(RE)construindo um Novo Amanhã, a transformação começa Agora e Hoje…Sandra Porto Ferreira (2ªparte)

…O meu propósito de vida, construir um mundo melhor através da educação atuando diariamente como mediadora do conhecimento, inspirando e transformando a vida dos meus alunos para a inovação e colaboração, colocando na prática o que estudamos juntos na teoria, sendo apologista dos alunos colocarem “as mãos na massa” pensando, refletindo, explorando, otimizando, garantindo desta forma, o direto à aprendizagem e ao sucesso educativo.

Temática: “A cidade das figuras geométricas e dos sólidos geométricos, uma cidade sustentável”.

(RE)construindo um Novo Amanhã, a transformação começa Agora e Hoje…Sandra Porto Ferreira (1ªparte)

Neste momento ser professor não é uma tarefa fácil, uma vez que todos somos “bons professores” porque temos atitude em estarmos na profissão, em nos questionarmos na tentativa de resolver problemas relacionados com a nossa prática.

Vivemos numa sociedade cada vez mais exigente, quer pelas atuais circunstâncias globais, quer pelos desafios profissionais que enfrentamos diariamente. Por isso, temos consciência de que, para atender às demandas de uma sociedade em constante transformação e adaptação, é necessário que os currículos incluam novas dimensões da formação. Vários estudos têm considerado fundamental a integração STE(A)M desde a educação básica e até mesmo desde a primeira infância. Entendendo a integração das STE(A)M, cujo acrónimo corresponde a (Science, Technology, Engineering, Art and Mathematics), cultivando a investigação, o diálogo e o pensamento(s) crítico e criativo dos alunos, a abordagem, permite dar resposta aos desafios contemporâneos, através da promoção da interdisciplinaridade, associados à resolução de problemas reais. É da minha inteira responsabilidade profissional, ter uma postura de adaptação à heterogeneidade grupo/turma, devendo conseguir captar a atenção de todos, de desafiar a refletir sobre os desafios, as exigências e implicações que nos conduz não só a assumir decisões curriculares capazes de suscitar um trabalho significativo, mas também a investir noutros modos de organizar espaços e tempos de trabalho, bem como propor a integração de atividades/metodologias ativas que estimulem a autonomia, a conviver, a comunicar a explorar, a descobrir, integrando no grupo/turma em equipas de trabalho, fomentando a participação e o desenvolvimento do(s) pensamento(s) crítico e criativo, onde o aluno deve ser o (co)construtor da sua aprendizagem , ter a voz e o papel ativo , tal como elencado no (PE) do Agrupamento onde me insiro.

O objetivo primordial desta narrativa, permite o ilustrar das práticas implementadas ao longo do ano letivo nas aulas no dia-a-dia com uma turma do 3-º ano. Aqui se encontra um espaço de aprendizagem para os futuros cidadãos que nos irão guiar futuramente, tentando culminar nos alunos a preparação para o futuro – visão elencada nos normativos PASEO, assim como nos referenciais normativos ilustrados pelo Ministério da Educação.

Uma abordagem integrativa, inovadora, metodologia sendo inspiradora. Obrigada por existirem e principalmente e pela resiliência. Excelente é o que posso dizer. Obrigada à minha turma do 3-º, e a todos os Encarregados de Educação. (Re)construindo um novo AMANHÃ…

Ferreira JF no facebook sobre aumentos de deputados e magistrados

Cidadãos mais iguais do que os outros?
Afinal, também há oligarcas em Portugal! Perante esta indignidade de quem se auto-aumenta, os professores, os médicos e os enfermeiros não podem ficar calados. De facto, a panaceia da avaliação (inventada por políticos) para mais nada serve senão para fazer um STOP na carreira dos trabalhadores, permitindo assim que sobre mais dinheiro para aumentos dos chorudos salários dos nossos políticos (e de uns outros tantos que lhes podem garantir protecção).
Não admira, pois, que faltem cada vez mais médicos, faltem enfermeiros, faltem professores mas… nunca haja lugares por preencher no Parlamento.
Ora, médicos, enfermeiros, professores, polícias, bombeiros, são todos muito mais essenciais ao país do que muitos dos inúteis deputados que, afinal, podem nada produzir que continuam a ter aumentos.
Que democracia é esta que diz não ter dinheiro para devolver a quem trabalhou o tempo realmente trabalhado (e do qual foi feito todo o tipo de descontos)… mas há dinheiro para estes aumentos pornográficos?
Esta realidade só vem provar uma vez mais o motivo por que os deputados de diversos partidos cederam a chantagem de António Costa (que ameaçou demitir-se) quando um grupo parlamentar (de deputados sérios!) pretendia aprovar uma lei para devolver o tempo de serviço roubado aos docentes. Entende-se, agora, por que motivo muitos dos restantes deputados (de diversos partidos com assento no Parlamento) chumbaram a iniciativa legislativa: eles estavam, simplesmente, a defender a garantia dos seus aumetos salariais. Onde está, pois, a seriedade dos nossos desgovernantes?

Há bons exemplos de funcionamento da SAAD

“A lei, se fosse usada inteligentemente, permitia que não houvesse lista negra na progressão, mas como não há corporativismo na classe docente, os professores são os piores inimigos entre si…
portanto, pode-se fazer isso tudo no relatório que inevitavelmente vai sempre haver professores atirados para a lista negra; isso só termina quando se revogar a lei que criou as vagas para progressão nos escalões.” Mário Silva

que velava pelo bem estar de todos! Esse mágico era a união de todos!

Calendário letivo plurianual

O Governo está a trabalhar num calendário de aulas do pré-escolar ao secundário para os próximos dois anos, ao contrário do que acontecia habitualmente em que só eram divulgadas as datas para o ano letivo prestes a começar. Para o ano letivo 2022/2023, alunos e professores regressam ao formato anterior à pandemia: as aulas arrancam no máximo a 16 de setembro, o Carnaval volta a ter três dias de interrupção, o regresso após o Natal é na primeira semana de janeiro e na Páscoa há duas semanas de paragem….

Neste caso é só uma duplicação do panorama atual, a calendarização era anual. Esperemos que os sacrifícios do costume não sejam tão esmagadores como têm sido. Deixem as crianças ser crianças de preferência também com a sua família. Respeitem os professores monodocentes.