A Fenprof Volta a Reagir! 1 – Os “Argumentos”

“Este é um argumento político que nos diz que a resolução 1/2008 foi feita apenas para iludir os papalvos e para preencher agenda, pois, pelos vistos, não há a garantia de “qualquer grupo parlamentar” apoiar a concretização do que prometeram. Sublinho a expressão porque se percebe que, afinal, eles são mesmo “todos Centeno” e a submissão à lógica orçamental sobre os direitos laborais é aceite por todos os partidos representados na Assembleia da República. É isto que a Fenprof diz. Se fosse em outros tempos, este tipo de argumento usado pela FNE ou por um partido de “Direita” levaria a rasgarem as vestes e a dizerem o pior possível de tal pragmatismo político resultante da “obsessão” com a disciplina orçamental.” Paulo Guinote

O Meu Quintal

Vou directo ao que passa por ser a “substância” da nova resposta da Fenprof a uma iniciativa que parece estar a incomodá-los mais do que seria de esperar. Com o título de “Falar claro!” faz mais por baralhar os colegas do que por esclarecê-los. Por isso mesmo, vou primeiro ao que são apresentadas como “as razões por que a FENPROF não apoia a iniciativa legislativa de cidadãos sobre a recuperação do tempo de serviço”. Mais tarde, com natural delícia, irei ao resto do texto que é muito revelador sobre a perceptível falta de capacidade política da Fenprof influenciar seja o que for de relevante para a carreira dos professores que ainda pensam tê.la.

“Argumento” 1:

Um é exigir que a contagem integral e consequente reposicionamento tenham lugar em 2019. Só por si, inviabilizaria a aprovação da contagem de todo o tempo, pois dificilmente contaria com o apoio de qualquer…

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3 opiniões sobre “A Fenprof Volta a Reagir! 1 – Os “Argumentos””

  1. Sem comentários desculpas esfarrapadas… Essa faz lembrar – me o fim dos professores titulares já que Francisco Almeida, Luís lobo, Mário Nogueira e seus acólitos nunca lá chegariam. Ainda se lembram porquê?Porque não tinham componente letiva.

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  2. ABRIL 26, 2018 ÀS 8:34 PM
    Os colegas que estavam no topo da carreira em 2005 não foram prejudicados pelo seu congelamento…não andaram pra trás em termos de vencimento…
    Ao fim de 26 anos de serviço chegava-se ao 9 escalão, na altura era o topo….

    Os restantes é que não progrediram…
    Agora ao ser-lhes concedido os anos de congelamento a descontar na idade da reforma… Mais uma vez uns seriam beneficiados relativamente à outros…

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    1. Colega Jaime quem estava no topo de carreira em 2005 já está reformado. Nenhum dos colegas que estava no topo de carreira em 2005 ainda está em exercício de funções portanto o seu comentário é descabido

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