concurso nacional de leitura

Bernardo de Abreu Neves, de 9 anos, aluno do 4º ano da Escola Básica 1 Major David Neto, Portimão, é o grande vencedor do Concurso Nacional de Leitura 2021, cuja final decorreu no dia 5 de junho, no auditório do Jardim dos Poetas, em Oeiras. Bernardo sagrou-se vencedor após várias etapas e eliminatórias que foram, sucessivamente, ultrapassadas com êxito. A prova final consistiu na leitura expressiva do texto escolhido pelo próprio, “A maior flor do mundo”, de José Saramago.

Parabéns

Falhanço dos TEIP?