A vez da política

Como Ricardo Araújo Pereira mostrou no domingo, no programa “Isto é gozar com quem trabalha”, qualquer cidadão menos dotado intelectualmente se acha no direito de participar em eleições. Mas não pensem que o fenómeno se esgota no “Chega”. Há por aí muito boa gente em listas de outros partidos e comissões de honra que faria a mesma figura se fosse questionada por um@ jornalista. O polvo partidário permite que o poder suba à cabeça de alguns, que não os melhores. O povo perde qualidade de vida com gente medíocre a dirigi-lo. Mas não sejamos ingénuos, este é o plano ideológico de alguns partidos, embora o escondam do eleitorado. O voto torna-se insignificante (apesar de a democracia em dias certos ser melhor que nada) para tanto gato escondido com a cauda de fora.

Resistência

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